<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519</id><updated>2012-02-13T17:39:57.810-02:00</updated><category term='Os preferidos da Lee'/><category term='Os preferidos da Brid'/><category term='Bridget Jones'/><category term='Lee Holloway'/><title type='text'>Sou para-raio de doido</title><subtitle type='html'>Duas mulheres completamente normais, com vidas ainda mais normais, que parecem atrair toda a sorte de doidos existentes na face da Terra para suas vidas sentimentais. Tais vidas sentimentais que, segundo consta, deveriam ser normais.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>146</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-5911233853773511071</id><published>2012-02-06T21:37:00.001-02:00</published><updated>2012-02-06T21:45:58.414-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso de outro Doido Fetichista</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Um dos meus posts mais lidos é o do &lt;b&gt;Doido Fetichista &lt;/b&gt;(&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2008/02/o-caso-do-doido-fetichista.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;).E acho um desperdício eu ter tantas outras histórias (não só minhas) sobrefetiches e não compartilhar com vocês.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O caso clínico de hoje, todo esquisitão,obviamente aconteceu comigo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso clínico:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem, por volta dos 35 anos, alto, fortão e parecido com o Kevin McKidd(aquele delícia de &lt;i&gt;Grey’s Anatomy&lt;/i&gt;, &lt;a href="http://ia.media-imdb.com/images/M/MV5BMTkzNDQ5NDQ0Ml5BMl5BanBnXkFtZTcwMzUwMTYwMg@@._V1._SY314_CR9,0,214,314_.jpg"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Não exatamente bonito, mas charmoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a desculpa de fazer uma pesquisa acadêmica, andei frequentando algumasfestas BDSM uns meses atrás. Algumas foram muito interessantes, não só peloconteúdo acadêmico, cof, colhido, mas também pelas pessoas que conheci. Outrasnão foram tão proveitosas, mas acabaram rendendo algumas histórias estranhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, por meio de uma amiga, recebi um convite para uma festa fechada,organizada por uma das pessoas mais conhecidas no meio BDSM. Segundo essaamiga, seria num lugar bonito, com pessoas interessantes e/ou divertidas. Masacabei indo mesmo para conhecer o dono da festa porque ele seria uma ótimafonte, cof, de pesquisa.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu também não tinha muita intimidade com essa amiga e sou muito tímida,arrastei comigo, obviamente, uma pessoa que não reclama quase nunca das minhasideias malucas, a Brid, para não me sentir tão deslocada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos lá uma hora depois do horário marcado e bem bravas porque a tal amigaque fez o convite não atendia o telefone. Assim que entramos no lugar, percebemos queéramos praticamente as primeiras pessoas a chegar. Pausa para o constrangimentode estar num lugar estranho sem que a única pessoa que você conhece estejapresente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fizemos? Perguntamos pelo bar, claro, e corremos de braços abertos para abebida. O segundo passo foi achar um lugar para &lt;strike&gt;morrer&lt;/strike&gt; sentar pra que aspessoas parassem de nos olhar. Então descobrimos um sofá bem simpático ao ladodo bar, com uns bichinhos de pelúcia espalhados, e nos jogamos nele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Foi a nossa salvação, embora tenhamos achado kitsch demais aquela decoração.Numa mesinha de canto, descobri uma cabeça de pelúcia que, segundo a Brid, erada gata Marie (&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JAGEyNanQ6Q/TiWlPEe4QBI/AAAAAAAADLY/LfbSAQmHwj8/s1600/Marie27.gif"&gt;aqui&lt;/a&gt;), mas que pra mim era a cabeça do Zé Gotinha (&lt;a href="http://www.google.com.br/imgres?q=z%C3%A9+gotinha&amp;amp;um=1&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;sa=N&amp;amp;biw=1024&amp;amp;bih=601&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;tbnid=tVNVkaWVEDhUbM:&amp;amp;imgrefurl=http://www.poa.sp.gov.br/noticias/noticias.php%3Fid%3D468&amp;amp;docid=NsmfUw-tB9ug7M&amp;amp;imgurl=http://www.poa.sp.gov.br/noticias/fotos/ze%252520gotinha-%25252017-06-09.jpg&amp;amp;w=1417&amp;amp;h=945&amp;amp;ei=HicnT8OIJ8jq0gH-842vAg&amp;amp;zoom=1&amp;amp;iact=hc&amp;amp;vpx=302&amp;amp;vpy=230&amp;amp;dur=1520&amp;amp;hovh=183&amp;amp;hovw=275&amp;amp;tx=101&amp;amp;ty=43&amp;amp;sig=101532280988094951911&amp;amp;page=4&amp;amp;tbnh=133&amp;amp;tbnw=171&amp;amp;start=67&amp;amp;ndsp=23&amp;amp;ved=1t:429,r:2,s:67"&gt;aqui&lt;/a&gt;),meu amor de infância. Na verdade, era uma cabeça de &lt;b&gt;coelho&lt;/b&gt;, mas WHO CARES?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvemos matar o tempo com fotos. Sim, fotos. Eu queria fotos com a cabeçaorelhuda do Zé Gotinha e, enquanto a Brid preparava o celular, comecei asensualizar com aquela cabeça branca (no pun intended). E então realizei umsonho: coloquei a cabeça do Zé e tirei várias fotos de Lee Gotinha. Enfim,infantilizei por 5 minutos, mas logo cansamos de brincar com o Zé e demos umaolhadinha em volta pra ver como estava o movimento. Tinha crescido, assim comonossa plateia, que estava bem desconfiada das nossas fotos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando nos demos conta de que perto daquele sofá tinha uma plaquinharelativamente grande: RESERVADO. Novo constrangimento quando percebemos queaquele sofá não era pra gente nem pra tirar foto com uma cabeça de pelúcia. Osofá servia para que? Para quem? Não perguntamos, mas tratamos de levantar eprocurar outro canto pra &lt;strike&gt;morrer&lt;/strike&gt; nos esconder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre uma ida e outra ao bar, escuto alguém me chamando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Ei, Bani!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Oi. Desculpa, você deve estar me confundindo. Não sou a Bani.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Não, não. Bunny &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[sotaque texano]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;. Coelhinha. Em inglês.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corei, gente. Senti todo o sangue do meu corpo subir para o meu rosto. Não porele ter me visto com aquela cabeça de pelúcia, mas por eu não ter entendido a“piadinha”, depois de ter certificado minha proficiência em inglês porCambridge. Os tímidos como eu vão entender minha vergonha por ter cometido essedeslize. Tentei consertar:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Ah, sim. Como o Bugs Bunny.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Quem?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- O Pernalonga. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncio dele. Desisti da conversa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Deixa pra lá. Tchau.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E voltei para o meu canto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi só chegar ao meu esconderijo que a Brid tratou de me dizer que o cara nãoparava de me olhar. Dois goles de cerveja depois, eu já tinha me esquecidodele. Só que ele não esqueceu de mim. Aproveitando de um momento em que a Bridsumiu, ele veio falar comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Ei, bunny.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha vontade era de olhar pra ele fazendo cara de coelha com os dois dentespra fora porque, meu, aquele apelido era ridículo. Mas logo o associei ao KevinMcKidd, o gostoso McArmy, e a conversa ficou menos difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Eu estava te olhando lá no sofá com aquela cabeça de coelhinha. Você ficou linda.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Obrigada.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Alguma vez já se vestiu de coelhinha?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Já. Na escolinha.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ri pra ele. Mas ele não riu pra mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Estou falando sério. Eu sei que você é fetichista.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedução brilhante, não? Porque eu estava numa festa fetichista FECHADA, vestidacom um corset e usando uma coleira. Jênio (sic).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Sou, mas nunca imaginei uma cabeça de coelho de pelúcia no meio dos meusfetiches. E olha que imaginação nunca me faltou.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Não quer começar a pensar?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Acho que não tem muito a ver comigo, não.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;- Espero que daqui a pouco você mude de ideia. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele usou o olhar penetrante n. 14 comigo e se foi.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu já estava quase esquecendo o doido da cabeça de pelúcia novamentequando a Brid me olhou com cara de espanto e disse &lt;i&gt;“olha aquilo, Lee!”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Olhei. E em 5 segundos, a gente entendeu muita coisa. Eleera o DONO da festa. O sofá estava reservado para ELE e para a mocinha submissaque o acompanhava. Ela estava usando uma calcinha com um rabinho de COELHO e sepreparando para colocar aquela CABEÇORRA de pelúcia para ELE ver.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Diagnóstico:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Isso, para quem não conhece, tem nome. Furry fandom. Ouseja, o cara tem fetiche por seres antropomórficos, com características humanase animais, e se excita com o visual, com os movimentos e com toda ateatralidade envolvida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Tratamento:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quem sou eu para tratar fetiche? Que ele seja feliz com abunny dele, não é mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Acho válido dizer, apesar do post longo, que a mocinhaficou horas com aquela fantasia de coelha. E que o doido ainda tentouestabelecer um contato visual comigo por algum tempo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Foi nesse dia que euaprendi a olhar para o meu copo de vodka e conversar com ele. Só com ele. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Anotações posteriores:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;É bom esclarecer que nem sempre o furry fandom está ligado a fetiche,prazer sexual etc. Como dizem os furries, trata-se de uma cultura depersonagens. Para saber mais, google it. ;-)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;********&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo: &lt;b&gt;&lt;i&gt;Tainted love&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, com o Marilyn Manson, não porque gosto dele,mas porque no clipe aparece um exemplo de furry fandom (quase no final da música), bem parecido com o queeu vi na festa: &lt;a href="http://youtu.be/gzA5klO1ra4"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Ah, NSFW.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-5911233853773511071?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/5911233853773511071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=5911233853773511071' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5911233853773511071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5911233853773511071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2012/02/o-caso-do-doido-fetichista.html' title='O caso de outro Doido Fetichista'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-8986542892776754226</id><published>2012-01-09T09:24:00.004-02:00</published><updated>2012-01-09T09:44:55.916-02:00</updated><title type='text'>O caso do Doido que não teve caso.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Primeiro post (meu) do ano. Eu teria um milhão de coisas para escrever aqui. Sentei umas 20 vezes, escrevi, escrevi e nada saiu como eu queria. Eu queria não ser melancólica, mas Lars Von Trier parece ter baixado por aqui e não quer voltar ao seu corpo de origem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, eu tinha prometido falar do&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-do-doido-remanescente.html"&gt; Doido Remanescente&lt;/a&gt;. Eu vou falar. Preciso falar. Mas não do jeito que eu esperava.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acabou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não foi por causa das crianças, não foi por causa da ex-mulher-que-veio-de-brinde, não foi por causa de discussões, nem de planos diferentes de vida futura, nem de ciúmes, nem de desacordo financeiro, nem de ritmos sexuais diferentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nenhum destes fatores implicou no fim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acabou por minha causa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nem eu saberia explicar quando acabou. Nem eu saberia explicar como começou de novo e onde eu estava com a cabeça de tentar mais uma vez. Talvez porque minha vida não tem sido nada além de uma grande sucessão de déjà vu’s (desculpem minha ignorância, nem sei qual o plural desta palavra e também não encontrei uma similar em português). Uma seqüencia sem fim de acontecimentos que se repetem, causando danos às vezes mais graves, às vezes menos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Numa determinada tarde, olhei para ele e não precisei dizer nada. Ele sabia que não havia mais como tentar. Não havia "como", nem "porque" continuar tentando. Ele sabia que não era por causa das crianças, ele sabia que não era por causa da situação, ele sabia que não era por causa dele. Era por minha causa. O clichê se confirmava.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O problema, sou eu. E foi o fim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O fim mais tranqüilo de todos. Aquele fim que não tem sofrimento. Eu tive vontade de fazer dar certo, mas não consegui me empenhar como deveria, a vida é assim. Tentativas e erros. Tentamos, tentamos, tentamos, e um dia, funciona. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não acho que eu consiga escrever mais sobre isso, pois é triste descrever o fim, e este espaço está se tornando a filial do Muro das Lamentações aqui no Brasil. Só achei que seria importante dar a vocês o desfecho deste caso, já que nunca eu tinha recebido tantos e-mails e tanta torcida. O Doido Remanescente realmente foi uma surpresa para mim. Mas não deu...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu tentei. O grande problema, talvez tenha sido o fato dele não gostar de Monty Python.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca saberei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nota: Siga-nos no Twitter (www.twitter.com/pararaiodedoido) , eu sempre estou por lá!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um ótimo 2012 para todos vocês. Prometo este ano, atualizar o blog com mais freqüencia (eu de fato terei como fazer isso este ano, devido a uma otimização do meu tempo, que andava escasso) e colocar os casos em dia, porque tem MUITOS, viu?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um beijo,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;BRID &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-8986542892776754226?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/8986542892776754226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=8986542892776754226' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8986542892776754226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8986542892776754226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2012/01/o-caso-do-doido-que-nao-teve-caso.html' title='O caso do Doido que não teve caso.'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-2924881684623600623</id><published>2011-12-27T00:34:00.000-02:00</published><updated>2011-12-27T00:34:41.382-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>Este não é um caso clínico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem um post de fim de ano. Muito menos um post revelador. Vou falar de algo que vocês já sabem ou já notaram de alguma forma em suas vidas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabem quando dá aquela vontade de escrever algo para você mesmo? Pois é, quis escrever este texto pra mim e compartilhar com vocês porque assim as coisas ficam mais amenas. Pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu aproveitava um dia das minhas férias pra fazer uma limpeza no meu armário das bagunças, já que em alguns meses estarei de mudança, tive essa vontade de me escrever. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo dizer que é impressionante a minha capacidade de guardar papéis em grande quantidade. Destruí toneladas de contas, anotações e bobagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei as caixas com lembranças antigas e notei que eu tinha o hábito (inútil) de fazer listas de pessoas. A lista dos amigos de faculdade, dos colegas de trabalho, da escola de inglês, e por aí vaí. Tudo com nome, email e telefone. É, eu não sabia utilizar muito bem as maravilhas da internet. Mas não é sobre a minha falta de habilidade com a tecnologia que eu quero falar. Quero, na verdade, registrar quão surpreendente é perceber que muitas coisas e muitas pessoas já não me dizem mais nada. Elas tiveram um tempo exato na minha vida: o tempo do curso, da experiência de trabalho, de me ensinar alguma coisa ou de aprender comigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Separando os papéis, fui lembrando de momentos vividos e das pessoas que foram importantes para mim naqueles períodos. Algumas dessas pessoas eu tive vontade de procurar novamente. Usando toda a minha habilidade tecnológica atual, abri o Facebook e comecei a procurá-las e fiquei feliz quando a busca me dava exatamente quem eu procurava.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na hora, quis adicioná-las pra retomar o contato, mas eu não conseguia clicar no botão&amp;nbsp; &amp;lt;adicionar aos amigos&amp;gt;. Por que? Porque eu parei 2 segundos pra pensar, o que não é um hábito meu, confesso, e cheguei à conclusão de que hoje elas não fazem mais parte da minha vida e que não há mais espaço para elas. Elas pertencem à minha história, sim. Tenho lembranças ótimas e gosto delas, sim. Mas elas estão no meu passado e não precisam me aceitar como amiga (virtual) só para fazer volume no número de amigos. Então rasguei os papéis e os contatos e os emails. E elas continuaram a ser uma lembrança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas pessoas de quem eu estou falando não são somente homens ou casos clínicos, não.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se bem que eu cheguei a procurar um namoradinho da faculdade e me assustei quando eu vi a foto dele com os TRÊS filhos no parquinho. Gente, deu tempo de ter TRÊS filhos? É, deu. Eu é que não quis até o momento ter nenhum, não é? Mas isso deve ser assunto para o próximo post. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mas no meio dessas pessoas estavam amigos, amigas, colegas de trabalho e de faculdade, e gente que eu achava que ficaria para sempre comigo. Mas a vida, que gosta tanto de brincar com a gente, não deixou. Então era hora de enfrentar todas essas perdas e praticar o desapego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para me ajudar, coloquei minhas músicas preferidas no modo aleatório. Logo tocou &lt;i&gt;High and Dry&lt;/i&gt;, do Radiohead, que, por incrível que pareça, não me faz lembrar de um caso clínico, mas de uma ex-amiga. Depois veio &lt;i&gt;Silent Lucidity&lt;/i&gt;, que me lembrou alguém que ficou na minha vida por vários anos e que desapareceu da mesma forma que as palavras quando voam com o vento. E então veio &lt;i&gt;Happiness is a warm gun&lt;/i&gt;, que eu amo tanto e que nos últimos meses eu passei a associar com alguém que eu amei (amei?) muito e saiu da minha vida por minha culpa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por culpa também fiquei furiosa comigo por ficar associando músicas a pessoas. Porque eu não sou uma pessoa saudável como vocês que quando ouvem uma música que lembra alguém sentem aquela saudade, mas querem ouvir mil vezes a música. Não. Eu sofro horrores sempre que ouço os primeiros acordes e sinto um mal-estar que não é só psicológico, não. Daí o que eu faço? Passo a evitar a música. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mas no meio dessa confusão de papéis e recordações, me lembrei de uma conversa que tive com a Brid. Falávamos justamente sobre esse meu sofrimento descomunal com as músicas e ela, sabiamente, me deu uma bofetada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lee, as músicas são maiores do que as lembranças. Você não pode deixar que uma lembrança ruim seja mais importante do que a própria poesia contida na letra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi a essa frase da Brid que eu me apeguei. Continuei rasgando os papéis e ouvindo as MINHAS músicas. As músicas que ninguém pode tomar de mim por causa de uma lembrança, de uma saudade ou de uma dor. E cantei as minhas músicas, me divertindo com elas, como se depois de muito tempo elas voltassem de viagem e me dessem um abraço cheio de carinho, voltando pra minha vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, meu armário tem um espaço enorme. E é com esse espaço que eu quero começar 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano novo muito lindo pra vocês, queridos leitores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lee ;-)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-2924881684623600623?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/2924881684623600623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=2924881684623600623' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2924881684623600623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2924881684623600623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/12/este-nao-e-um-caso-clinico.html' title='Este não é um caso clínico'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4403144568831671889</id><published>2011-12-12T16:32:00.003-02:00</published><updated>2011-12-12T17:57:48.097-02:00</updated><title type='text'>O caso do Doido Insistente (ou Um Fim e Um Começo)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;2011 foi um ano complicado, assim como havia sido 2010. Porém, 2011 já começou meio complicado. Eu estava numa relação com o dentista de sempre, aquela mesma relação enjoativa, exaustiva e tediosa de anos, em que a gente percebe que não vai nunca fazer o outro feliz, sabem? Terminei e resolvi não fazer mais tentativas inúteis de gostar de alguém sem afinidades comigo. Eu estava completamente exausta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pessoas exaustas acabam não se importando muito com o coração alheio e eu estava nesta vibe. Acreditem, eu mal me importava com o meu próprio sentimento, como iria pensar no sentimento de outrém. E foi nesta levada que eu conheci o Doido em questão. Doido Insistente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nós nos conhecemos no pátio da PUC, numa tarde ensolarada em que eu vestia um shortinho jeans com bota de camurça e regatinha. Estava lá para obter informações sobre o bendito mestrado em "Quiproquó Rococolado" que eu tanto queria desde o ano passado, mas que eu não encontrava em lugar nenhum. Ele estava sentadinho em um dos bancos, compenetrado numa leitura misteriosa e eu, claro, estava perdida, procurando a tal da Secretaria de Pós-Graduação ou algo do tipo. Parei em frente a ele, pedi licença e disse:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Oi, desculpa, mas você estuda aqui?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Antes que ele dissesse "não, eu gosto de entrar aqui para ficar lendo, e fingir que sou um deles", eu me adiantei e perguntei onde ficava a tal da secretaria secreta. Neste instante, ele levantou os olhos, me olhou de cima a baixo, parou no meu rosto e sorriu. Não sei se eu estava meio xarope por causa do sol ou whatever, só sei que eu parei nos olhos dele também e reparei nos cílios da criatura. Pessoas, sem brincadeira, eram os cílios mais lindos que eu já tinha visto na vida. Longos, emoldurando uns olhos divertidos e tal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Vou com você até lá.&lt;/strong&gt; (ele disse, e levantou-se prontamente, fazendo com que eu reparasse nos seus 1,90m.)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Perguntou meu nome, perguntou minhas intenções lá, perguntou sobre o que eu estudava, perguntou se eu gostava de música, perguntou se eu tinha namorado e, por fim, perguntou se poderia me esperar. Respondi que sim; mais pela indelicadeza que seria se eu dissesse não, mediante a gentileza do rapaz, do que por "interesse" mesmo, confesso. Ele era legal, mas eu sabia que eu não era. Eu sou um problema e não queria causar problemas a mais ninguém por algum tempo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois de pegar todas as informações que eu precisava, ele estava li, me esperando. Lembro-me de ter ficado sem graça, agradeci e disse que meu pai passaria para me pegar, assim que eu ligasse. Ofereceu-me carona (o que neguei veementemente, afinal, não sou destas) Ele perguntou se poderia me ligar um dia destes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pausa para reflexão:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não, não poderia. Tal e qual Amy Winehouse, maconha com orégano, Coca Cola com Menthos e paçoquinha com Dolly, eu causo problemas. Quase cantei "&lt;em&gt;I’m troube and you will know that I’m no good&lt;/em&gt;" para ele, mas ainda não sabia se ele gostava de meninas vocalistas (gosta). Não sou saudável para as pessoas e a questão é que eu só iria deixar acontecer se insistissem muito, mas saberiam sempre os danos que eu causo. Como numa embalagem de cigarros, onde você paga sabendo os males a que está sujeito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fim da pausa para reflexão.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Dei meu telefone mas disse que eu era confusa e ele não iria gostar de me conhecer melhor. Achei que ele não iria ligar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele ligou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chamou para tomar café. Eu disse não.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chamou para tomar um vinho. Eu disse não.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chamou para ouvir um CD na casa dele. Eu disse não, mas perguntei que tipo de musica ele curtia. Ficamos algumas horas no telefone falando de música. Só isso. Música.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chamou para comer profiterole de Nutella no Ruella Café &amp;amp; Bistrô. Como negar? Como negar, meu povo? Como negar, oh Jeovah? Fui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Expliquei para ele toda a minha inépcia. Não nasci para ser mãe, não serei boa esposa, tenho queda de cabelo, duas restaurações de amálgama muito feias, gosto de uma banda maluca chamada "We are from Barcelona" (que ele conhecia), enfim. Fiz o que pude. Ele riu e fez com que eu me sentisse "apropriada". Eu não fiz promessas, eu apenas deixei que ele entrasse na minha vida, sem precisar fazer parte dela. Só para estar por perto. Foi este o trato. Eu não queria ninguém na minha vida. Não ainda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ficamos amigos, nos beijamos, transamos, saímos muitas vezes e eu nunca fiz promessas, repito. Era bom tê-lo ali. Era bom ser considerada "apta" para um cargo de confiança, porém, eu sabia que não era apta. Eu não estava pronta. Eu ainda precisava de tempo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conheci mãe, pai e a iguana. Conheci a irmã mais velha, conheci o sobrinho, conheci todo mundo. Nunca, em momento algum eu disse a palavra tão temida: "namorada". Algumas vezes, discutimos (feio) sobre o lance de "exclusividade". Eu não queria estar com outras pessoas, mas também não queria ser privada do direito de estar com outras pessoas se eu quisesse e a pior forma de querer me manter por perto é me prendendo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eis que uma sexta-feira qualquer, o &lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-do-doido-remanescente.html"&gt;Doido Remanescente &lt;/a&gt;me liga. Com toda a confusão que pairava na minha mente, eu nem pensei duas vezes. Saímos e passamos praticamente toda a noite conversando. Meu telefone tocava desesperadamente, mas eu havia avisado o Doido Insistente que eu passaria a noite fora. Antes que venham me crucificar, não houve nada nesta noite que passei com Doido Remanescente. Não houve beijo, não houve troca de olhares, não houve sequer intenção de nada. Houve apenas cumplicidade. Eu o entendi, ele me entendeu. Doido Remanescente estava de volta na minha vida e eu não tinha como fugir daquilo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O problema veio no dia seguinte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Doido Insistente&lt;/span&gt;: &lt;strong&gt;Onde você foi ontem.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;:&lt;strong&gt; Saí.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Doido Insistente&lt;/span&gt;: &lt;strong&gt;Com quem?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Eu não ia esconder nada dele. Ele sabia de toda a história anterior a ele, e não merecia que eu mentisse ali, naquela altura do campeonato. Contei toda a verdade, inclusive o fato de que talvez eu fosse ver o Doido Remanescente de novo. Afinal de contas, era o &lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-do-doido-remanescente.html"&gt;Doido Remanescente&lt;/a&gt;. Tudo bem que ele voltava ao jogo com um par de gêmeos (redundância) de 4 anos, um maiorzinho de 5, e uma caçula de 1 ano e 8 meses (e uma ex-mulher de bônus), mas não era esse o caso. O caso é que eu tinha que fazer uma escolha e minha escolha foi ser honesta, e jogar limpo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele terminou comigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não xinguei, não pedi para reconsiderar, não contestei. Aliás, eu sequer entendi o termo "terminar", afinal, não estávamos namorando. Mas enfim, amigavelmente combinamos que não sairíamos mais juntos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(o post está longo e admito que sem muitos pontos de enfoque cômico, mas de qualquer forma, não vejo ainda muitas coisas engraçadas nesta história – pelo menos, não ainda. Quem tiver fôlego, que siga!)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas a vida é uma caixinha de surpresas e tal e qual como fez com Joseph Klimber, o destino quis rir da minha cara. Doido Insistente e eu tínhamos comprado ingressos para o Festival Planeta Terra. Eu iria ver os Strokes, minha gente! Só que agora, não havia sentido ele e eu irmos juntos ao evento, concordam? Pois é. O que eu não imaginava é que o Playcenter estivesse tão drásticamente diminuto. Pessoas, é impossível se esconder de alguém ali. Não que eu quisesse me esconder, mas nem preciso dizer que antes das dez da noite eu já tinha topado com o Doido Insistente umas 30 vezes, né? Na primeira vez, cumprimentei. Na segunda sorri. Na terceira aceno de cabeça e dali em diante, ignorei porque né? Desnecessário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deu-se que numa destas vezes, lá pelas tantas, ele (com sua turminha) passam por mim (com minha turminha) e ele me chama. Queria "conversar um minuto". Concordei. Eu usava o mesmo (sim, minhas roupas duram) shortinho jeans do dia em que o conheci no pátio da PUC. Nem mais longo, nem mais curto. Regatinha com camisete xadrez por cima e botinha. Cinquenta porcento das meninës naquele lugar estavam fazendo a linha indie-grunge e eu não destoava a não ser pelo corte de cabelo esquisito a lá Bettie Page. Ele disse as seguintes palavras doces, em tom inacreditavelmente alto:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(é bom que as crianças saiam da sala agora, porque contem palavras de baixo calão)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Caralho BRID! Mal terminamos e você já sai por aí vestida feito uma vadia querendo caçar homem! Tá foda não olhar para você com esta roupa de menina fácil. Aliás, isto tá muito vulgar. Como eu pude gostar de você?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Calada estava. Calada fiquei. Virei as costas, tomei uma Neosaldina, um remédio para Labirintite e tal e qual Vanusa, fui! Fui cantar meu hino chamado "&lt;em&gt;You only live once&lt;/em&gt;" no palco principal, já que Julian Casablancas não me julga.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acham que já acabou? Tem a cereja do bolo, amigos!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, meu telefone não pára de tocar e advinhem vocês quem era? O Casablancas perguntando se eu tinha gostado do show? O meu professor dizendo que eu tinha ganhado a bolsa integral na PUC? Minha cabeleireira adiando minha escova progressiva? Não. Era ele, Doido Insistente, dizendo que estava bêbado, e que havia falado todas aquelas coisas apenas para que eu "reagisse de alguma forma, nem que fosse dando um tapa na cara dele". Atendi porque queria entendê-lo. Eu sempre quero entender as pessoas. Meu mal é querer analisar o mundo inteiro, sendo eu a mais propensa à loucura. BRID, teu nome é Van Gogh e aqui está minha orelha cortada!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não sei analisá-lo. Não sei ME analisar. Foi complicado fazê-lo entender que não havia desculpa para aquele comportamento infantil. Também não há desculpa pelo meu comportamento irresponsável, já que de certa forma, eu não me importei se ele se apaixonaria. Mas eu entendo que somos responsáveis pelos nossos sentimentos. Saint Exupéry nunca teve alguém na cola dele, por isso que disse que somos responsáveis por aquilo que cativamos. Cada um sabe do seu próprio sentimento, nunca responsabilizei ninguém pelo meu sofrimento e sempre encarei cada desafio amoroso sabendo onde estava me metendo (ui!).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Podem me julgar, eu não sou a pessoa mais certa deste mundo. Estou longe de ser sequer aceitavelmente correta. Eu ainda causo danos e continuo não escondendo isso de quem quiser pagar para ver.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sei que este é o fim da minha pequena história com o Doido Insistente e o começo da minha saga com o Doido Remanescente. Aqui começa uma história que já tinha um começo, não teve nem meio e nem fim. Ou será que tem fim?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vamos acompanhar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4403144568831671889?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4403144568831671889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4403144568831671889' title='32 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4403144568831671889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4403144568831671889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/12/o-caso-do-doido-insistente-ou-um-fim-e.html' title='O caso do Doido Insistente (ou Um Fim e Um Começo)'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>32</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4129899441320851028</id><published>2011-11-29T10:46:00.001-02:00</published><updated>2011-11-29T11:19:30.207-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso da doida Inapropriada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Alguém aqui já foi preterido na vida de outra pessoa? Não vale ser preterido por motivos graves, do tipo, ser stalker, ligar na casa do cara/moça as 3 da manhã dizendo que ama ou cozinhando o coelho dela em banho maria – me refiro a ser preterido sem ter feito nada, simplesmente por ser "inapropriada". Bem, pessoas são inapropriadas e eu descobri que sou. Não me perguntem a razão, eu simplesmente sou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tendo eu, sido preterida por ser inapropriada (não sei se esse seria o termo exato, mas de qualquer forma, foi o mais cabível até o momento), resolvi falar com a pessoa mais inapropriada que eu conheci na vida, um ex-namorado que eu preteri da minha vida por razões mais do que justas (que hoje nem acho assim tão graves). Além do pacote básico "Traição/Filhadaputagem/Canalhice", ele ainda me disse que não tinha vocação para ser bom pai, sequer bom marido. Eu, nos meus 21 anos, achei aquilo perturbador e decidi tocar a vida. Continuamos amigos, ele é um músico explêndido, bom colega, companheiro de bourbon, mas continua o mesmo. Inapropriado. Eu o classifiquei assim e olhe como são as coisas: hoje em dia, a inapropriada, sou eu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Marcamos um encontro, depois de quase um ano sem nos vermos, no mesmo bar onde eu fui vê-lo no dia em que ele me disse todas as verdades que eu precisava ouvir (e a gente sempre precisa ouvi-las, para poder tocar a vida) para considerá-lo inapropriado e, após pedir um mojito de Sagatiba, comecei o diálogo com a esclarecedora e estimável frase:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Eu não sirvo para ninguém. Só sei bagunçar a vida dos outros, é só o que eu sei fazer&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E é tão somente o que eu sei fazer, acho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei exatamente o que eu faço ou tenho de errado, mas eu nunca consegui ter essa força, esse ânimo, essa altividade de me fazer presente de forma concreta na vida de alguém. Eu sempre preferi que as pessoas se concretizasem na minha vida, sem cobranças, sem obrigações, sem pedidos incoerentes, sem amarras. Só que hoje em dia, eu acho que falhei. Perdi todas as batalhas e ainda fui considerada inapropriada. Inadequada, por ser livre demais e dar aos outros a liberdade de escolher estar comigo apenas por opção. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A sociedade nos impõe valores. Estes valores são absorvidos por nós. E a insutentável leveza do ser se torna pesada. Torna-se impossível carregar um fardo tão leve. Eu me tornei uma insustentável leveza.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu não desisti de ser leve, eu ainda sou. Não há forma de mudar esta minha característica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu apenas desisti de tentar ser apropriada, porque eu nunca serei. Talvez eu nunca consiga ser boa esposa, nem boa mãe e me dói no fundo da alma dizer isso. Mas eu sei que eu consigo ser leve. Minha leveza, pode não agradar a todos, pode não ser suficiente para alguns e pode ser inapropriada para a maioria, mas eu escolhi ser leve e é assim que serei. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leve e apaixonada por Monty Python. Sempre. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4129899441320851028?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4129899441320851028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4129899441320851028' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4129899441320851028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4129899441320851028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/11/o-caso-da-doida-inapropriada.html' title='O caso da doida Inapropriada'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-7120583238401279287</id><published>2011-11-21T10:54:00.003-02:00</published><updated>2011-11-21T11:03:45.226-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso da Ausência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá pessoas todas que ainda nos lêem. Vocês todos, leitores fiéis. Antes de tudo, obrigada por ainda entrarem no blog, por ainda nos mandarem e-mail (que respondemos todos, um a um, apesar de demorar um pouquinho às vezes) perguntando sobre como estamos e quando vamos voltar a escrever e obrigada por estarem sempre presentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vocês merecem uma explicação por mais uma ausência nossa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não seria tanto falta de tempo e sim um turbilhão de coisas acontecendo ao mesmo tempo em nossas vidas amorosas, que faz com que seja difícil transcrever isso. Falo aqui, por mim, mas acredito que a Lee concorde comigo quando digo que é mais fácil descrever o marasmo do que a tempestade, apesar da tempestade ter muito mais elementos descritivos. E o fato é esse: vivo um momento, não de tempestade, mas de escolhas, acontecimentos, decisões que eu deveria ter tomado antes, mas que voltaram à tona e agora, só Berenice para segurar a onda!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu estou falando do &lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-do-doido-remanescente.html"&gt;&lt;strong&gt;Doido Remanescente (Leia Aqui)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; , mas também falo de outros doidos que, ou surgiram, ou reapareceram para me deixar em situações em que Minerva teria inveja, se soubesse as escolhas que tive de fazer. Não está sendo fácil, já "gerundizaria" Kátia Cega, lá nos anos 90.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E sabem quando também falta um pouquinho de tempo também? É chefe por perto, é trabalho que exige um pouco mais de concentração, é fim de semana mais agitado que o normal, shows, amigas vindo da Irlanda que querem ferver a semana toda, livros interminados. Uma gama de coisas que também tem me impedido de ter aquele tempinho básico para poder postar as histórias que vocês me mandam (uma melhor do que a outra, gente – continuem assim!).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, quero pedir desculpas por não ter post esta semana, mas já adianto que estou organizando uma saga que conta direitinho o que estou passando e todas as doidices que tem me acontecido. Já adianto que não são poucas e que a ajuda de vocês na resolução dos meus dilemas, será de grande valia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um beijo gigante! Obrigada por nos acompanharem, nunca vou me cansar de agradecer por isso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;BRID &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-7120583238401279287?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/7120583238401279287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=7120583238401279287' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/7120583238401279287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/7120583238401279287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/11/o-caso-da-ausencia.html' title='O caso da Ausência'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-704378661030598019</id><published>2011-10-17T10:03:00.003-02:00</published><updated>2011-10-17T10:12:23.039-02:00</updated><title type='text'>O caso da Leitora - Parte I</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, excepcionalmente, vocês lerão um relato não meu, nem da Lee e sim da nossa leitora e amiga Camila. Ela conta aqui sua história (uma delas, acredito) e tenho certeza que muita gente vai se identificar. Cer-te-za. Se você também tem uma história boa para nos contar, envie para &lt;a href="mailto:drabridgetjones@gmail.com"&gt;drabridgetjones@gmail.com&lt;/a&gt; ou para &lt;a href="mailto:draleeholloway@gmail.com"&gt;draleeholloway@gmail.com&lt;/a&gt;. Uma vez por mês, postaremos uma história de vocês para que fique claro que nesta vida &lt;strong&gt;TODO MUNDO&lt;/strong&gt; é para-raio de doido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os meninos, por favor, não se acanhem. Enviem também suas histórias. Não importa seu credo, sua cor, sua orientação sexual, seu time de futebol ou seu fetiche favorito. Tem espaço para todo mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E comentem muito no post da Cá. Tenho certeza que ela vai adorar responder a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser segui-la no Twitter é só &lt;a href="http://twitter.com/camicap"&gt;clicar aqui&lt;/a&gt;! Ela atende por &lt;strong&gt;@camicap. &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O caso do Doido Mentiroso&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caso clínico:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Homem, 24 anos, alto, moreno, estudante de administração. Fomos apresentados em um jogo de futebol, pois éramos aficionados pelo mesmo time. Naquele dia, conversamos pouco e nos despedimos com a promessa de “nos vermos por aí”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porém, na mesma semana, o Doido me achou no Orkut. Começamos a conversar mais, nos encontramos em outros jogos e logo estávamos saindo. Ele era do tipo que faz piada de absolutamente tudo sem ser inconveniente e eu adorava isso. Eu, uma moça ingênua de dezenove anos, me divertia deveras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi o Doido Mentiroso que me apresentou várias bandas que eu não conhecia. Foi ele que me induziu ao vício dos seriados americanos. Foi ele que me ensinou muitas coisas. Tudo era motivo para passarmos horas conversando e encontrando pontos em comum. Isso é piegas, eu sei, mas àquela altura eu já estava apaixonada e dali em diante era ladeira abaixo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Doido Mentiroso parecia corresponder o que eu sentia. Volta e meia surgiam mensagens declarando saudade ou exigindo um encontro. Mas sempre há um “até que”, e nessa história isso não demorou a chegar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estávamos namorando há um tempo quando, de repente, o Doido Mentiroso muda completamente. Assim, da água para o vinho. Começou a desmarcar encontros, dar desculpas do tipo “tenho que trabalhar até mais tarde” e mentir. Eu, sempre muito atenta, logo percebi que havia algo errado. Tentei conversar, mas o Doido sempre arrumava uma desculpa diferente – ele começou a me evitar completamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi então que um dia, após ter desmarcado um encontro pela 18ª vez, ele pediu para que eu entrasse no MSN, pois “precisávamos conversar”. Previ que daquela conversa não sairia boa coisa, mas mesmo assim resolvi acatar o pedido. O diálogo começou e não demorou muito para que minhas suspeitas fossem confirmadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Doido Mentiroso&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Você sabe por que eu pedi para você entrar no MSN, né?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Sei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Doido Mentiroso&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Então, Cá, você sabe que eu gosto muito de você, mas em setembro eu estou indo passar minhas férias na França e acho injusto deixar você aqui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que o Doido não mencionou na conversa – e é extremamente importante citar aqui – é que ele passaria somente quinze dias na França. É relevante também dizer que estávamos em março quando essa conversa aconteceu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vou passar quinze dias na França. Estamos em março, mas viajarei em setembro. Acho injusto te deixar aqui. Ok.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Claro que eu não caí nessa conversa fiada. Apesar de apaixonada, eu não havia sido acometida pela passio stupidi (paixão estúpida) e conseguia perceber claramente que ele queria terminar, mas não havia encontrado um motivo plausível. Fingi compreender tudo o que o Doido me dizia e não esbocei reação alguma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seja grosso comigo, esqueça meu aniversário, não queira me ver, mas não minta para mim. Nunca, jamais, never. Não pense em me enganar. Não se fie em sua incrível habilidade de maquiar mentiras, porque eu descubro e é pior. Se há algo que eu não suporto é mentira. Como posso confiar em alguém que não tem coragem para me dizer a verdade?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que se esperar de uma garota de dezenove anos? Fiquei arrasada. Desliguei o computador e chorei horrores sentada no quarto escuro. O sentimento de abandono era muito maior do que a indignação pelo o que havia acontecido. Durante algum tempo ele havia sido a melhor coisa que poderia ter acontecido em minha vida, mas ser rejeitada daquela maneira doía mais que tudo.&lt;br /&gt;A confirmação de minhas suspeitas quanto às inverdades contadas pelo Doido Mentiroso veio meses após o término, quando descobri que ele estava com outra, a mesma garota que se tornaria esposa dele um ano depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mentira Deslavada (MD) desencadeada por uma crise de Babaquice Incurável (BI), Falta de Tato (FT) e Covardia Crônica (CC).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratamento aplicado:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O tratamento só seria efetivo se aplicado em mim. Excluí qualquer possibilidade de contato. Apaguei de redes sociais, deletei número da agenda, evitei contato com amigos em comum. Resumindo, sumi do mapa. Litros de lágrimas e doses alcoólicas depois, tudo foi superado. Quando o encontrei na rua em outra oportunidade, mantive minha classe e só permiti small talk. Ele deveria ser esquecido e realmente foi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=HNOR36mPtbk&amp;amp;ob=av2e"&gt;&lt;strong&gt;Blue Eyes Blue&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, do mestre Eric Clapton. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-704378661030598019?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/704378661030598019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=704378661030598019' title='38 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/704378661030598019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/704378661030598019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/10/o-caso-da-leitora-parte-i.html' title='O caso da Leitora - Parte I'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>38</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4482927948881440503</id><published>2011-10-09T15:33:00.000-03:00</published><updated>2011-10-10T13:30:12.252-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido vício</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que acontece quando a gente espera muito tempo por alguém?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu desenvolvi um tipo de dependência durante a longa espera.Ele parecia uma droga, um vício que eu precisava tirar de mim e não conseguia. Eutinha necessidade de falar com ele e de sempre buscar alternativas para saciaressa vontade, apesar da distância entre nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fiz algumas loucuras por conta dessa dependência, algumasboas e outras que eu considero grandes bobagens, mas meu impulso não podia sercontido. Isso já demonstrava que eu estava numa espécie de dependênciapsicológica. Eu precisava dele para não me sentir mal. Dos meus hábitos, elefazia parte. Meu organismo tinha se adaptado à presença dele na minha vida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nos períodos ruins, quando nos afastávamos, eu tinha aquelafase de “delirium tremens”. Com a abstinência, eu entrava num profundo estadode angústia, que demorava a passar. Em todas as vezes que me reergui, meu víciovoltava a aparecer na minha vida e tudo recomeçava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tive pouquíssimos momentos bons com ele. E, considerando quenossa história durou anos, só dá pra concluir que os momentos ruins dominavamnosso relacionamento. Assim como uma droga que te dá aqueles segundos deeuforia e bem-estar e depois te deixa devastado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nunca tive overdose dele porque ele se escondida de mimalgumas vezes, por mais que eu o procurasse. Ainda assim, ele era meu víciolatente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Durante anos, tentei fazer com que ele se apaixonasse pormim e, a cada negativa que a vida me dava, eu ficava mais forte e maisdeterminada a lutar pelo que eu queria. Mas a longa espera por ele ao meu ladofoi minando a minha vontade e o meu desejo, ainda que eu tenha lutado tantotempo por aquele relacionamento. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos meses, fui me tratando sozinha. Aceitei os nãos,aprendi a não idealizar ninguém e parei de procurá-lo. O tempo me tratou e,felizmente, não precisei de ajuda para sair dessa dependência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Já no final desse tratamento, ele me ligou. Escutei, pelotelefone, ele dizer pela primeira vez que me amava e que sentia minha falta. Sóque já tinha passado tempo demais desde que nossa história tinha começado. Então,depois que ele se apaixonou por mim, desisti dele. E, juro, não foi depropósito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não desisti porque tinha, enfim, conseguido meu objetivo,mas porque passei a enxergar os defeitos dele de outra maneira. Tudo aquilo quenão me incomodava antes, começou a me dar ojeriza. Saí do mundo dos meussonhos, no qual eu construí uma imagem dele que era exatamente tudo o que eubuscava num homem, e passei a ver como ele realmente era: um vício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quem não tem defeitos, não é mesmo? Tenho muitos. Sou um serhumano completo, com a parte boa e com a parte ruim. Talvez meus defeitos sejamtoleráveis para alguns homens e insuportáveis para outros, mas eles têm aliberdade de escolher se ficam comigo ou não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu tenho essa liberdade também. Percebi que os defeitos deleeram insuportáveis para mim. Eu não conseguia lidar com um menino de 32 anos enão tinha a menor vontade de ensiná-lo a ser adulto. Meu impulso em direção aele virou repulsa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como uma droga, ele continuou a me procurar e a me tentar,mas hoje eu tenho certeza de que não o quero mais. Ele não cabe na minha vida,ele não é a pessoa que me estimula a viver e a fazer planos. Gostei de umapessoa que só existiu na minha imaginação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Já me disseram aquela frase clássica: “todas as experiênciassão válidas”. Bullshit. Ele é apenas alguém que eu nunca deveria ter conhecido.Só isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;*****&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Para ler, ouvindo “Breaking the girl”, do RHCP: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=iyu04pqC8lE&amp;amp;ob=av2e"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4482927948881440503?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4482927948881440503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4482927948881440503' title='36 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4482927948881440503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4482927948881440503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/10/o-caso-do-doido-vicio.html' title='O caso do doido vício'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>36</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-2875906921098942102</id><published>2011-10-03T09:55:00.003-03:00</published><updated>2011-10-03T10:31:11.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Sem Nome</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estou solteira até segunda ordem. Já fazia algum tempo que eu não me aventurava pelos caminhos tortuosos da solteirice e tinha me esquecido que junta com grandes poderes (no caso, o da solteirice) vem grandes responsabilidades (o de arranjar novamente alguém). O caso é que eu, meio que esqueci deste detalhe desde que terminei com meu último doido (um dia conto – é dramático). Nunca mais freqüentei baladinhas específicas, destas em que a gente vai para ver, ser vista, escolher e pegar na vitrine.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deu-se que minhas amigas (incluindo a Lee, fuzilem-na!), decidiram que era dia de me levar para o abatedouro. Não estou recuperada ainda do final da minha relação mal-acabada e também ainda não me decidi a quantas anda meu revival com o "Doido Remanescente". Confusão: este seria meu nome no dia de hoje. Estou tão cheia dúvidas e perguntas para mim mesma que mal sei exatamente como me chamo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O dia todo do sábado foi aquele ritual sagrado que há tempos eu não vivia. Com entusiasmo forçado, me vi escolhendo entre os visuais de sempre. Saia curta (nem tão curta, ok?) e bota (O fato de eu medir menos que um hobbit não favorece este look) e vestido preto básico com salto agulha. Os dois fizeram sentir-me uma mercadoria exposta para apreciação. Escolhi o vestido por ser mais confortável. Sensação estranha, muito estranha. Não sou feminista nem nada, como pode estar parecendo, adoro me arrumar. Mas arrumar-se para uma pessoa específica é bem mais gostoso. Os cuidados, as peculiaridades, o perfume nos lugares certos, a escolha da lingerie... tudo isso é bem mais prazeroso quando estamos pensando num doido em especial. Aquele que tem nome, sobrenome, profissão e cheiro. Mas enfim, perdi o foco. Onde estávamos?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim. Fomos para a baladinha. Som eletrônico, ambiente cheio de luzes hipnóticas, fumaça, drinks coloridos e os rapazes todos numa vibe "sou lindo", cheios de auto-confiança. Achei peculiar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto de dançar, mas aquele salto não estava favorecendo a minha performance de Lady Gaga. Avisei as meninas e fui para o balcão pegar uma Sagatiba pura. Enquanto eu tentava, com o auxílio do alcool, me desvencilhar dos pensamentos práticos sobre minha vida amorosa, arruinada e cheia de histórias sem final, um rapazinho se aproxima de mim e coloca a mão na minha cintura. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mão. Na. Cintura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dei aquela reboladinha estratégica, meio que tentando me enfiar embaixo do balcão para que ele retirasse a mão biônica da minha circunferência, mas o moço fingiu que não reparou minha manobra e foi logo me olhando nos olhos, como se fosse me interrogar. Depois virou um olhar esquisito que se dividia entre cachorro faminto no quintal da vizinha e psicótico alucinado. Ele disse no meu ouvido:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Você é linda.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agradeci o elogio com um aceno de cabeça e ele veio de novo fungar no meu pescoço dizendo algo que eu decodifiquei como:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;A gente pode conversar?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu estava ali, sem nada para fazer além de gemer (ui) pelos meus pobres dedinhos do pé, esmagados pelo sapato de salto Luis XV, meia pata. Também poderia ficar lamentando meu pouco talento na escolha de homens disponíveis para relacionamento sério. Ou poderia dar uma chance ao mancebo e conversar com ele. Vai que ele gosta de Monty Python?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No exato instante em que eu disse "sim", o rapaz já veio com aquela boca entreaberta, cheia de dentes, língua e saliva, aproximando-se de minha cavidade bucal, neste momento também aberta, mas de espanto. Ele já veio pronto para matar Napoleão, sem ao menos ter enfrentado (e derrotado) meu exército. Neste momento, ativei meus mecanismos de defesa, afastei o gajo de forma delicada e disse:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;Mocinho, você nem sabe meu nome!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele respondeu, de forma pedante e tristemente natural:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;E o nome importa?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Naquele momento, eu o deixei ali, parado. Saí do balcão com aquela pergunta na minha cabeça.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nome importa, sim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aí eu percebi uma coisa: toda boca, não é mais qualquer boca. Eu preciso antes, gostar do dono da boca e o dono da boca precisa ter nome. Esta boca, tem que ter dito coisas legais, que tenham me impressionado, caso contrário, ela é só uma boca. Uma boca cheia de dentes, língua e saliva, que não me atrai, que não me interessa, que não me faz bem como fazia antes. Eu não fiquei moralista, nem romântica, nem me tornei uma sonhadora, nada disso. O que aconteceu é que eu, agora, não consigo mais pensar numa boca sem contexto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O moço era bonito. Mais tarde, soube que se chamava Flávio, tinha 26 anos, era engenheiro civil e gostava de cinema. Ele veio se desculpar mais para o final da noite, já acompanhado, porém gentil. Entendi, desculpei e até disse meu nome (o verdadeiro, mas apenas o primeiro – tenho um nome composto, incomum e meio ultrapassado).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu tive a minha época de provar todas as bocas, sem contexto. Algumas pessoas vão entender que eu agora só transo por amor, só beijo com paixão e só fico com quem eu já conheça. Na verdade, é um pouco mais complicado que isso. O fato é que agora, a atração não acontece por acaso, e atração, nada tem a ver com amor, paixão ou "já conhecer alguém".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acho que hoje em dia, a "quimica" tem uma fórmula um pouco mais complexa que envolve Monty Pyhton, bom humor e um ingrediente secreto que eu nem sei o nome ainda. Vocês sabem?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo: &lt;a href="http://www.blogger.com/www.vagalume.com.br/.../as-time-goes-by-traducao.html"&gt;As time goes by &lt;/a&gt;– do filme Casablanca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota da autora&lt;/strong&gt;: Divulguem se curtirem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sigam-nos no Twitter: &lt;a href="http://www.twitter.com/pararaiodedoido"&gt;www.twitter.com/pararaiodedoido&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-2875906921098942102?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/2875906921098942102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=2875906921098942102' title='28 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2875906921098942102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2875906921098942102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/10/o-caso-do-doido-sem-nome.html' title='O caso do Doido Sem Nome'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-5115358859790094643</id><published>2011-09-20T11:40:00.003-03:00</published><updated>2011-09-20T11:50:47.079-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Lee'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><title type='text'>O caso do Doido Intolerante - Um post "Desabafo"</title><content type='html'>Sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós, começou a praticá-lo em algum momento da vida, alguns mais tardiamente, outros precocemente. A vida sexual de cada um é uma propridade intrasferível e não há como generalizar ou julgar alguém pelo seu comportamento entre quatro paredes. A conduta sexual de cada pessoa é única. Fim da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando começamos a escrever um blog sobre os nossos relacionamentos, achamos que seria muito tranquilo falarmos de nossas vidas sexuais, já que por uma razão natural, as experiências sexuais fizeram parte destas relações. Somos adultos, não somos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexo sempre foi um assunto muito natural para mim e, como crescemos juntas, partilhando das mesmas dúvidas, dos mesmos dilemas e às vezes, dos mesmos gostos, também sempre foi um assunto muito natural para a Lee. Fetiches, climas, momentos, posições, formas de encontrar o prazer e proporcioná-lo à pessoa que está junto da gente – essas coisas todas – sempre foram assuntos que nunca nos causaram constrangimento nenhum, afinal, é a felicidade amorosa da gente que está em jogo e, na minha opinião, o sexo tem um peso gigantesco no quesito "fazer dar certo" das relações amorosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, recebemos o seguinte comentário num post antigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2008/02/o-caso-do-doido-fetichista.html"&gt;&lt;strong&gt;Clique aqui para ler o comentário e o post- trata-se do ULTIMO comentário da pagina, com a data de ontem&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lógico que vocês podem dizer que não tem nada demais, que é só provocação, que deveríamos ignorar e tal, mas eu sinceramente fiquei bem triste por saber que existem pessoas deste tipo, com esta mentalidade pequenina e toda esta limitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, sexo tem de ser especial e é especial para mim. Não é pelo fato de não ser ortodoxo que não é especial. Não é pelo fato de não ser com o "grande amor da minha vida" (se é que isso existe) que não é especial. Não é pelo fato de não ter lágrimas pos-coito que não é especial. Não é pelo fato de não ter pétalas de rosas nos lençóis que não é especial. Não é pelo fato de não ser com a sua esposa/namorada/noiva que não é especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu posso dizer aqui, com toda a propriedade (e tenho certeza de que a Lee compartilha da minha opinião), que cada "relação-prazerosa-sem-fins-reprodutivos" das quais fiz parte (tenham sido elas, ortodoxas ou não) foram especiais. A razão disto, é que cada uma delas foi (e ainda é) uma busca. Uma busca pela felicidade e pelo prazer pleno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero aqui ser panfletária. Sei que a maioria arrasadora das pessoas que nos lêem tem uma mentalidade aberta e tranquila com relação a qualquer tipo de amor, qualquer forma de encontrar a satisfação, mas eu precisava desabafar. Fico indignada quando alguém age pelo impulso da intolerância, sem conhecer as argumentações do lado atacado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu respeito quem acha que "sexo especial" é aquele, básico, datado, rotineiro, com fins específicos, com uma pessoa em especial, afinal, eu também tenho meus momentos alencarianos. Eu também já desejei alguém mais que tudo e o sexo com ela seria considerado mais do que especial. Mas somos humanos e como humanos, somos diferentes uns dos outros. Cada um tem uma forma de achar cada coisa especial e o que é especial para mim, não é para o outro, por mais que sejamos parecidos em personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comentarista anônimo, que se identificou como "&lt;strong&gt;Jota&lt;/strong&gt;", disse que a Lee deve achar tudo "normal", inclusive sexo. Bem, nós achamos mesmo. Normal, natural, bonito, algumas vezes maluquinho, outras vezes engraçado, outras picante, e muitas vezes, fetichento também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoramos a forma como o ser humano lida com suas fantasias, é fascinante! E, a cada nova experiência, achamos cada vez mais compensador. Fica aí uma dica valiosa para o Jota: Ver o sexo de forma natural, faz bem para a vida e praticá-lo com mais frequência, faz com que cada dia ele se torne mais e mais especial, natural e inerente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É engraçado, pois a priori, eu achei que ele estaria achando a atitude de rejeitar o "Doido Fetichista", brochante (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2008/02/o-caso-do-doido-fetichista.html"&gt;&lt;strong&gt;Leia o post em questão AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;), mas depois, percebemos que ele achou brochante, a atitude da Lee de ter ficado a noite toda com os sapatos, obedecendo ao fetiche. Nas duas versões, é definitivamente um caso de indignação, pois como eu disse, ninguém é obrigado a ser como os outros ou aceitar algo que não lhe dê prazer. Assim como gostar do Van Gogh, não é um fator excludente para que eu não goste de Delacroix. Gosto dos dois. Talvez não com a mesma paixão, mas todos temos preferências, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, a vida continua – cada dia mais saborosa, porque as diferenças fazem toda a diferença. E as novas experiências e sensações são os elementos que me fazem acordar a cada manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota das Autoras&lt;/strong&gt;: Desculpem a todos por este desabafo. Acho que eu precisava disso, aliás nós duas precisávamos, afinal, estamos aqui já faz alguns anos, interagindo quase todas as semanase adorando cada comentário, seja ele concordando ou não com nossas atitudes. Mas é complicado ler um comentário ofensivo, julgador e de mau gosto, por mais que estejamos expostas a isso. Quem discordar, tem todo o direito de se manifestar, respeitaremos todas as opiniões, e quem concordar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos a todos aqueles que nos lêem e nos divulgam em seus twitters, facebooks, blogs e que tornam a experiência de escrever este blog cada dia mais estimulante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-5115358859790094643?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/5115358859790094643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=5115358859790094643' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5115358859790094643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5115358859790094643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-do-doido-intolerante-um-post.html' title='O caso do Doido Intolerante - Um post &quot;Desabafo&quot;'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-1499468395600707789</id><published>2011-09-19T11:01:00.005-03:00</published><updated>2011-09-19T11:37:04.265-03:00</updated><title type='text'>O caso da Doida sem Pinô Noar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá, seus lindos! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dei uma passadinha por aqui para avisar que hoje não tem post, mas é por um motivo muito nobre! Eu escrevi o post no notebook do meu pai (em minha casa) e "misqueci" completamente de enviar por e-mail, passar para o pen drive ou qualquer outra solução prática e óbvia. Podem me chamar do que quiserem, já que ando numa vibe doida, em que acho que devo ser punida (ui!) por todos os males do universo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda esta distração tem uma razão, sempre tem. No meu caso, chama-se "falta de álcool". Sim, estou em abstinência alcoólica e só Deus e a Santa Madonna Ciconne podem me julgar pelos meus atos neste período. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é promessa religiosa, não é recomendação médica, não é regime. É tentativa de conquistar um equilíbrio mental, minha gente. Tava foda, com o perdão da palavra. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estou passando por um período meio sabático e pretendo tirar todas as conclusões vitais para uma vida amorosa sadia, completamente sóbria. Nada de fitoterápicos, nada de absinto, nada de ervas medicinais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amanhã, estarei aqui, com o post da semana e espero que todos vocês compareçam para prestigia-lo, comentá-lo e divulgá-lo. É uma história recente, então já podem esperar uma dose de nostalgia nele, afinal, ando nostálgica até a raiz do terceiro molar que eu ainda conservo em minha boca cheia de dentes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De quaqlquer forma, agradeço a todos pelo carinho nos e-mails! Vocês são todos uns lindos mesmo! Algumas pessoas, escreveram perguntando o desfecho do meu caso com o "&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-do-doido-remanescente.html"&gt;&lt;strong&gt;Doido Remanescente (Clique Aqui e Leia)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;" e várias delas estão até torcendo por um final feliz. Fiquei über emocionada com a participação de vocês e agradeço cada um que se dispôs a entrar em contato. Este carinho é incrível! Prometo escrever um post com o desfecho, sim. Assim que tiver um desfecho, porque né? Tô toda desviada dos caminhos do bem. Oremos! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um beijo e até amanhã! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-1499468395600707789?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/1499468395600707789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=1499468395600707789' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1499468395600707789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1499468395600707789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-da-doida-sem-pino-noar.html' title='O caso da Doida sem Pinô Noar'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-586586930052497716</id><published>2011-09-11T22:23:00.002-03:00</published><updated>2011-09-11T22:29:19.574-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido inglês</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Para aqueles leitores que andam cansados dos seus doidos e sonham em se mudar para Londres com o objetivo de, enfim, conhecer uma pessoa normal, contarei esta história da nossa amiga, Dra. Bennet. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso clínico:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Homem, 35 anos, alto, loiro e inglês. Morava com os pais e tinha um emprego razoável em Londres. Nunca casou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história de Dra. Bennet com esse doido pode ser dividida em três partes, já que havia um oceano separando os dois e um período de 10 anos do início até o fim dela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Parte 1&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Começou em 2000, quando Dra. Bennet foi a Londres para um intercâmbio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Foram 6 meses de livros, pints de Guinness e gente nova na vida da nossa amiga. Apesar de ter conhecido alguns homens, nenhum interessou verdadeiramente Dra. Bennet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Até que na última semana em Londres, ela conheceu o doido inglês. Saíram com alguns amigos para jantar, conversaram, e já naquela noite ficaram encantados um pelo outro. Só que Dra. Bennet tinha de voltar para o Brasil. Damn it.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Parte 2&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Eles conseguiram manter contato graças à internet. Conversavam frequentemente. E&amp;nbsp; foi nesses bate-papos que Dra. Bennet percebeu que o humor do doido inglês oscilava bastante sem motivo aparente. Até que um dia, sem mais nem menos, ele a excluiu do Messenger e não respondia e-mails. Ficaram dois anos sem se falar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dois anos depois, ele mandou um email a ela, pedindo que retomassem o contato, explicando por que havia sumido. Segundo ele, tinha ficado com medo de que a relação deles se tornasse séria demais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ficaram mais alguns anos mantendo esse relacionamento (de amizade? de amizade colorida? de banho-maria para uma futura relação? who knows?). O doido vivia dizendo que esperava ansioso pelo dia em que eles pudessem se ver novamente, o que, inevitavelmente, acabava sensibilizando até a mais centrada e realista das mulheres.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Parte 3&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, Dra. Bennet resolveu voltar a Londres para morar e tentar começar uma nova fase na sua vida. Como mudanças sempre demandam tempo, ela e o doido só puderam marcar um encontro alguns dias depois. Mas para quem havia esperado 10 anos, o que seriam mais algumas horas, não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O reencontro foi muito bom. Ele foi gentil e carinhoso. Levou Dra. Bennet para que ela conhecesse a família e a apresentou a alguns amigos. Passearam por Londres e se divertiram juntos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Só que, talvez por se achar irresistível demais, ele continuava com aquele medo de que a relação deles ficasse séria demais!?! E sempre perguntava à Dra. Bennet se ela estava apaixonada por ele!?! Parece que ele achava que nossa amiga tinha ido a Londres só por causa dele, o que não é verdade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Ela tinha interesse nele, sim, mas sempre foi bastante racional com relação a esta história. Sabia que ele era um doido complicado, justamente pela variação de humor e de comportamento com relação a ela. Então, não, ela não estava querendo começar um namoro só porque compartilhavam, finalmente, o mesmo espaço físico.&amp;nbsp; E ela estava em Londres. Tanta coisa pra fazer em Londres, não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas, de acordo com o raciocínio dele, ela o queria. Queria muito. E ele tinha medo de relacionamento sério. Muito medo. Então o que ele fazia? Nos encontros com Dra. Bennet, ele era carinhoso. No entanto, sumia por alguns dias e fazia questão de mostrar que não estava disponível o tempo todo, nem mesmo como amigo para ajudá-la a resolver algumas pendências da mudança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o doido era um tanto devagar no sentido da pegada. Talvez pela educação, pelo desejo de não desrespeitar nossa amiga, pela oscilação de humor ou pela falta de habilidade (who knows?), ele só tentou ir além dos beijos depois de alguns encontros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Foram para a casa dele e tiveram, depois de 10 anos, a primeira noite juntos. Quer dizer, não foi bem uma noite juntos. Vamos aos fatos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Dra. Bennet, foi tudo bem rápido. Mas, né? Primeira vez juntos, tinha toda aquela ansiedade, expectativa e, daí, pronto, acabou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Depois que o sexo acaba, o que geralmente acontece? Tem aqueles que começam uma conversa despretensiosa enquanto permanecem abraçados. Tem aqueles que acendem um cigarro. Tem quem sai correndo pra tomar banho (isso é horrível, mas nos filmes isso acontece muito). E tem quem resolve estragar tudo com uma frase sem contexto:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #351c75;"&gt;Doido Inglês:&lt;/span&gt; &lt;i&gt;Pra mim, você é como uma irmã mais velha.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem preciso explicar a indignação de Dra. Bennet quando ouviu isso. Todas nós ficaríamos chocadas ao sermos comparadas com uma irmã após 10 anos de relacionamento virtual nada fraternal e de uns minutos de sexo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Só que Dra. Bennet nem teve muito tempo para digerir essa frase. Logo em seguida, ele virou pra nossa amiga e disse, levantando da cama e se arrumando:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #351c75;"&gt;Doido Inglês:&lt;/span&gt; &lt;i&gt;Vista-se.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Sim, ele mandou Dra. Bennet se vestir, como se ele tivesse acabado de conhecê-la no pub da esquina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Que tipo de homem trata mulher dessa forma? Que tipo de homem utiliza esse combo “você parece minha irmã + vista-se” depois do sexo? OK, são apenas perguntas retóricas que não precisam ser respondidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Shit happens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diagnóstico:&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Língua Frouxa&lt;/i&gt; (LF) desencadeada por um quadro crônico de &lt;i&gt;Falta de Tato&lt;/i&gt; (FT),&amp;nbsp; &lt;i&gt;Grosseria Congênita&lt;/i&gt; (GC) e &lt;i&gt;Deficiência de Sensibilidade &lt;/i&gt;(DS). Além de &lt;i&gt;Transtorno Bipolar&lt;/i&gt; (TB) e &lt;i&gt;Arrogância Degenerativa&lt;/i&gt; (AD).&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Tratamento aplicado:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dra. Bennet ainda encontrou o doido inglês mais algumas vezes depois daquela noite, já que, infelizmente, moravam no mesmo bairro e o encontro era inevitável. Mas ela manteve certo distanciamento porque viu&amp;nbsp; que ele não era nenhum lord inglês. Muito menos um Mr. Darcy (&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lGHH0jdmQk4/TAP9TVRJd4I/AAAAAAAAACw/jI8R_sN8Qvs/s1600/MINI+S%C3%89RIE+BBC+-+ORGULHO+E+PRECONCEITO+-+PRIDE+AND+PREJUDICE+-+1995+-+DIRE%C3%87%C3%83O+SIMON+LANGTON+-+COLIN+FIRTH,JENNIFER+EHLE,+DAVID+BAMBER,+CRISPIN+BONHAM-CARTER.jpg"&gt;aqui&lt;/a&gt;). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Anotações posteriores:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A vida não está fácil nem em Londres. Dra. Bennet acabou voltando para o Brasil alguns meses depois. Antes de retornar, jogou aquela história de 10 anos no rio Tamisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O doido? O doido a excluiu do Messenger enquanto ela ainda estava lá. E torcemos para que tenha se afogado no Tamisa também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler, ouvindo “Turning tables”, Adele (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=3J4L4FP1WDY&amp;amp;feature=related"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-586586930052497716?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/586586930052497716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=586586930052497716' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/586586930052497716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/586586930052497716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-do-doido-ingles.html' title='O caso do doido inglês'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-9126628782291663699</id><published>2011-09-05T10:43:00.003-03:00</published><updated>2011-09-06T14:17:48.632-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Remanescente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Post longo, já aviso. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É sabido que sou uma garota de sorte, mas a sorte é relativa, já diria o poeta Albert Einstein, num rompante de inspiração. Tenho algumas peculiaridades na vida, que as vezes fazem com que eu acredite que talvez a melhor coisa a fazer seja esperar até os 40 anos, mudar-me para o Sri Lanka e morrer sozinha, imaginando como teria sido a minha vida ao lado de algum doido que já tenha tido alguma chance de ficar comigo. Prova disso é que todas as vezes que, por algum motivo grave ou estúpido, eu termino com algum doido (ou ele termina comigo, não importa muito a ordem dos fatores), num átimo, eles aparecem casados (com outra moça, que fique claro), e pelo menos 2 filhos (desta outra moça, obviamente). É como se eu inspirasse nos rapazes uma vontade insana e descontrolada de constituir família, mas não comigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com este doido, a coisa aconteceu de uma forma meio complicada. Nós nos gostávamos, mas por um lapso do destino, a família dele achou que eu não servia (sou boa moça, acreditem – o lance foi bem mais profundo e eu teria que ficar uns três dias aqui contando todos os pormenores do negócio) tivemos que terminar. Eu me lembro que chorei de raiva por uns 20 dias, depois tomei uma Cibalena e toquei a vida porque, né? O tempo urge, e comigo não é diferente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não deu outra, uns quatro meses depois, ele estava se casando (com toda pompa e estilo) com uma moça que provavelmente a mãe dele (e toda a família) aprovava, mais uns meses depois ele já era pai de um menino e algum tempo mais tarde, já tinha tido mais três. Fiquei feliz por ele, agradeci a fofoca, já que nessas horas, é só o que se pode fazer, e continuei minha vida, &lt;em&gt;caminhando, cantando e seguindo a canção&lt;/em&gt;, que eu ganho mais (ou não, depende do ponto de vista – seguir a canção não tem dado muito lucro ultimamente).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, encontrei-me com ele em duas ocasiões, troquei cumprimentos educados (porque sou fina e não guardo rancor de quem me espezinhou e jogou na minha cara toda a minha inépcia em ser boa esposa e boa mãe – não que isso tenha acontecido de fato, falei por falar) e me mantive no salto agulha meia-pata, já que meço 1,60m e preciso de artifícios para alcançar os metriointenta do povo por aí.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eis que a vida é uma caixa de bombons sortidos, Forest Gump já confirmara isso anos atrás, e eu precisei de vinho emergencial, numa madrugada destas. Rumei para o único supermercado 24h que eu conhecia, mais próximo da minha residência. Estava eu de calça de pijamas, Crocs, camiseta do Laranja Mecânica (que pelo estado, poderia-se dizer que era original da época do lançamento do filme), cabelos presos num rabo-de-cavalo ao estilo "Jeanie é um Gênio" e meus óculos reserva (que segundo a Lee, pertenceram ao Woody Allen).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando estou chegando na parte de "Snacks e Porcarias", dou de cara com quem? Sheldon Cooper? Alice Cooper? Winnie Cooper? Não. Doido Remanescente (é assim que vou chamá-lo), com tênis de cooper, bermuda cargo com 500 mil bolsos, camiseta pólo e cabelo inexistente (ou quase). Estava bonito, apesar da calvície (que eu particularmente gosto, não MIM julguem).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de eu tentar me esconde atrás de um pacote de Doritos Família sabor Natural, ele deve ter reconhecido a camiseta (só pode ter sido, já que o Crocs era novo) pois gritou lá do outro lado da sessão, perto da gôndola de Pringles:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Remanescente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: BRIDGET (ele me chamou pelo meu nome inteiro, o composto, que quase ninguém sabe)? É você?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Oh, oi! – neste momento, eu coloquei o Doritos gigante de volta na prateleira, afinal, não queria que ele pensasse que virei uma destas solteironas malucas que vai ao supermercado de madrugada saciar seus vícios de solteirona maluca – Tudo bem com você?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Remanescente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Tudo, e com você? – neste momento ele colocou de volta as três embalagens de Pringles que ele levava nas mãos, imagino que tenha sido para que eu não pensasse que ele alimentasse os quatro filhos com batatas assadas sabor Barbecue.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Tudo. Como você está? – era para ser uma destas perguntas retóricas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Remanescente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Separado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu, nesta hora, já emendei com a pergunta que viria depois automaticamente, nem reparei no que ele tinha respondido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: E as crianças? – depois, pensando bem, percebi que esta pergunta, na sequencia havia ficado um tanto quanto ridícula, mas enfim, vou fazer o quê?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Remanescente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Com a mãe.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Silêncio).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Não, não – percebendo a merda que eu tinha perguntado – quero dizer, como elas estão?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Remanescente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Estão bem. Dormindo, eu imagino.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: É, é hora de criança dormir, mesmo. – e ri. Eu ri, nervosamente. Merda, merda, merda!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Remanescente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Você está ótima. Casou?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nesta hora, eu pensei em dizer "sim, casei e vivo feliz numa casa com cerca branca, um filho loirinho de bochechas rosadas e um marido que acorda todos os dias com hálito de Close-up Ice Mint", mas só consegui mover a cabeça negativamente e pensar no Crocs azul marinho que eu vestia. Como é que eu poderia estar casada e feliz com um Crocs azul marinho e um Cabernê Sovinhon de 15 reais na cestinha do supermercado as 2:45 da manhã de uma terça-feira?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Remanescente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Eu... posso te ligar um dia para gente conversar? – ele disparou sem que eu tivesse tempo de pensar em nada elaborado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Não sei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Remanescente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Poderia ser agora se você puder.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pensei em dizer a ele que eu tinha um namorado franco-germâncico me esperando em casa, mas lembrei-me que a única coisa que me esperava em casa era uma biografia não-autorizada do pintor Rubens e um filme islandês sem legendas chamado "O casamento da Noite Branca" (alguém já viu?).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Posso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fomos para uma padaria ali perto e ficamos conversando até o pãozinho do dia sair (afinal, trabalhamos). Ele pediu para que eu tirasse os óculos, rimos do meu corte de cabelo assimétrico, comemos bruschetta (eu disse BRUSCHETTA, gracta!), e falamos da vida. Falamos de como lidamos com a separação (minha e dele) e ele me contou como estava lidando com a recente separação. Parecia triste com o fim. Também parecia feliz com o recomeço. Parecia confuso com o presente, arrependido pelo passado e assustado com o futuro. Parecia tão humano, tão frágil. Pediu-me desculpas pela forma como tudo tinha terminado entre nós, anos atrás. Desculpas pela mãe dele, pelo jeito dele, pelas coisas que ele poderia ter me dito, mas não disse, por ter achado melhor não dizer nada mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Senti-me estranha. Senti-me feliz e culpada por me sentir feliz. Fiquei triste com a separação dele e triste com a nossa separação, num passado distante, quase apagado, mas compreendi que algumas coisas são inevitáveis e estas coisas acontecem com algum objetivo misterioso mas só descobrimos qual é este tal objetivo, anos depois. Relações terminam, ficam os legados, ficam os herdeiros, ficam as marcas e tempos depois esvaem-se as mágoas, ficando apenas as lições.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele e eu, nunca teria dado certo, eu pensei. Mesmo porque, ele não gosta de Monty Python.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo &lt;a href="http://letras.terra.com.br/radiohead/68008/"&gt;&lt;strong&gt;High and Dry do Radiohead&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota da Autora&lt;/strong&gt;: Novamente estamos com dificuldades de divulgar os posts pelo Twitter, então, se você acha que merecemos (please!), por favor deêm aquela mão amiga (ui!) e divulguem para nós. Ficaremos eternamente gractas e quando precisarem de divulgação também, é só pedir que faremos um jabá todo especial. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Update&lt;/strong&gt;: A gata do mês, Vanessa nos deu um selinho e eu nem sei exatamente como se faz para retribuir este carinho tão legal (porque né? sou destas que não entendem muito bem de etiqueta virtual). O selo chama-se "Este blog eu recomendo". A forma mais delicada e justa que encontrei de retribuir é divulgando o blog dela aqui. Corram lá: &lt;a href="http://fragmentoseinquietacoes.blogspot.com/"&gt;Fragmentos e Inquietações&lt;/a&gt; - Vanessa, tentei comentar lá, mas não consegui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-9126628782291663699?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/9126628782291663699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=9126628782291663699' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/9126628782291663699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/9126628782291663699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/09/o-caso-do-doido-remanescente.html' title='O caso do Doido Remanescente'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4366604056424136045</id><published>2011-08-29T10:02:00.004-03:00</published><updated>2011-09-02T12:03:34.758-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O Caso do Doido Detetive</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CASO CLÍNICO&lt;/strong&gt;: Eu tinha terminado uma relação difícil (já perceberam que eu sempre estou terminando relações difíceis? Nasci para isso, acho) há pouco tempo e meu discurso "quero-me-conhecer-antes-de-emendar-uma-relação-na-outra" estava sendo divulgado a plenos pulmões por mim em todas as reuniões sociais. Eu não ia cometer o mesmo erro de TODAS as vezes (há-há-há).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não sei vocês, mas eu tenho uma turma de amigos muito - como dizer isso sem magoá-los? – participativa, quando se trata de relações amorosas. E, óbvio que eles decidiram que eu me daria bem com este doido, (um amigo da Lee que eu nunca reparei direito) já que éramos feitos um para o outro, tínhamos o mesmo humor, ele era "super pra cima", e talicoisa. Ficaram umas 3 semanas com a propaganda, até que finalmente, nos esbarramos numa destas baladinhas de solteiros(as) em que eu já não ia faz tempo por 2 motivos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. Preguiça.&lt;br /&gt;2. Preguiça. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O rapaz não era feio, inclusive tinha todos os dentes (em perfeito estado, aparentemente), era jornalista atuante numa destas revistas intelectualóides, e articulava bem sobre assuntos variados. Nós já tínhamos nos conhecido e nos visto mais de uma vez, mas sabe aquela pessoa que não te chama a atenção? Era ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por algum motivo que eu não sei qual, nunca tinha me ligado muito na presença do moço nas nossas reuniões de amigos (apesar dele jurar estar sempre lá), e fiquei até surpresa com o fato dele já ter me "percebido", apesar da minha baixa estatura, corte de cabelo esquisito e óculos. É, há sempre alguém nos observando, pensei com ternura (&lt;em&gt;sarcasm detected&lt;/em&gt;*).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A noite foi legal. Ele tomou a liberdade de querer me levar em casa, e eu tomei a liberdade de aceitar. Gentil, muito gentil. Sem beijo de língua na despedida. Apenas um "você é linda", um "obrigado pela noite" e um cafuné estranho. Gentil, muito gentil, afinal, naquela noite eu não tinha dado (ui!) nenhum sinal revelador. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia seguinte:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O rapaz me chama para sair. Aceito, afinal é um domingo e domingos são dias estranhos. Ele diz querer "correr" comigo. Algumas poucas pessoas sabem que eu as vezes corro (cof cof) aos domingos, depois vou ao Trianon ver os artistas de rua, depois almoço na Bela Paulista, religiosamente. Ele sabia. Tentei não me assustar com a revelação, imaginei que a Lee tivesse contado. Foi um domingo tranquilo tirando o fato de que ele sabia que eu gostava de Radiohead, que eu não comia acelga e que eu nunca pintava as unhas dos pés de cor clara. Isso tudo sem que eu nunca tivesse dito nada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No meio da semana, um convite para jantar. Aceito meio desconfiada, mas atraída pela curiosidade, afinal, ele se demonstrou atencioso, solícito e interessado e eu sou destas que valorizam estas qualidades. Ele veio me pegar em casa, pontualmente e me levou no restaurante que eu frequento há uns dez anos. Ele já sabia o que eu fazia, meus títulos acadêmicos, onde eu já tinha trabalhado e com quem. O homem tinha um dossiê "Bridget Jones".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O problema é que eu não tenho Orkut. Não tenho Facebook. Não tenho Twitter pessoal, não tenho Flickr. Se bobear, não me acham nem no Google. Sim, eu tenho medo da exposição, beijos. Podem me chamar de neurótica, eu aceito. Preciso de terapia, admito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Imaginando que andavam espalhando meus hábitos e gostos por aí, perguntei as pessoas que me conhecem bem, se o Doido Detetive andava me sondando. Ninguém disse nada. Assustada fiquei, mas achei que deveria perguntar para ele como sabia tanto de mim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Perguntei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Resposta do Doido: "&lt;strong&gt;Eu. Tenho. Minhas. Fontes&lt;/strong&gt;."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fontes. Fontes, minha gente! Como se eu fosse o chefe da máfia e ele quisesse me pegar no pulo.&lt;br /&gt;Neste estágio da "relação", tínhamos apenas trocado um "french kiss", meia carícia mais ousada, e uns cafunés (ele insistia com esta coisa de cafunés). Até que se deu o seguinte fato:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estou no trabalho, na minha mesa. Tenho um ramal direto na minha mesa. Ninguém tem este número, a não ser a Lee, a minha mãe e a minha irmã. Ele liga. Perguntado sobre COMO conseguiu o meu telefone, ele alega ter "procurado na lista". Perguntou para alguém da turma onde eu trabalhava, decidiu dar uma de detetive, ligou no telefone geral da empresa, pediu para falar comigo e BUM! O problema é que EU mesma tentei fazer isso, para testar, e não consegui falar comigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até agora, não tenho idéia a que "fontes" ele se referia. Perguntei para a Lee se ele era inofensivo e as palavras dela nos fizeram rir por horas. Ela disse: "Tão inofensivo quanto um tigre banguela!" Obviamente, não teve graça nenhuma, mas estávamos bêbadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Achei melhor, por bem, apresentá-lo a uma amiga minha, muito mais afeita a essas coisas de "redes sociais", assim, ele não teria tantos obstáculos com as ditas fontes, afinal, eu sei que dou um certo trabalho. Sabem, é legal quando alguém se interessa pela gente, quer nos conhecer, pergunta sobre a nossa vida, tem prazer em saber dela. Mas o legal é justamente essa interação, esse prazer de descobrir o outro e ser descoberto. Mostrar-se, ver, desenhar o outro no seu subconsciente, idealizar-se e idealizar o outro também.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu até quis conhecê-lo, mas ele sabia tanto de mim, sem eu ao menos ter a chance de contar do meu jeito, que eu achei que já estava em desvantagem logo de início.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Termino este post, com uma dúvida: será que eu estou certa? Tenho manias estranhas, admito, mas de qualquer forma, ele não gostava de Monty Python, mesmo!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo "&lt;a href="http://letras.terra.com.br/coldplay/64278/traducao.html"&gt;&lt;strong&gt;The Scientist&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;" do Coldplay. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4366604056424136045?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4366604056424136045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4366604056424136045' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4366604056424136045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4366604056424136045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/08/o-caso-do-doido-detetive.html' title='O Caso do Doido Detetive'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-7322834167093168636</id><published>2011-08-07T20:47:00.003-03:00</published><updated>2011-08-07T21:00:14.504-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido chorão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Leitores fãs de Los Hermanos: &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Não se chateiem comigo. Música é uma questão muito pessoal. Então todas as vezes em que eu citá-los, substituam pela banda que vocês mais odeiam. O efeito e o sentido são os mesmos. &lt;/i&gt;=) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Caso clínico:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Homem, 25 anos, estudante de Veterinária, cabelos castanhos e olhos muito azuis. É o tipo de homem que você olha insistentemente para tentar entender por que ele é tão lindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta de tamanha perfeição, Brid e eu, que nunca disputamos um homem na vida, acabamos desenvolvendo uma paixãozinha instantânea por ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nossa história platônica começou numa festa que reuniu a fina flor da sociedade nerd do campus da faculdade. Ele estava lá usando uma camiseta do filme &lt;i&gt;Dr. Dolittle&lt;/i&gt;. Achamos lúdico e passamos a noite toda olhando o doido jogar “God of War”, pensando:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: #20124d;"&gt;- Why so PERFEITO?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na segunda vez em que o vimos, ele estava com o rosto todo vermelho. Na mesa do bar, ele contou uma história tristíssima de um cachorrinho que ele tinha atendido e estava com os dias contados. Então descobrimos que, além de lindo, nerd e lúdico, ele também era sensível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Dias depois, nós o encontramos no cinema com alguns amigos. Coincidentemente, iríamos assistir ao mesmo filme: um drama italiano, recheado de corações metaforicamente despedaçados. Depois da sessão, fomos tomar um café e lá estava ele com o rosto vermelho novamente de tanto chorar com a história de um casal separado pelas agruras da guerra. Descobrimos, então, que ele era bem sensível mesmo. Mas &lt;strike&gt;perfeito&lt;/strike&gt; lindo ainda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Após tantos encontros por acaso, um amigo em comum, que já tinha certo interesse pela Brid, resolveu nos chamar para ir a um show de vários artistas. Ele iria com a Brid e o doido veterinário iria comigo. Apesar de acharmos shows de várias bandas juntas bem chatos (taí o Rock in Rio que não me deixa mentir), fomos pelas companhias, sem saber qual seria o line up.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Durante a espera pelo primeiro show, conversamos um pouco. Percebi um leve interesse dele por mim: uma mão na minha perna, um carinho no cabelo, uma cerveja dividida e um olhar que não desviava de mim nem quando eu cantei e dancei "China Girl", do Bowie (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NEl6BBLwSa0"&gt;aqui&lt;/a&gt;), que eu amo tanto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Brid já tinha se ajeitado com o amigo e meu caminho estava, portanto, livre pra rolar umas beijocas. Mas o show resolveu começar e, ao ouvir os primeiros acordes, o doido vet entrou em transe. Os Los Hermanos estavam no palco. Os Loser Manos! Que porcaria de show era aquele? Virei para o doido pronta pra dizer “eu odeio esses caras”, mas percebi que ele gritava “uhuuu”. Olhei em volta e, tirando a Brid e o amigo que estavam se engolindo, eu vi uma alcatéia de fãs famintos por Loser Manos. Com ojeriza, calei-me. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Depois da primeira música, começaram a tocar "Primavera”, que eu odeio com força. Olhei para o doido com cara de “me tire daqui”, mas notei que ele chorava. Lágrimas escorriam pelo rosto dele! E ele cantava e berrava aquela letra irritante. Eu não acreditava no que via, mas mesmo achando toda aquela cena bizarra, coloquei minha mão no ombro dele, tentando consolá-lo porque achei que aquela música fosse, sei lá, marcante para ele. Ele me abraçou e senti as lágrimas molhando meus cabelos. Por cima do ombro dele, procurei desesperadamente a Brid, que me olhava com aquela cara de “uadarréu”. Mas eu também não entendia nada. Ele me soltou e aí começou a falar sem parar:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: #20124d;"&gt;- Essa banda é foda. Esses caras não podem parar de tocar nunca. Que música fodaaaaaa. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;E ele continuou repetindo essas frases por alguns minutos, enquanto eu começava a&amp;nbsp; sentir náusea e raiva, raiva e náusea. Naquele instante, percebi que ele chorava copiosamente não pelas lembranças que a música trazia, mas pelos Los Hermanos. Pelos Loser Manos! Ele era daqueles fãs coxinhas que se debulham nos shows com aquelas letras melodramáticas sobre amor e desilusão tiradas, talvez, de poemas de Drummond que circulam pela internet, os quais nunca foram, efetivamente, escritos por Drummond.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Bem, o doido chorou (com lágrimas escorrendo) até o final do show dos barbudos. E eu fiquei me perguntando:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: #20124d;"&gt;- Why so IDIOTA?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Quando o martírio acabou, o doido saiu daquele transe, enxugou o rosto e me perguntou de que música dos Loser Manos eu mais gostava. Sabendo que os caras simplesmente renegam o grande sucesso deles, respondi:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: #20124d;"&gt;- Anna Júlia. Musicão.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;(Quem quiser relembrar essa belezinha de música, clique &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-PArDXQX-4M"&gt;aqui&lt;/a&gt;). :D&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E voltamos para a cara de nojinho do doido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diagnóstico:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Emotiones Superafloradis&lt;/i&gt; (ES). &lt;i&gt;Lacrimejamento Excessivo&lt;/i&gt; (LE) causado por &lt;i&gt;Descontrole Psicológico&lt;/i&gt; (DP) desencadeado por &lt;i&gt;Música Sofrível &lt;/i&gt;(MS) e &lt;i&gt;Bebida Etílica&lt;/i&gt; (BE).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tratamento:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Acabei beijando o doido ali no festival, depois que o rosto dele voltou à cor normal e ele podia ser, novamente, aquele homem lindo pelo qual eu me apaixonara platonicamente. Beijei porque era lindo mesmo, mas eu olhava pra ele, sabendo que, pra mim, ele seria apenas isso: lindo. Sem nenhum outro adjetivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Depois, fiquei lembrando de todas as vezes em que ele tinha chorado na minha frente e se mostrado sensível demais, carente demais, fraco demais. Tão loser quanto os Loser Manos. E achei melhor não pegar um bebê chorão pra criar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Anotações posteriores:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Até acho normal dar uma choradinha no show do Paul McCartney, sabe? Porque, né? B-E-A-T-L-E. Mas pelo Camelo? Pelo Amarante? Por esses caras que são iguais àquele pessoal do Centro Acadêmico da faculdade que paga de cool e poeta? Por favor, não.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;E, definitivamente, não gosto de homem chorão. Confesso que tenho uma visão bem machista com relação a isso. Acho que homem deve chorar quando tem um motivo importante. Homem não deve banalizar suas lágrimas, ainda mais na frente de outras pessoas. Porque as mulheres legais que eu conheço não se interessam por caras assim. Acho que esse já é um bom motivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Pronto. Leitores fãs de Loser Manos e leitores homens sensíveis: acabem comigo nos comentários, beijos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;***&lt;/div&gt;Para desintoxicar, vamos ficar com Deus Bowie novamente: "Ashes to ashes" (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6aB8WaY5-7k"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-7322834167093168636?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/7322834167093168636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=7322834167093168636' title='40 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/7322834167093168636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/7322834167093168636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/08/o-caso-do-doido-chorao.html' title='O caso do doido chorão'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>40</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-3738400644737156521</id><published>2011-07-26T11:07:00.004-03:00</published><updated>2011-07-26T11:32:38.175-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso da doida "Cabernê Sovinhon Merlô" (ou The Amy Winehouse's Post)</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/amy-winehouse/906459/traducao.html"&gt;Will You Still Love Me Tomorrow?*&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca pensou nesta frase, atire a primeira taça de Merlô Sovinhon Cabernê na cara do garçon. Naquele momento em que você conquista e é conquistado, todas as etapas da coisa já foram ultrapassadas com sucesso, inclusive a bendita da prima cópula. Você olha para a pessoa ao seu lado (muitas vezes, ela está dormindo, mas os apaixonados não dormem na prima nocte – os apaixonados fingem dormir para poder olhar o outro dormindo depois) e pensa: "você ainda vai gostar de mim amanhã?".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tonight with words unspoken&lt;br /&gt;You said that I'm the only one&lt;br /&gt;But will my heart be broken&lt;br /&gt;When the night meets the morning sun?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca? Eu, já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/amy-winehouse/879605/traducao.html"&gt;My Tears Dry On Their Own&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa coisa de lágrimas secarem sozinhas é um tanto dramático, não é mesmo? Mas faz a gente acreditar que chorar de novo nem vai ser tão ruim. Elas secam por si só, elas voltam a cair, num ciclo infinito de altos e baixos. Amor é isso. Paixão é isso. Frustração é isso. Raiva é isso. E qual é o amor que não tem paixão, frustração e raiva? Apatia não é amor. Calmaria não é amor. Amor é movimento. Movimento, as vezes, nos faz cair. E quando caímos (tal e qual eternas crianças emocionais que sempre seremos), choramos. Mas as lágrimas, ah, as lágrimas secam sozinhas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;He walks away&lt;br /&gt;The sun goes down,&lt;br /&gt;He takes the day but I'm grown&lt;br /&gt;And in your way&lt;br /&gt;My deep shade&lt;br /&gt;My tears dry on their own&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca? Eu, já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/amy-winehouse/879972/traducao.html"&gt;Love Is a Losing Game&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Olha, esta eu me recuso. Se esta música fosse minha, seria autobiográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Why do I wish I never played&lt;br /&gt;Oh, what a mess we made&lt;br /&gt;And now the final frame&lt;br /&gt;Love is a losing game&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca? Eu, já! Eu já, muitas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/amy-winehouse/879972/traducao.html"&gt;You Know I’m No Good&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ninguém é bonzinho. O problema é que todas as vezes em que eu aviso dos danos que eu causo, é porque eu realmente desejo que comprem o pacote todo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;I cheated myself&lt;br /&gt;Like I knew I would&lt;br /&gt;I told you I was trouble&lt;br /&gt;You know that I'm no good&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca? Eu já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não, isso não é uma homenáge a trois. Isso é um lamento. Todos somos um pouquinho Amy. Sem fazer nenhuma apologia a nenhum tipo de hábito torpe ou pouco saudável, todo mundo um dia, já foi um pouco Amy, já ficou triste como Amy, já xingou como Amy, já amou como Amy. Ainda que nem gostem da música dela. Amy representa extremos. O que pode ser bom, quando descarregamos o que temos em excesso, mas também pode ser destrutivo. Excessos e Extremos, assim mesmo, com maiúscula.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E agora, quando eu cantar o refrão de "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/amy-winehouse/932418/traducao.html"&gt;Back to Black&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;", provavelmente eu vou sentir um gostinho de vinho barato, misturado com lamento. Amy embalou minhas tristezas, não só as que envolveram bebida alcoólica, cigarros e lágrimas, porque nem sempre envolvem (só de vez em quando, já que ninguém é de ferro, quanto mais, eu). Amy embalou minhas tristezas secas, com sua voz gigante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Cheers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Peço desculpas por não colocar os links do Youtube, mas aqui no meu "siviço" é bloqueado. Mas coloquei os links das letras e o site disponibiliza os vídeos, certo? Certo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Esta música foi gravada originalmente por Carole King. Está na trilha sonora de "Bridget Jones - No Limite da Razão", onde eu a ouvi pela primeira vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-3738400644737156521?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/3738400644737156521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=3738400644737156521' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/3738400644737156521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/3738400644737156521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/07/o-caso-da-doida-caberne-sovinhon-merlo.html' title='O caso da doida &quot;Cabernê Sovinhon Merlô&quot; (ou The Amy Winehouse&apos;s Post)'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-8260355166523860123</id><published>2011-07-18T23:31:00.005-03:00</published><updated>2011-07-18T23:39:47.060-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido engraçadão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Vamos parar de tanto mimimi nos posts? Vamos falar de bobagens e rir um pouco da vida alheia? Vamos.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Para evitar o constrangimento e a fadiga, vamos dizer que o caso clínico de hoje pertence a uma amiga nossa, que chamaremos de &lt;b&gt;Dra. Vivian Ward&lt;/b&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Aviso: contém palavras de baixo calão. &lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Caso clínico&lt;/u&gt;:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Homem, 33 anos, moreno, olhos castanhos, estatura mediana, publicitário e marketólogo. Mas o importante mesmo é que ele tinha 33 anos, idade que já deveria ter trazido certo amadurecimento ao doido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Vamos resumir o romance da Dra. Vivian, dizendo que ela tinha o mesmo problema que eu: foi gostar de alguém que morava muito longe e só se fodeu nesta vida. Desculpem os termos, mas se eu dissesse que ela “só se deu mal nesta vida”, eu estaria sendo pouco fiel à realidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Foram meses de relacionamento à distância e alguns encontros muito intensos – alguns poucos encontros aqui em São Paulo e outros vários na terra muito longe dele. Eles se gostavam muito e o doido, principalmente, fazia inúmeros planos de uma vida juntos. Sabem aqueles caras que tratam as mulheres pelas quais estão apaixonados como os seres mais incríveis do planeta? Ele era desses. Era.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas a distância, sempre ela, complicava muito o final feliz dos dois. Afinal, nem o doido nem a Dra. Vivian poderiam largar suas vidas e viver de amor. Assim, nunca assumiram de fato um namoro. Apesar de se gostarem muito, os longos períodos em que ficavam sem se ver eram cruéis para ambos. Eles decidiram, então, que enquanto eles não pudessem namorar, poderiam ficar, eventualmente, com outras pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Tudo ia bem entre eles. Até que um dia nossa doutora resolveu fuçar o perfil do doido no Facebook e descobriu que ele tinha acabado de iniciar um “relacionamento enrolado” com uma menina que tinha bochechas iguais às do Papa Burguer (um boneco antigo do McDonald’s - &lt;a href="http://ricoswaff.com/blog1/wp-content/uploads/2011/07/hamburglar.gif"&gt;aqui &lt;/a&gt;-,&amp;nbsp; lembram? ) e morava em Florianópolis, cidade bem mais distante da terra do doido do que São Paulo, vejam só.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Dra. Vivian não compreendeu bem esse namoro à distância do doido, porque, afinal de contas, o namoro deles nunca tinha dado certo apenas pelas centenas de quilômetros que os separavam. Daí, de um dia para o outro,&amp;nbsp; a distância não era um problema para ele e para o Papa Burguer? Dra. Vivian achou melhor seguir sua vida no maior estilo “deixa que esses dois filhos duma égua se lasquem, beijos”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Bem, mas doido que é doido sempre resolve aparecer cheio de saudade. Um dia, Dra. Vivian resolveu parar de evitá-lo do Gtalk e conversar um pouco pra saber como andavam as coisas. Segue, então, o diálogo surreal que tiveram:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;Doido:&lt;/b&gt;&lt;i&gt; Vivian, eu to com muita saudade de você. Sempre fico pensando numa maneira de a gente ficar junto, blá, blá, blá... Mas a distância é tão complicada, blá, blá, blá... Daí outro dia eu ouvi uma música que me deixou muito triste.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dra. Vivian &lt;/b&gt;(já cheia de ternura no coração, imaginando que o doido estivesse ouvindo, sei lá, Adele, e lembrando dela): &lt;i&gt;É mesmo, doido?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Doido:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;É, sim. Uma música que todo mundo já conhecia, menos eu.&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dra. Vivian&lt;/b&gt; (ansiosa pela resposta):&lt;i&gt; Qual? ;-)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;Doido:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Acho que é do Velhas Virgens. Chama “Toda puta mora longe”.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Diagnóstico&lt;/u&gt;:&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Acho que dizer que ele tinha &lt;i&gt;Falta de Noção&lt;/i&gt; (FdN) não é muito preciso. O doido quis fazer o engraçadão num momento totalmente inapropriado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Tratamento&lt;/u&gt;:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma pausa dramática de alguns minutos para que os olhos de Dra. Vivian Ward se enchessem de ódio, ela disse:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;Dra. Vivian:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;É... Não é fácil ter mulher em outro Estado, não é mesmo?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Doido:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Outro Estado? Mas eu e você moramos em São Paulo!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;Dra. Vivian:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Mas tua namorada, aquela PUTA, mora em Santa Catarina. Esqueceu?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Anotações posteriores&lt;/u&gt;:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Não sejamos hipócritas: alguns xingamentozinhos são válidos quando há contexto (sexual). Mas quando eles surgem em situações totalmente inadequadas, é difícil compreender e relevar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O doido ficou longos minutos sem responder. Até que percebeu a besteira que tinha falado e pediu milhões de desculpas e tentou explicar que a letra da música falava que as melhores mulheres do mundo moram longe e tal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Dra. Vivian googleou, encontrou a letra da música e mandou o doido calar a boca pra não piorar as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;****&lt;/div&gt;Pra quem ficou curioso: "Toda puta mora longe”, do Velhas Virgens, letra (&lt;b&gt;&lt;a href="http://velhas-virgens.musicas.mus.br/letras/116262/"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;) e música (&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xc9pBZV4MHE"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pra quem ficou com aquela mágoa de cabocla com a falta de noção do doido engraçadão, é só cantar o refrão com a gente e a fofa da Lily Allen: “Fuck you” (&lt;b&gt;&lt;a href="http://youtu.be/2WUD-nhsmkw"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-8260355166523860123?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/8260355166523860123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=8260355166523860123' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8260355166523860123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8260355166523860123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/07/o-caso-do-doido-engracadao.html' title='O caso do doido engraçadão'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-1212691511005420876</id><published>2011-07-11T22:58:00.003-03:00</published><updated>2011-07-11T23:02:23.183-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Lee'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso dos doidos que chegou ao fim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Tenho certeza de que muitos de vocês já escreveram e-mails que nunca foram enviados. E-mails sinceros que nunca encontraram seus destinatários. Não tenho muitos deles porque quase sempre prefiro enviar e aguentar as consequências das minhas palavras nem sempre doces. Respostas? Às vezes, recebo. Muitas vezes, não.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Mas este texto é um desses e-mails que ainda sobraram na caixa de saída. E antes de apagar, porque enviar hoje já não faz nenhum sentido, resolvi publicá-lo aqui.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso clínico:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Homem, 20 e poucos anos. Mulher, 20 e poucos anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Inevitável criar expectativas e vivenciar sentimentos fortes quando conhecemos alguém. Por isso, não me julgue. Conhecer alguém é fazer uma aposta com você mesmo, de que você vai, enfim, fazer uma escolha certa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Quando te conheci, não foi diferente. Falar com você era voltar a ser uma menina tímida, que estremecia com cada frase sua em que você demonstrava que o interesse era recíproco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Éramos bons juntos. Tínhamos sintonia, queríamos saber mais, desejávamos nos conhecer e apostar. Fazíamos planos. Imaginávamos situações, gestos, palavras trocadas, momentos juntos que nos fariam felizes. E fazíamos promessas, embora fazer promessas seja sempre um clichê.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Para você, eu era bonita, meiga, encantadoramente tímida e cheia de facetas a serem desvendadas. E eu percebia que você queria me descobrir porque foram muitos dias de conversas e centenas de perguntas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Para mim, você era um eterno curioso, alguém que me investigava pra me revelar, pra ajudar a me construir. Você era bonito, encantadoramente convencido e divertido, mesmo nos dias de mau humor. E me deixava orgulhosa quando conjugava o verbo “pentear” corretamente. Sim, éramos muito bons juntos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Não, nunca fomos inteiros um para o outro. Conscientemente ou não, você sempre impunha barreiras que me impediam de saber da sua vida de todo dia. E meu comportamento era um reflexo do seu. Vamos colocar a culpa no medo ou na falta de vontade? Sempre faltou admitir o que sentíamos um pelo outro. Ou talvez não sentíssemos nada e não nos conhecemos por inteiro porque aquela relação que tínhamos era o máximo a que queríamos chegar. Ainda assim, éramos bons juntos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas, de repente, num dia frio aqui em São Paulo, eu percebi que pra você eu já não era mais tão interessante, já não era mais tão bonita e já não te despertava mais nenhuma curiosidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Como uma foto antiga que vai perdendo a vivacidade e amarelando com o tempo, nossa relação esmaeceu. Os dias se passaram. Coisas aconteceram na sua vida, na minha vida, mas nada aconteceu na nossa vida porque nossas vidas nunca se cruzaram de fato. Só existia a sua vida aí, e a minha vida aqui. Inevitavelmente, nossas conversas foram se tornando insossas. Não fizemos mais planos e mesmo aqueles sonhos guardados com tanto carinho foram esquecidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diagnóstico:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Ocorreu um desgaste comum aos relacionamentos que são sustentados por ligações frágeis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tratamento:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existiam dois tipos de tratamento para esta história que não estava mais dando certo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;- Poderíamos admitir o fim.&lt;br /&gt;- Poderíamos tentar um recomeço, buscando alguma coisa no passado da qual sentíamos saudades e que nos fizesse desejar um retorno ao que éramos um para o outro lá no início.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Doeu quando finalmente percebi que você não sentia falta das nossas conversas, de saber dos meus gostos e da minha vida. Doeu porque eu sou muito mais do que aquilo que eu te contava e você nem se dava conta disso. Acho que sempre fui uma personagem muito plana para você. Doeu porque eu tinha uma grande parcela de culpa nesse seu comportamento. Doeu porque eu falhei com você e porque você foi implacável com meu erro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Chega uma hora em que as coisas acabam e que a gente tem de perceber. Mesmo que a gente não queira. Mesmo que o nosso desejo seja o de voltar àquelas conversas de antes. Porque quando acaba, a única coisa que nos resta fazer é pegar a caneta pra desenhar um pontinho ao lado da nossa história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;“Os términos são bonitos”, vivem dizendo por aí. Mas bonito mesmo foi o início, quando seu olhar pousou em mim pela primeira vez. Bonito mesmo foi o meio, quando nos divertíamos juntos e eu achava que poderíamos ser muito mais do que éramos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O fim? O fim é o vazio, é a ausência, é o estranhamento. Definitivamente, não é bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mOw3l28KX9I/Thum_-7iuaI/AAAAAAAAAEA/CA6LhHii27w/s1600/311039539.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="135" src="http://3.bp.blogspot.com/-mOw3l28KX9I/Thum_-7iuaI/AAAAAAAAAEA/CA6LhHii27w/s320/311039539.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*******&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo &lt;i&gt;Country Feedback&lt;/i&gt;, R.E.M. (&lt;a href="http://youtu.be/7CTav-2lCYs"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-1212691511005420876?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/1212691511005420876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=1212691511005420876' title='33 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1212691511005420876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1212691511005420876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/07/o-caso-dos-doidos-que-chegou-ao-fim.html' title='O caso dos doidos que chegou ao fim'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-mOw3l28KX9I/Thum_-7iuaI/AAAAAAAAAEA/CA6LhHii27w/s72-c/311039539.gif' height='72' width='72'/><thr:total>33</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-5834516715659227308</id><published>2011-07-10T21:58:00.001-03:00</published><updated>2011-07-10T21:59:03.154-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O post da volta</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Oi, eu sou a Lee. Lembram de mim?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou ensaiando há semanas um post de retorno, mas, usando sempre a desculpa do tempo, não consegui. E nem foi somente por culpa da falta de tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos dizem que escrevem só quando têm inspiração. Pra mim, é outra coisa. Eu só escrevo quando tenho vontade de dizer algo. E, às vezes, demora para que eu consiga verbalizar coisas que eu senti e vivi.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas hoje fiquei pensando nas coisas que me aconteceram nesse último ano e de repente eu me vi correndo atrás do meu caderno de anotações e escrevendo frases soltas. Não teve nenhum acontecimento importante hoje, então não fui subitamente inspirada por nada. Eu tive, simplesmente, vontade de falar daqueles pensamentos para alguém.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que isso se deve muito à leitura do livro clássico do Milan Kundera,&amp;nbsp; &lt;i&gt;A insustentável leveza do ser&lt;/i&gt;, que a Brid me recomendou. Vocês já leram? Se não leram ainda, aceitem essa dica. O livro me fez analisar melhor os meus relacionamentos e a minha maneira de lidar com os homens. Passei a entender melhor minha eterna insatisfação com a vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que, hoje, não tenho tantas histórias engraçadas pra contar. Não sei se isso é sinal de amadurecimento. De qualquer forma, é bom perceber que alguma coisa mudou desde que este blog foi criado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensei em voltar a este consultório com um caso clínico polêmico, mas achei que não seria bom assustar vocês neste retorno. Fica para a próxima vez em que eu aparecer por aqui. O texto desta semana, prometo, postarei amanhã à noite.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Beijos,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lee&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-5834516715659227308?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/5834516715659227308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=5834516715659227308' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5834516715659227308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5834516715659227308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/07/o-post-da-volta.html' title='O post da volta'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-9145836165470644611</id><published>2011-07-04T15:42:00.002-03:00</published><updated>2011-07-04T16:01:54.527-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Doido Indeciso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CASO CLINICO&lt;/strong&gt;: Homem, 29 anos, cabelos castanhos, usava uns óculos com armação quadradinha que lhe davam um ar de nerd e tinha uns dentes completamente simétricos que me deixavam sem ar a cada sorriso. Parecidíssimo com o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6lCW1llT4Hw/SMyHpcLeSFI/AAAAAAAABLQ/VdZESZiXnk0/s400/Olivier+Sitruk_1.jpg"&gt;Olivier Sitruk&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, o ator francês, sabem? Um dos doidos que eu mais apreciei fisicamente, mas acreditem, ele não era padronizadamente bonito. Ele era o meu tipo de homem bonito, simples assim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nós nos conhecíamos de vista, pois ele era amigo de um dos meus primos. Sabia que ele namorava uma garota e que eles estavam juntos desde que mundo é mundo. Também sabia que ela era chata, possessiva e que tinha "queixo de ganso" (palavras do meu primo). Nós nos encontrávamos sempre na casa dos meus primos, mas nunca conversávamos muito, afinal, daquele mato nunca sairia coelho algum e eu sou destas que evitam constrangimentos (quase) sempre. Foi assim por anos. Eu namorava um ou outro e ele sempre com a tal da namorada (eles namoraram uns quatro ou cinco anos, nunca soube ao certo).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Era Natal e eu estava terminando um período sabático em que eu tinha dito que não ficaria com ninguém nos próximos 20 anos, então estava feliz da vida, porém cautelosa. Festinha anual na casa dos meus primos. O doido sempre passava lá para cumprimentar meus tios e ficava lá um tempinho, antes de rumar para a casa dos pais da namorada (os pais dele são de Portugal). Ele chegou, cumprimentou todo mundo (inclusive eu), pegou um copo de qualquer coisa e ficou andando pela casa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Serei breve com o relato: lá pelas tantas, ele sentou ao meu lado no sofá, disse que tinha terminado com a tal da namorada, que tava tudo uma bosta, que a vida dele tava um saco, que ele era muito jovem para se casar, que eles eram muito diferentes, que ele precisava mudar isso e tudo o mais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu, apenas ouvi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sei que no final das contas eu dormi ao lado dele no sofá da casa da minha tia, os dois sentados e um tanto altos devido as bebidas natalinas. Acordamos, passamos o dia juntos e acreditem ou não, ficamos uns 2 meses no esquema FNAC, chocolate quente, cinema, até que numa noite de garoa, ele decidiu me beijar, dentro do carro, no estacionamento de uma casa de fondue. Retribuí o beijo e tudo transcorreu como deveria. Foi legal porque estávamos à vontade um com o outro e esperávamos por aquele momento. Imagino que ele, tanto quanto eu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Começamos a ficar, nos falávamos todos os dias e eu dormia lá nos fins de semana. Era uma relação praticamente perfeita, mas "quando tudo está perfeito, nada está perfeito", já dizia Nick Hornby.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A tal ex-namorada sempre ligava. Quando éramos apenas amigos, quando começamos a nos beijar por brincadeira e quando dormimos juntinhos pela primeira vez... Ela sempre ligava para chorar, dizer que estava mal por causa dele e ele sempre falava coisas apaziguadoras como "um dia você vai me agradecer por termos terminado, nunca daria certo" e tralalá. Depois, argumentava comigo que "eram sei lá quantos anos, ele se sentia responsável por ela, ela era frágil" e tralalá. Eu entendia. Gostava dele, gostava muito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Certa noite, umas três e meia da manhã, ela liga no telefone fixo da casa dele. Acordei assustada, mas estava tão atordoada de sono que nem me dei conta de que o Doido levantou da cama, foi até a sala atender o telefone e quando voltou, foi para dizer:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Brid, é a&lt;/em&gt; (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;insira aqui o nome de alguma neurótica que já tirou a sua paz&lt;/span&gt;). &lt;em&gt;Ela está meio deprimida e precisa de mim. Tá chorando feito uma criança no telefone, disse que precisa conversar comigo. Eu vou até lá, você se importa?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu fiz que não com a cabeça, sorri complacente e o observei tirando o moletom, trocando a camiseta, com pressa, com medo, com preocupação. Naquele instante, eu percebi que ele nunca seria meu namorado. Ele era dela.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: Não-identificado. Agradeço a quem tiver um palpite. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Levantei, tomei um banho quente ouvindo "&lt;em&gt;For No One&lt;/em&gt;" dos Beatles, chorei no chuveiro para que nem eu mesma percebesse as minhas lágrimas, me vesti e sentei no sofá. Acendi o último cigarro da minha vida (eu já tinha parado de fumar) e pensei no que fazer. Eu não ia lutar por ele, não é o meu perfil. Eu não ia dizer para que ele ficasse com ela, também não sou do tipo hipócrita que se martiriza pelo amor. Eu apenas iria embora. E fui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, ele foi me pegar no trabalho, queria se reconciliar e me disse as seguintes palavras que me fizeram tomar a decisão de não vê-lo mais. Ele disse:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Ela precisa de mim, precisa de cuidados, sempre precisou. Voce é forte, você consegue superar tudo, não precisa de ninguém. Eu te admiro justamente por isso. Você não vai precisar de mim nunca, eu não preciso estar ao redor para que você esteja bem e isso é ótimo. Você vai ser feliz, independente de mim, ela não.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Não sei até hoje se ele estava me elogiando, se ele achou que estava dizendo a coisa certa ou se ele imaginou que eu ficaria feliz com aquele discurso embaralhado e confuso. Sei que na hora eu pensei que eu era forte, mas também precisava de cuidados. Logicamente que eu não os requeria a todo o momento, mas eu precisava, sim. Ele tinha uma imagem de mim que eu não era e talvez não conseguisse nunca ser. Ele queria alguém que não existia. Ele era tão preocupado com os sentimentos dela e achava que eu era inatingível, uma rocha! É cansativo ser uma rocha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao mesmo tempo, me dei conta de que talvez ele gostasse de ser necessário para ela. Não sei ao certo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Após ouvir as palavras dele, eu não consegui dizer nada. Eu chorei. Chorei sem lágrimas. Chorei para dentro. Ele nunca soube. Eu o abracei e pedi para que ele fosse feliz. Senti o rosto molhado dele no meu e ouvi uma voz baixinha no meu ouvido perguntando: &lt;em&gt;Por quê&lt;/em&gt;?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nós dois sabíamos que talvez pudesse dar certo, mas não naquele momento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isso aconteceu há muito tempo, eu ainda nem sabia direito o que era gostar de alguém e acho que ainda não sei. A única coisa que eu sei é que a gente pode passar por uma situação deste tipo um milhão de vezes na vida, mas nunca vai saber lidar com ela de forma coerente. A coerência não faz parte das paixões, nem dos amores, nem das decisões que envolvem estes dois sentimentos. A coerência entra em cena nas coisas práticas da vida. Eu poderia ter tentado. Ele poderia ter tentado. Mas preferimos ser coerentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;... e nunca soubemos se daria certo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Prólogo: Doido Indeciso não voltou com a ex-namorada. Ela se casou menos de um ano depois e hoje tem 2 filhos. Ela foi feliz, independente dele. O Doido Indeciso foi transferido pela empresa, para o Paraná, cerca de 3 meses após nosso rompimento. Eu nunca soube se fui a razão para tal transferência e acho que seria arrogância minha achar que sim. Nunca perguntei a ninguém e prefiro nunca saber.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Escrevi ouvindo "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;For No One&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;" dos Beatles.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P.S.:&lt;/strong&gt; Como sempre, agradecemos a todos aqueles que nos divulgarem em seus Twitters, Facebooks, sala de espera do terapeuta e outras redes sociais virtuais ou não. E agradecemos muito mais aqueles que comentarem, pois os comentaristas são a alma deste blog. É isso que nos motiva a continuar. Obrigada a todos aqueles que nos mandam e-mails contando suas histórias e pedindo conselhos. Tentarei responder um por um até sexta-feira, combinado?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;P.S. II&lt;/strong&gt;: Sorry pela história meio tristinha... &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;P.S. III&lt;/strong&gt;: Desculpem não colocar o link das músicas (é tudo meio bloqueado aqui), mas eu faço qustão que vocês ouçam "&lt;em&gt;For No One&lt;/em&gt;". Vai fazer todo o sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-9145836165470644611?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/9145836165470644611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=9145836165470644611' title='36 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/9145836165470644611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/9145836165470644611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/07/o-caso-do-doido-indeciso.html' title='O Caso do Doido Indeciso'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>36</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4620120883166981628</id><published>2011-06-28T11:46:00.003-03:00</published><updated>2011-06-28T12:06:36.584-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Violinista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CASO CLÍNICO&lt;/strong&gt;: Homem, caucasiano, 30 anos, músico (já ouviram falar em "karma cíclico"? Eu tenho com músicos, publicitários, dentistas e malabaristas do Circo Vostok, mas isso já é outra história), 1,98m, olhos castanhos claros, cílios clarinhos e cabelos longos ao estilo "maestro". Eu achava bonito, não MIM julguem, pode acontecer com qualquer um de vocês. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Acontece que tenho uma família meio musical e entre os aspirantes ao sucesso da família Jones, está minha irmã, que faz algumas estripulias no violino. Como toda musicista, ela tem muitos amigos músicos e certa vez, ela cismou de me apresentar dois amigos que tocavam violino em orquestra. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Os dois eram lindos, mas um deles era de boa família, já tinha morado na Rússia, falava 5 idiomas, era maestro, tocava além do violino, piano, era cavalheiro e parecia muito respeitador. O outro era um tanto petulante, tinha ar de superior, nem era tão bonito assim e era suplente do suplente do suplente na Orquestra da UNICAMP. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Adivinhem qual deles gostou de mim? &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Acertou quem disse "o primeiro", perfeito e encantador. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Adivinhem de qual deles eu gostei? &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É, isso mesmo. Gostei do tranqueira. Lógico! &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Como não sou boba nem nada (muito menos ele), combinamos de eu ir assistir uma de suas apresentações e logo após o concerto, eu daria (êpa!) umas voltas com ele pela cidade. Tudo sucedeu-se na mais perfeita ordem e método. Começamos a namorar firme. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;(Adoro esta expressão: "&lt;strong&gt;Namorar Firme&lt;/strong&gt;". Sempre fico imaginando o que seria "&lt;strong&gt;Namorar Mole&lt;/strong&gt;" ou "&lt;strong&gt;Namorar Frouxo&lt;/strong&gt;"). &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Conheci mãe, pai, cachorro, terapeuta e todos os níveis de pessoas que devemos conhecer quando estamos num "Namoro Firme". Ele conheceu meu afilhado, o que já é o máximo de intimidade que um cara vai conseguir comigo no quesito "infiltração familiar". Sou destas que odeiam dar explicações na hora de justificar porque a relação não deu certo, principalmente porque elas nunca dão (e meus parentes são bem futriqueiros). &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele era atencioso, carinhoso, educado, inteligente e inclusive aquela petulância toda do começo deu lugar a uma pessoa extraordinária. Extraordinariamente retórico, quero dizer. Tinha o dom da oratória em todos os poros daquele corpo alvo mais que a neve, livre de pêlos e impurezas. Ele sempre tinha justificativas plausíveis para ausências, explicações totalmente factíveis para todo o tipo de falha. E era aí que morava o perigo, já que eu, ingênua, nunca desconfiei de nada. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Músicos viajam. Marinheiros viajam. Qual deles tem um amor em cada porto? Exato, meu músico! &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Descobri da forma mais clichê possível: fazendo uma surpresa numa cidade pequena do interior de São Paulo. Fui ver sua apresentação, achando que ele ficaria com lágrimas nos olhos. Lêdo engano. Lá, ele tinha uma tal de Luisa, tão encantadora quanto a de Chico Buarque. Eu a descobri por acaso, sentada ao lado de minha adorável cunhada (irmã do Doido) e depois de mãos dadas com o Doido Violinista, na coxia do anfiteatro, logo após o brilhante concerto (esta frase foi carregada de sarcasmo. Obrigada pela compreensão.). &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Depois disso, descobri todas as outras. Uma no Pará, uma no Espírito Santo (bendita seja), uma em Santa Catarina e várias (sim várias) nas cidades próximas à Campinas. Nem perguntem como eu as descobri, nem perguntem! &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Mal de Músico&lt;/em&gt; – os músicos que me desculpem, acho ótimo, mas né? Toda vez que eu tento dar uma chance a algum exemplar da categoria, acabo me estrepando. Antes eu achava que o problema era eu, mas com o tempo, percebi que isso é uma espécie de comportamento padrão. Algum de vocês tem explicação (ou até justificativa) para isso? Não vale me xingar! Aceito conselhos também, já que minhas estatísticas no ítem "Fazer Dar Certo" não estão lá muito favoráveis. Não vale dizer que eu deveria ter escolhido o outro músico, esta indagação eu me faço todos os dias! &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Terminei com o rapaz logo após descobrir a primeira, sem escândalo, sem discurso e sem choro. Até amiga dele eu concordei em ser. Logo depois quando descobri as outras, dei toda a importância que o caso deveria ter e quis saber "makeporraéessaseufilhodumaputa"? Ele tentou usar o dom da retórica. Tentou, mas acho que neste dia, eu estava mais Aristotélica do que ele e devo ter falado sem parar por umas duas horas, mais impropérios do que eu conheço em Língua Portuguesa (e não são poucos, sou über versada em impropérios). Sem julgamentos, ok? Afinal, eu estava puta (ui!). Beeeem puta (êpa!). &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O moço, uns dois anos depois (esta história tem um certo tempo) tentou engatar (ui!) uma amizade. Cedi, já que tal e qual Mark Zuckerberg, Didi e Roberto Carlos, "eu quero ter um milhão de amigos". Mas só por isso! &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Continuamos com a campanha: "&lt;strong&gt;Ajude a divulgar o Sou pára-raio de Doido e ganhe uma viagem a Acapulco com o Chapolin&lt;/strong&gt;". É só nos divulgar no seu Twitter, Facebook, cabeleLÊro AND comentar aqui no post mesmo! Lembrando que eu dei um jeitinho de responder todos os comentários durante meu expediente, porque sou destas, subversivas!Também queria dizer que tem sido complicado postar na segunda-feira, mas estou aqui, firme e forte, na terça. Verei uma forma de voltar a postar nas segundas! &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;P. S&lt;/strong&gt;.: Gostaria muito de receber o CD novo do &lt;span style="color:#6633ff;"&gt;&lt;strong&gt;Kaiser Chiefs&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; por e-mail, já que não tenho como fuçar aqui no "siviço" e estou com vontade de ouvir hoje. Quem tiver como me mandar (pelo menos uma musiquinha), eu agradeço. Mandem para &lt;a href="mailto:drabridgetjones@gmail.com"&gt;drabridgetjones@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4620120883166981628?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4620120883166981628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4620120883166981628' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4620120883166981628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4620120883166981628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/06/o-caso-do-doido-violinista.html' title='O caso do Doido Violinista'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-3247062348006105384</id><published>2011-06-21T10:33:00.013-03:00</published><updated>2011-06-21T12:10:27.780-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>Procura-se um amor que goste de Monty Python</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-og63LMipHTQ/TgCzXSIZLaI/AAAAAAAAAEQ/S5w0SoSuGpE/s1600/Holy+Grail.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5620689547543784866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-og63LMipHTQ/TgCzXSIZLaI/AAAAAAAAAEQ/S5w0SoSuGpE/s200/Holy%2BGrail.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ele tem de ser cavalheiro e dizer "&lt;em&gt;Ni&lt;/em&gt;". Precisa rir das minhas piadas quando elas tiverem graça e quando não tiverem, achar uma forma de completá-las, para que elas tenham. Ele tem de ser forte, mas não precisa ter músculos. Ele tem de entender que eu também choro sem lágrimas e quando me faço de forte, aí sim é que eu fraquejo. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele precisa ter todos os dentes, e estes, não precisam ser perfeitos, não. Basta que saibam morder e sorrir do jeito certo e na hora certa. Precisa saber identificar meus pontos positivos, mesmo quando eu tento escondê-los e eu faço isso o tempo todo. Precisa ter paciência e gostar de música, mas não todo o tipo de música. Ele precisa saber o porquê de gostar das coisas e precisa gostar de me explicar estes porquês. Eu adoro ouvi-los. Eu adoro "porquês". &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele precisa respeitar minha mania estúpida de recitar diálogos de filmes que eu amo e precisa se emocionar com Casablanca, mesmo que disfarce. Ele precisa sentir Neruda, mesmo que negue. Ele precisa ser Van Gogh, mesmo que não seja. Ele precisa soar como Beethoven, mesmo que eu não possa ouvi-lo, como Beethoven já não ouvia quando compôs sua sinfonia mais linda. Ele precisa ter a frieza de um cirurgião e a sensibilidade de um artista. Teria então, de me dedicar uma obra, seja ela um desenho rabiscado, uma música de letra simples, um dente esculpido em parafina ou um suposto Chewbacca feito em massa de modelar para agradar meu afilhado. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele precisa saber que um abraço silencioso me acalma muito mais do que explicações ruidosas. Precisa saber que eu durmo poderosa e acordo frágil, pensativa e questionadora, mas não demonstro nunca. É neste momento que o tal do abraço silencioso tem mais efeito. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele precisa saber que tenho medo de altura, de escuro, de formigas e da morte. Precisa saber que beijo na testa me irrita e beijo no olho me excita, sussurros me despertam e gritos me calam. Beijos na boca, destes inesperados, também me calam e me despertam. Procura-se um amor que goste de cheiros, que saiba apreciá-los, mas que só reconheça o meu. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Procura-se um amor que me faça rir, gargalhar. Procura-se um amor que me faça chorar de novo, mesmo que de tristeza. Procura-se um amor que me faça sentir algo, seja bom ou mau, prazeroso ou doloroso. É a apatia, a sensação de não sentir nada que me deprime. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele precisa ser tantos já que eu sou várias. Ele precisa ser muitos, já que eu sou todas. Ele precisa ser todos, já que eu sou nenhuma. Ele precisa ser são, já que eu sou doida. Completamente doida. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas o mais importante de tudo (e o mais difícil de encontrar): &lt;strong&gt;precisa gostar de Monty Pyhton.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-3247062348006105384?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/3247062348006105384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=3247062348006105384' title='30 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/3247062348006105384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/3247062348006105384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/06/procura-se-um-amor-que-goste-de-monty.html' title='Procura-se um amor que goste de Monty Python'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-og63LMipHTQ/TgCzXSIZLaI/AAAAAAAAAEQ/S5w0SoSuGpE/s72-c/Holy%2BGrail.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>30</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-271597273767154593</id><published>2011-06-14T08:45:00.013-03:00</published><updated>2011-06-14T14:56:50.395-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Gamemaníaco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este caso não aconteceu há muito tempo atrás, mas também não é tão recente. Foi rápido, maluco, intenso e por que não dizer, memorável! Acompanhem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CASO CLINICO&lt;/strong&gt;: Homem, 32 anos, ruivo, olhos verdes, enfim, era praticamente um duende irlandês, tirando o fato de que era alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu o conhecia dos tempos de faculdade e costumava achá-lo imensamente chato, arrogante, cheio de si, metido e falastrão. Achava ele bonitinho também, mas ninguém é perfeito e eu não costumo ser destas superficiais. Tendo todos os dentes, sendo limpinho e falando o português mais ou menos certo, para mim já está de bom tamanho. O que importa mesmo é que tenha saúde, não é assim que dizem? Na verdade para mim o que importa é que me façam rir. Acreditem ou não, me fez rir, eu tô de quatro (UÊPA!). Não MIM julguem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que nos reencontramos no Orkut (não MIM julguem II – A missão). Decidimos reunir a turma, nos encontramos num barzinho vilamadalênico, ficamos por lá conversando e eu o achei arrogante, pedante, metido e... incrivelmente divertido. Conversa vai, conversa vem, ele me conta que tem uma namoradinha de 19 anos, blábláblá, eles tem uma diferença grande de pensamentos, blábláblá. Até que ele dispara, assim do nada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;BRID, como eu nunca reparei em você?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em duas respostas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Porque eu era NOIVA quando nos conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Porque eu era FEIA quando nos conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Porque você era ridiculamente insuportável quando nos conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas achei melhor dizer apenas que "eu era sem graça quando nos conhecemos". De qualquer forma, ele disse que queria me ver de novo, que precisava disso, que era o destino, e talicoisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ele&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Anota no seu caderno. Hoje é terça-feira. Antes de quarta-feira que vem, você vai ser minha namorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Você JÁ TEM UMA namorada. Isso seria impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, à noite ele me mandou um e-mail com uma música inédita de uma banda que eu amo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta, ele mandou o motoboy entregar uma caixa de chocolates no meu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sábado ele disse que tinha terminado com a namoradinha, passou na minha casa para conversarmos, saímos, conversamos, ele me deixou em casa e eu dormi pensando nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domingo, ele foi correr comigo no parque, almoçou comigo, me levou na FNAC e comprou um CD (importado) da mesma banda que eu amo sem que eu visse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda, ele me ligou as 5:30 da manhã para me dar "Bom Dia". Eu tinha dito para ele que acordava essa hora todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terça, fomos jantar. Ele PREPAROU o jantar na casa dele. Ele foi perfeito, educado, polido, gentil e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... na quarta, acordei ao lado dele (Não MIM julguem parte III - O Retorno).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem me xingar, eu sei que mereço, mas eu estava saindo de um relacionamento esquisito (mais um), estava confusa e precisava usar a "substituição" como cura. Atire a primeira pedra quem nunca fez isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos a nos ver sempre, as relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos eram muito, muito boas, ele era atencioso, cozinhava para mim (que não sei fritar um ovo) e tudo estava perfeito até que ele comprou um Wii. Sim, pessoas, um Nintendo Wii.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida já não era a mesma. Ele não queria mais sair, para jogar o tal do Wii. Não queria mais comer, para jogar o tal do Wii. Não queria mais conversar, para jogar o tal do Wii e por fim, não queria mais me dar prazer e luxúria, somente para jogar o tal do Wii.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que venham dizer que ele possa ter enjoado de mim, e coisa e tal, já adianto que é bem provável, não vou entrar no mérito de eu era a namorada perfeita. Mas enfim, chega na titia aqui e fala, né? Não me deixe achando que meus quadris são menos interessantes do que um console de videogame, porque aí, não vale. Isso já é crueldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: Indefinido. Preciso da ajuda de vocês leitores, para diagnosticar o mancebo. Apelo aos leitores que já passaram por isso, seja na situação de "jogador" ou seja na pele da BRID.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Numa noite, decidi que ele teria de fazer uma escolha. Coloquei minha lingerie mais irresistível, passei o óleo de capim-santo atrás da orelha, tomei um gole generoso de bourbon e comecei a andar pela sala, só de lingeirie (não MIM julguém parte IV - A Saga final), onde ele jogava um jogo muito dinâmico de pescaria. Quando ele me pediu um "tempinho" até poder me dar atenção, eu explodi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Você vai ter de escolher. Este videogame ou eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ele&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Você tá de brincadeira, né? Não seja infantil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(reparem que ele deixa de lado um costume adulto deveras prazeroso, o "&lt;em&gt;coitus libidinosus&lt;/em&gt;" para jogar pescaria virtual e eu sou chamada de infantil.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que eu, calmamente me vesti, arrumei o cabelo, me "pintei", disse "tchau doido!" e fui embora. Durante todo este trâmite, ele continuou pescando. Peixes. Virtuais. Ao passar pelo portão do prédio, ouço uma voz distante chamar meu nome. Era ele, da sacada do sétimo andar. Tenho um nome composto, não muito comum, então logo soube que era de fato comigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ele&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Você tem certeza do que está fazendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: O que eu estou fazendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ele&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Tá indo embora. Pára de ser criança e volta aqui, antes que eu vá até aí te buscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Você não viria, está de cueca (ele estava de samba-canção, mas eu quis deixa-lo desnorteado). Quer saber? Vai pescar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ele&lt;/span&gt; entrou, meio sem-graça, já que o porteiro, o síndico, e algumas crianças da quadra estavam apreciando o momento. Hoje em dia, não nos falamos, sequer nos cumprimentamos e, fiquei sabendo pela boca miúda que ele diz que &lt;strong&gt;EU&lt;/strong&gt; o deixei, &lt;strong&gt;SEM QUE HOUVESSE MOTIVO ALGUM &lt;/strong&gt;para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemos que ele acredite nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota da Autora&lt;/strong&gt;: Quero deixar claro que eu tentei argumentar com o Doido antes de apelar para o show de American Bar e depois dar uma de louca indo embora. Ao tentar conversar, fui taxada de "carente" e ganhei uma caixa de chocolates (de novo) para "não ficar triste".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Inaugurando um espaço todo especial aqui, estão as fofas das meninas do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://blogueirasfeministas.com/"&gt;BLOGUEIRAS FEMINISTAS&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, que são umas delicinhas e além de lindas e inteligentes, batem um bolão, então a nossa sugestão da semana é o blog delas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-271597273767154593?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/271597273767154593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=271597273767154593' title='28 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/271597273767154593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/271597273767154593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/06/o-caso-do-doido-gamemaniaco.html' title='O caso do Doido Gamemaníaco'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-1247148690590061107</id><published>2011-06-13T14:21:00.002-03:00</published><updated>2011-06-13T14:26:18.966-03:00</updated><title type='text'>O caso da Doida Descuidada</title><content type='html'>Pessoas todas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava eu, tentando redigir o post de hoje aqui no "siviço" quando uma queda de luz acontece e me pega no meio do famigerado texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: &lt;strong&gt;Perdi tudo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem me chamar de descuidada, sim, pq eu não tinha salvado nada. Quase chorei, já que era um post longo, destes que levam um certo tempo para ler. Como aqui no meu trabalho eu sou paga para fazer outras coisas, achei por bem (e para manutenção do meu cargo e emprego) deixar para reescrevê-lo amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto com a colaboração (e solidariedade) de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijo grande e não deixem de voltar amanhã, combinado? Combinado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-1247148690590061107?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/1247148690590061107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=1247148690590061107' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1247148690590061107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1247148690590061107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/06/o-caso-da-doida-descuidada.html' title='O caso da Doida Descuidada'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-1204421777192888905</id><published>2011-06-06T10:01:00.005-03:00</published><updated>2011-06-10T08:18:09.525-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Lee'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Mirim</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Descobri este final de semana que "amores são efêmeros". Nem me perguntem a razão exata, mas de qualquer forma, um pouquinho de filosofia de botequim não faz mal a ninguém.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gostaria muito de agradecer a nossa leitora "Cacá" que não deixou nenhum link para podermos identificá-la, mas que leu TODO o "Sou Para-Raio de Doido" e deixou comentários em vários textos. Lee e eu ficamos muito felizes que você tenha gostado do nosso espaço, Cacá! Volte sempre e divulgue para as amigas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu vou contar um caso diferente. As vezes, nós nos deparamos com atitudes de terceiros na nossa vida, que provavelmente tiveram uma raiz lá no passado distante, quando perdemos o primeiro dentinho, ou até mesmo antes disso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pouca gente sabe, mas eu tenho um afilhado, filho de um dos meus primos mais próximos, que tem a mesma idade que eu. Fomos criados juntos e, quando ele decidiu que não era maduro o suficiente para ser pai, era um pouco tarde, e ele já era pai. Ele adora ser pai, mas em algumas ocasiões, em que é necessário levar o guri em alguma festividade da escola, prestigiar o evento, e discutir marca de guaches atóxicos com outros pais, ele falha miseravelmente. Não o culpo, eu também falharia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deu-se que, neste fim de semana seria a primeira festa junina do garoto, que, recém chegado de outro estado, precisa fazer vínculos no colégio novo e a designada para este grande evento foi nada menos do que eu, Bridget Jones, 30 anos e experiência ZERO em festinhas escolares como acompanhante de discente com menos de 16 anos. Você pode me dizer que eu poderia ter negado, dito que ia passar henna no cabelo e o diabo aquático, mas o guri parecia animado. Tive pena. Encarei de frente e fui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;CASO CLINICO: Indivíduo do sexo masculino, 4 anos e onze meses, olhos verdes, cabelos loirinhos, lisinhos, quase toda a primeira dentição completa (sem cáries), um metro e pouquinho de altura, cursando o pré-primário de uma tradicional escola paulistana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dilema - A Fantasia: Ele não queria colocar a tal roupa de caipira e me disse que poderia ser "qualquer fantasia". Acreditei. Deixei de lado a idéia de fazer-lhe um cavanhaque falso com delineador para olhos e decidimos juntos que ele iria de Obi Wan Kenobi. Até achei melhor, já que estava frio e o capuz o protegeria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chegando lá, senti-me um pouco desconfortável no começo, mas logo fui puxada por uma roda de pais alegres e orgulhosos que apontavam seus rebentos correndo pelo elegante pátio da escola, decorado com originais bandeirinhas em papel de seda. No momento em que eles entabularam uma discussão acalorada sobre marcas de guache atóxico eu entendi o desespero do meu primo em freqüentar tais eventos (a filha de um deles COMIA guache e eles discutiam que as marcas poderiam colocar um "sabor" ruim nas tintas para "desestimular" o "consumo". Eu sequer sabia que guache tinha gosto bom.).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Afastei-me e percebi os preparativos para a tal da Quadrilha. Perguntei docemente ao meu afilhado, aquele menino que eu julgava tão cheio de caráter infantil, se ele não iria dançar. Ele, secamente me respondeu: não! E voltou a correr com sua capa e seu sabre de luz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguns minutos depois, aparece uma pobre mãe, com sua filha desamparada. A menina tinha um cabelinho preto brilhante, com duas trancinhas, rostinho rechonchudo, narizinho empinado, olhinhos molhados e as mãozinhas sujas de maquiagem por ter secado os olhos. A menina era linda, mas chorava com uma bocona gigantesca e uma amargura que eu só tinha visto em gente grande, viu? A mãe da mocinha disse:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;i&gt;Olha, seu filho não quer dançar com a minha filha Sofia e ela quer muito dançar com ele. Você não teria como convencê-lo? Eles ensaiaram durante todo o mês e ele não se opôs a dançar com ela antes. Teria como você tentar falar com ele?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lógico que naquele mesmo momento eu fiquei penalizada com a garotinha, chamei o garoto de lado e perguntei se ele queria dançar com ela. Houve o seguinte diálogo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;Obi Wan&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;: Não queria e não quero. Ela é boba, desenha o sol pela metade (?) e pinta de azul (Leila Lopes, oi?). O sol não é azul. Ela não gosta de sentar na grama (?) e um dia mordeu o Juliano. Não quero que ela me morda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;: E por que você não falou que não queria dançar? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;Obi Wan&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;: Não sei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele não sabia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tão pequeno e já estava passando pelo primeiro dilema masculino da sua vida. Como dizer que não quer? Como dizer que não pode? Como dizer que não dá? Como? Falta de coragem? Talvez. Falta de certeza? Também é uma hipótese. Mas uma coisa é certa: com o tempo, ela se esquecerá do episódio, ele fará de conta que nada aconteceu e nenhum deles terá passado pelo constrangimento de ter sabido da verdade e nem do desconforto de ter dito claramente o que ela precisava ouvir. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não, eu não acho que uma menininha de 5 anos precise ouvir da boca de um rapazinho metido a esperto que não quer ser o parzinho dela na Quadrilha. Ela ainda vai ter muito tempo para se iludir, chorar, ouvir verdades, dizer verdades e se decepcionar com a realidade dos fatos. Mas este fato isolado, me fez perceber, que nem sempre todas as coisas serão ditas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As vezes, precisamos ouvir os fatos como eles são. Precisamos ouvir com todas as letras. Não dizer todas as palavras que precisam ser ditas, claramente, só obscurece a situação e torna aquilo maior, mais fundo, catártico algumas vezes. Não adianta apenas vestir uma fantasia de Obi Wan, é preciso deixar bem claro como são as coisas. As pessoas tem o direito de saber das coisas como elas são, inclusive para não tomar decisões equivocadas. Lembram do Kundera? "&lt;i&gt;A vida é uma peça de teatro em que atuamos sem ensaio e sem chance de refazer as cenas."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Eu decidi que não vou mais deixar coisas para serem ditas e quero também ouvir tudo o que as pessoas tem para me dizer. Quero ter certeza da preferência dele por ela e não por mim. Quero estar ciente de que eu não causo mais o furor de antes. Quero saber quando ele não quer ir comigo ver um amigo tocar ou quando prefere um restaurante ao outro que eu sugeri. E o mais importante: quero tentar resolver estes problemas e, se não for possível, quero deixar o relacionamento na hora certa, sem forçar barras, com a certeza que eu tentei fazer direito. Com a certeza de que eu tentei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Meu afilhado não dançou com a Sofia. Eu nunca o obrigaria a fazer o que não quer. Ele vai aprender sozinho que dizer o que sente, magoa menos do que ignorar. Mas uma coisa eu percebi e fiquei orgulhosa: Sem que ninguém dissesse nada, ele se sentiu imensamente incomodado com as lágrimas da garotinha e foi lá consolá-la com seu sabre de luz. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;PS: Continuamos com a Campanha "Divulgue o Para-Raio em seu Twitter e Facebook". Ficamos gratas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Update: &lt;span style="color: red;"&gt;Achei um jeito de responder os comentários, portanto: COMENTEM, meu povo!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-1204421777192888905?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/1204421777192888905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=1204421777192888905' title='33 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1204421777192888905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1204421777192888905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/06/o-caso-do-doido-mirim.html' title='O caso do Doido Mirim'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>33</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-2374806234771953814</id><published>2011-05-30T09:20:00.004-03:00</published><updated>2011-05-30T09:45:31.287-03:00</updated><title type='text'>O Caso do Doido Bocaberta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, gostaria muito de agradecer a todos aqueles que continuam vindo aqui e comentando fielmente. Este carinho me deixa extremamente orgulhosa e muito feliz. Motiva, sabe? É uma pena que eu não possa mais responder a todos os comentários pois aqui na empresa não é mais permitido o acesso aos blogs, mas eu leio todos em tempo real (recebo tudo no outlook, porque sou destas, que acham sempre um jeitinho de burlar o sistema ditatorial imposto no "siviço"). &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Dito isto, vamos ao caso:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CASO CLINICO&lt;/strong&gt;: Homem, 26 ou 27 anos na época, alvíssimo, incisivo superior esquerdo levemente proeminente, cabelos castanhos claros, lisinhos, porém escassos (o que não quer dizer nada – adoro!), olhos castanhos claros e lábios finos. Estudante de Filosofia e ao mesmo tempo de Publicidade (não MIM julguem, eu tenho karma cíclico com publicitários, esta é a verdade). &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Conhecemos-nos num barzinho perto da faculdade. Nunca fomos apresentados, mas o fato de frequentarmos o mesmo bar fez com que começássemos a nos cumprimentar, depois a nos despedir e por acaso, após muitos "ois" e "tchaus", ficamos amigos. Ele gostava de cinema alemão (me fez assistir "Anatomia" umas 15 vezes), Rimbaud, lia Kierkegaard e usava All Star de cano alto. Ele era um tanto egocêntrico e de vez em quando soltava frases sem contexto algum, mas eu achava aquilo charmoso. Admitam, no auge do "amor romântico" a gente acha tudo charmoso. Até a frieira do caboclo acaba sendo um "charme a mais". Ah, os seres humanos e suas atitudes ridículas! O amor é ridículo. Todas as cartas de amor são ridículas. Mas enfim, voltando...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começamos a sair. Tínhamos amigos em comum e dali para frente acabamos juntando as turmas. Demorou mais de um mês para que acontecesse a nossa "prima nocte". Foi bom. Não foi espetacular, mas também não posso dizer que foi tedioso. Lembro-me de ter acordado no meio da noite e deparar-me com ele me olhando dormir, o que achei atencioso e encantador. De qualquer forma, eu estava numa daquelas fases "moderninhas". Decidimos manter o negócio em segredo para "evitar o constrangimento", afinal, ele já tinha "tranformado o rascunho em arte-final" de muitas amiguinhas da turma dele e eu também já tinha dado minhas paqueradas no meio do meu pessoal, afinal, não sou santa nem nada. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Foi comum acordo. Combinamos segredo. Segredo é, para mim, um conceito muito objetivo. Não se conta a ninguém. Não se comenta. Toma-se cuidado com as informações repassadas. SE-GRE-DO!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eis que na primeira semana que nos vimos em meio a turma toda (minha e dele), no meio de acalorada discussão onde todo mundo falava mal do Nizan Guanaes (era só deixar rolar, certo?), ele pára tudo, pede silêncio e diz em voz alta, para todos, como num discurso de Natal da Família Bauducco:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ela ronca. Ela ronca enquanto dorme. E chuta. Não dá para dormir ao lado dela. Ela ronca e chuta.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color:#333333;"&gt;(apontando para mim, com a cabeça)&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Calada estava. Calada fiquei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Bocarras Abertutibus&lt;/em&gt; (B.A) com uma leve tendência para Comediante Engraçadão. Esta tendência ainda não está catalogada nas doenças psiquiátricas graves, mas deveria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Após longo período de silêncio sepulcral, a "turminha" começou a rir. Eu disse:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Como você sabe? Alguém te contou? Porque se alguém contou, essa pessoa é extremamente indiscreta. Em vez de falar das minhas qualidades, citar pormenores sem a mínima importância. Publicitários não fazem isso!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Calado ele estava. Calado ficou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sei que depois disso, ficamos um bom tempo sem falar um com o outro. Dei uma segunda chance, que rendeu um relacionamento aberto e tranquilo por quase um ano. O bom, é que depois disso, ele se tornou até discreto demais, a ponto de eu nem notar mais a presença dele, ocasionando no fim da relação, mas não da amizade. Acontece, né?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nota da autora&lt;/strong&gt;: Algumas pessoas divulgaram o post anterior (um beijo pra todos!) em seus facebooks! Vieram muitas visitas de lá, então gostaria muito de agradecê-los. Vocês são todos especialíssimos! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-2374806234771953814?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/2374806234771953814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=2374806234771953814' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2374806234771953814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2374806234771953814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/05/o-caso-do-doido-bocaberta.html' title='O Caso do Doido Bocaberta'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-6245310119545797681</id><published>2011-05-23T09:19:00.003-03:00</published><updated>2011-05-23T09:40:18.806-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Compartilhador</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eu me apaixono o tempo todo. Adoro estar apaixonada e sempre achei que para curar paixões mal resolvidas, só mesmo outra paixão ainda mais mal resolvida, para que possamos ocupar nossas mentes com novos problemas. Não, óbvio que essa não é uma forma nem saudável, nem madura, nem racional de pensar, mas poxa, ou eu sou racional, ou eu estou apaixonada. As duas coisas, já é demais para mim. Quanto a maturidade, nem vou comentar nada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É por isso que numa destas andanças da minha vida, deparei-me com este doido. O "Doido Compartilhador". &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;CASO CLÍNICO&lt;/strong&gt;: Homem, 1,90m de altura (já repararam que adoro escalar picos? Eu disse PICOS!), cabelos castanhos, olhos também castanhos, na época, estudante de jornalismo numa faculdade bacanuda, filho de pais bacanudos e metido a bacanudão. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele e eu nos conhecemos numa "Quermesse" bacanuda, destas que só vai gente reeckah (estávamos lá pois eu morava perto da igreja e conhecia de vista, o padre organizador)! Eu estava com a minha turminha (incluindo Lee, que se me lembro bem, estava tentando pescar um Rolex na barraca de pescaria) e ele estava perto da barraca de Quentão (a mãe dele era uma das madames bacanudas que ajudavam o tal padre bacanudo que eu conhecia de vista), quando veio falar comigo. Juro que fiquei encabulada, pois eu não o estava paquerando. Eu estava sem óculos e, como boa míope, faço aquele olhar 43 quando estou tentando focalizar algo. Eu tentava "ler" o que estava escrito na barraca em que ele estava perto, mas ele deve ter interpretado como um olhar "te quero muito, gato!", tomou coragem e veio. Faceiro e Confiante. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Admito aqui que o rapaz era bonito (de perto enxergo bem, sou um lince!), tinha bons dentes, uns olhos de um castanho açambarcante (um beijo, &lt;a href="http://miltonribeiro.opsblog.org/"&gt;Milton Ribeiro&lt;/a&gt;, seu lindo!) e eu tive que ar atenção ao que ele dizia. Ok, agora eu não lembro o que ele dizia, mas eu dei atenção. Beijamos ali mesmo (não MIM julguem), trocamos telefones (os corretos, diga-se de passagem – afinal, quem é que nunca deu um telefone inventado na hora de se despedir do moçoilo/moçoila da noite?) e começamos a sair regularmente. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Adivinhem o que aconteceu? Apaixonei-me. Que milagre, não? &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Estávamos sempre juntos, eu, as vezes ia esperá-lo em frente à Faculdade Bacanuda, comecei a conhecer os amigos dele, frequentar eventos em que ele ia com os tais amigos e tudo o mais que um casal normal geralmente faz. Não éramos namorados, nem "ficantes oficiais". Éramos "companhias" um do outro, um posto que eu ocupava com dignidade, já que nunca fui de pressionar ninguém a assumir nada, e estávamos bem daquele jeito. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;As vezes, achamos que tudo vai bem na nossa vida, não é amiguinhos? Lêdo engano. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Um certo dia, vem de uma cidade pequena do interior do Paraná, um primo do rapaz. O moço era educado, tímido, e eu, como toda boa anfitriã, fui educada, polida e atenciosa – nada além disso, juro pelo Van Gogh original que eu ainda hei de adquirir! Fazia uma semana que o tal primo estava lá, saía conosco, ia ao boliche conosco, ao cinema conosco e eu não ligava, afinal era primo do Doido Compartilhador e ele (o doido) era muito ligado à família. Até que numa hora em que eu e Doido Compartilhador estávamos sozinhos, ele diz as palavras mais surreais que já ouvi na vida: &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O meu primo gostou muito de você. Ele perguntou se eu não me importava dele te dar uns beijos antes de ir embora, só para sentir seu gosto&lt;/em&gt; (sic). &lt;em&gt;Eu não vejo problemas. Você quer? &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não. Vê. Problemas.&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Incrédula estava, incrédula fiquei. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: Indefinido. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Perguntei se ele estava falando sério. Ele respondeu que sim. Agradeci pelos elogios (sim, ele me elogiou e disse que "não culpava o primo de ter se sentido atraído"), mas não, eu não queria. E também achava melhor não nos vermos mais. Assim mesmo, com este sangue-frio que eu até hoje não sei de onde tirei naquele momento. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele tentou me procurar algumas vezes, ligou, tentou apelar para a Lee (o que as vezes funciona), mas não teve jeito. Afinal, fantasias sexuais doidinhas, perversões e coisas não-ortodoxas até me atraem. Mas ser emprestada como uma mercadoria completamente "consumível e retornável" não dá, né? &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E tenho dito. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Nota&lt;/strong&gt;: Não tenho como divulgar o post, então quem puder (e quiser) por favor, divulguem em seus "Twitters". &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Nota 2&lt;/strong&gt;: Meu contato (&lt;a href="mailto:drabridgetjones@gmail.com"&gt;drabridgetjones@gmail.com&lt;/a&gt;) continua o mesmo, sim. E o da Lee (&lt;a href="mailto:draleeholloway@gmail.com"&gt;draleeholloway@gmail.com&lt;/a&gt;) também. Respondemos tudo, mesmo que demore um pouquinho! &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Nota 3&lt;/strong&gt;: Hoje não tem o "&lt;strong&gt;Para ler ouvindo&lt;/strong&gt;", pois eu não posso linkar nada do Youtube. Mas eu leria ouvindo Dio. Ouvi Dio o fim de semana inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-6245310119545797681?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/6245310119545797681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=6245310119545797681' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6245310119545797681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6245310119545797681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/05/o-caso-do-doido-compartilhador.html' title='O caso do Doido Compartilhador'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4585442479571671077</id><published>2011-05-13T20:07:00.014-03:00</published><updated>2011-05-14T19:51:57.714-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso da Insustentável Leveza do Ser</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eu não sei o que dizer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poderia tentar explicar a ausência dizendo que os dias estavam corridos, que os doidos estavam escassos, que a vida andava uma loucura, mas definitivamente não eram esses os casos, apesar dos dias estarem sim, corridos, os doidos estarem mais lúcidos e a vida estar um loucura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não vou conseguir explicar com palavras, apesar das palavras serem as minhas maiores aliadas. Não vou conseguir, de verdade, então vou apenas fazer alguns apontamentos que considero necessários, sem me preocupar muito com a ordenação destas idéias, afinal estas idéias não estão em ordem na minha cabeça (ainda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em tempo&lt;/strong&gt;: pessoas adultas são responsáveis pelos seus próprios sentimentos. Eu sou adulta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sou responsável por cada poro do meu corpo que se arrepia com determinado estímulo, ainda que este estímulo seja involuntário, o que parece contraditório a priori, mas não é. Essa sensação me faz humana. Essa sensação me faz viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou responsável pelos amores que tive, pelos beijos que eu roubei, pelas músicas que dediquei, pelas loucuras que cometi por amor, pelas paixões que despertei e pelas que despertaram em mim. Sou responsável por cada um destes episódios. O peso desta responsabilidade não é suave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós carregamos este peso. Nenhum de nós sabe conviver com a "insustentável leveza do ser". Esta "leveza" é confortável no começo, mas num determinado momento, ela fica incômoda e é como se estivéssemos sentindo falta de algo. Exatamente como quando esquecemos o guarda-chuva em algum lugar e nos damos conta quando começa a garoar. Escolhas que fizemos que nos dão a sensação de leveza, mas que depois nos fazem sentir falta da responsabilidade (aquela, pesada) que teríamos se tivéssemos optado por algo menos simples.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu me dei conta, ontem a tarde, que conviver com este peso nos mantém conscientes. O peso da responsabilidade das direções que tomamos, em todos os campos. No livro do Kundera, está escrito que a vida é uma espécie de esboço de um quadro que nunca será considerado uma obra terminada. A vida é um rascunho definitivo, onde não se pode começar de novo e tentar mais uma vez, recomeçando do nada. É preciso sempre reaproveitar o esboço.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este blog é minha válvula de escape. É onde eu brinco com a minha própria desgraça, é onde eu faço piada da minha inépcia amorosa, é onde eu rio com o que um dia me fez chorar. Este blog é o meu esboço. É onde eu ordeno as idéias de forma cômica, porque é como eu sei me expressar. Um amigo certa vez me disse que eu ria e chorava com a mesma intensidade. Não sei se ele tem razão, mas acho que é mais ou menos isso, sim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É por isso que eu preciso compartilhar estas tentativas com vocês. Não sei se alguém ainda nos lê, afinal, já faz bastante tempo. Vou retomar daqui e não sei se vou agradar, mas preciso retomar. Preciso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nós não bloqueamos o blog, apenas tivemos que fechá-lo por um tempo para que pudéssemos colocar algumas coisas em ordem, ténicamente falando mesmo, já que havia alguns textos aqui que considerávamos "desnecessários". Estes textos foram extirpados sem dó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero de todo o coração que a Lee também decida voltar a postar, mas acreditem, os dias dela andam muito corridos, os doidos andam mais lúcidos e a vida anda uma loucura... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nota da Autora&lt;/strong&gt;: Sim, Milan Kundera mudou a minha vida. Mas não pensem que estou pseudoculteando e tal e coisa. Estou crescendo (eu acho). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para ler ouvindo Beethoven (&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9f5GqmSAaeI"&gt;&lt;strong&gt;AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;). E para ninguém dizer que eu ando melancólica, eu aconselho ver o filme "&lt;em&gt;A Insustentável Leveza do Ser&lt;/em&gt;" (Trechinho &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Cn5EIGlzbqY&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;strong&gt;AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;), que como todo bom filme da Juliette Binoche está repleto de cenas boas de relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4585442479571671077?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4585442479571671077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4585442479571671077' title='31 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4585442479571671077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4585442479571671077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/05/o-caso-da-insustentavel-leveza-do-ser.html' title='O caso da Insustentável Leveza do Ser'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>31</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-6314121734843058977</id><published>2011-01-23T20:39:00.005-02:00</published><updated>2011-01-23T21:31:57.650-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido sabidão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Caso clínico: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Homem, 28 anos, psicólogo e chato. Falei dele há um mês. É o meu doido &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;stalker&lt;/span&gt; da vez (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/12/o-caso-de-outro-doido-stalker.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Pra quem achou que ele descobriria o blog depois de ter encontrado meu Orkut e meu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Facebook&lt;/span&gt;, digo que não tive mais notícias dele. Mas o pouco &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;contato&lt;/span&gt; anterior me rendeu mais este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;post&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Além de psicólogo, ele também era metido a escritor e me indicava sempre alguma leitura interessante do tipo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O que é a metafísica?&lt;/span&gt;, do Heidegger. Acho que se ele soubesse que eu adoro Nick &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Hornby&lt;/span&gt; ficaria até com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;nojinho&lt;/span&gt; de mim. Porque ele era destes pedantes que só &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;leem&lt;/span&gt; coisas “profundas”.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele começava as conversas dizendo, por exemplo, que tinha acabado de ver um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;documentário&lt;/span&gt; de 3h30 sobre bancos. É, sobre bancos. E me passava &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;links&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;documentário&lt;/span&gt; no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;You&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Tube&lt;/span&gt; pra eu assistir também. Eu nunca assistia, mas sempre tecia comentários. Devo agradecê-lo por isso, pois foi com ele que aprimorei minha habilidade de falar sobre coisas que não li ou vi. Agradeço também ao Google pela mãozinha (ui).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;nerdice&lt;/span&gt; dele também o fazia me recomendar sites científicos. Sinceramente, não sei se ele fazia tudo isso pra me impressionar, mas ele conseguiu com que eu o rotulasse de pedante rapidamente. Desprezo gente que quer mostrar conhecimento, erudição e superioridade intelectual.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bem, mas tinha um detalhe bem importante nas nossas conversas: ele não gostava de digitar. Então enquanto ele falava no microfone, eu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;teclava&lt;/span&gt;. Não recomendo isso pra ninguém, viu?  Cansa horrores. Enquanto a pessoa está emendando um assunto no outro, você ainda está comentando o tópico anterior!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas é inútil eu ficar escrevendo aqui como era o papo com ele, pois nenhuma descrição daria conta de mostrar quão chato e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;sabidão&lt;/span&gt; ele era. Então vou ilustrar com um fato verídico pra vocês terem uma ideia.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A grande obsessão dele era falar de religião. Ele me perguntou umas quinze vezes qual era a minha crença, se eu acreditava que Jesus havia existido, se achava que Deus era a natureza, se eu já tinha lido o livro sagrado e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;tals&lt;/span&gt;. Gente, parei minha leitura da Bíblia quando cheguei em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Êxodos&lt;/span&gt;! Isso porque pulei várias partes repetitivas do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Gênesis&lt;/span&gt;. Respeito muito quem leu tudo e sabe toda a história, viu? Mas, sinceramente, eu não consegui ir adiante.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Só que ele não era devoto, fanático ou praticante de qualquer coisa. Ele tinha ESTUDADO a Bíblia. E o estudo dele não se baseava somente na Bíblia em português. Mas também na versão alemã e na inglesa! Tá? Chupem essa manga, lidem com isso.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bom, daí um dia, do nada, logo depois que eu disse que tinha ido ao médico, ele me perguntou:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Você já ouviu falar do óleo de unção?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Errr&lt;/span&gt;... &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Oi&lt;/span&gt;? Eu não tinha ouvido falar nisso e também não estava muito interessada.  Se vocês sabem realmente do que ele estava falando, peço desculpas pela minha ignorância. Mas eu só queria conversar sobre amenidades, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;checar&lt;/span&gt; se ele era um cara &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;pegável&lt;/span&gt;, falar umas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;bobagenzinhas&lt;/span&gt; e ver se era possível um encontro real!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Aguentei firme. E ele falou desse óleo, que aparece em não sei que parte da Bíblia e cura todas as enfermidades do mundo. E que esse óleo é feito a partir da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;maconha&lt;/span&gt; e que os homens que escreveram a Bíblia tentaram mascarar isso, mas que a raiz da palavra, igual nas três versões da Bíblia que ele estudou, denuncia que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;treco&lt;/span&gt; é feito da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;maconha&lt;/span&gt; e que... &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;ZZZZzzzzzzzzzZZZZZZZZzzzzz&lt;/span&gt;...&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Sério, ele falou uns 40 minutos sobre esse incrível óleo, que ao meu ver só se compara ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Emplasto&lt;/span&gt; Brás Cubas&lt;/span&gt;, da obra de Machado de Assis. E enquanto ele falava no microfone, eu fazia minha unha, assistia à novela das 8 e, vez ou outra, digitava algo como “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;poxa&lt;/span&gt;, não sabia disso”, “que incrível”, “quem diria que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;maconha&lt;/span&gt; era a solução de tudo”, “que estudo interessante você fez”,  e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Até que meu saco estourou e eu resolvi fingir que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;MSN&lt;/span&gt; estava com problemas. Derrubei a chamada de voz. Ele tentou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;reconectar&lt;/span&gt;. E eu derrubei de novo, de novo, de novo. Mas acabei ficando com dó do desespero dele pra estabelecer a chamada e concluir a tese sobre o óleo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;maconha&lt;/span&gt;, porque na minha janela aparecia o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;9/09/9999  21:45:06      Chamando DOIDO &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;SABIDÃO&lt;/span&gt;... Encerrar Chamada (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Alt&lt;/span&gt;+Q)&lt;br /&gt;9/09/9999  21:45:10      &lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Você cancelou a chamada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;9/09/9999  21:45:15      Chamando DOIDO &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;SABIDÃO&lt;/span&gt;... Encerrar Chamada (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Alt&lt;/span&gt;+Q)&lt;br /&gt;9/09/9999  21:45:20      &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Você cancelou a chamada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É, fiquei com dó e resolvi deixá-lo concluir. Ele falava &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;empolgadíssimo&lt;/span&gt; sobre o óleo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;emaconhado&lt;/span&gt; e eu fazia minhas sobrancelhas. Ficaram perfeitas. Mas quando eu esquecia de dar um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;feedback&lt;/span&gt; sobre o que ele estava falando, ele me perguntava:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Você está prestando atenção?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Diagnóstico: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ai, gente, claro que eu não estava prestando atenção! Depois de quase uma hora falando do óleo de unção, fiquei com preguiça dele. Não consigo ser tão profunda e intelectual assim nos primeiros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;contatos&lt;/span&gt; com os doidos. Antes de qualquer coisa, quero ter certeza de que existe uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;atração&lt;/span&gt; física mesmo. Não adianta nada o cara ser um grande conhecedor de assuntos científicos se ele não tem a pegada que eu gosto, beijos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Por diversas vezes, achei que ele estava sob o efeito da tão falada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Cannabis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, viu? Mas por todo o histórico clínico, cheguei à conclusão de que ele sofria de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ideia Fixa&lt;/span&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;ID&lt;/span&gt;), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Chatice Científica&lt;/span&gt; (CC) e de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pedantismo Adquirido em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;decorrência&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Nerdice&lt;/span&gt; Descontrolada&lt;/span&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;PAND&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tratamento aplicado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Depois de eu me fazer de louca, como contei no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;post&lt;/span&gt; anterior, fingi que meu computador estava com sérios problemas e estava rejeitando o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;MSN&lt;/span&gt;. Traduzindo, apliquei o tratamento: bloquear e sumir. Está surtindo efeito até agora.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;*************&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para ler ouvindo: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Legalize &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;it&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Bob&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Marley&lt;/span&gt;. Brincadeira.  Fiquem com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Travis&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;fear&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zHrm49BNTSQ"&gt;aqui&lt;/a&gt;), que eu tenho ouvido no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;repeat&lt;/span&gt;. ;-)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-6314121734843058977?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/6314121734843058977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=6314121734843058977' title='43 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6314121734843058977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6314121734843058977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/01/o-caso-do-doido-sabidao.html' title='O caso do doido sabidão'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>43</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4861550508293924933</id><published>2011-01-12T09:16:00.005-02:00</published><updated>2011-01-12T09:44:54.863-02:00</updated><title type='text'>Um caso destes, que acontecem todo dia.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Você já teve que renunciar um sentimento por causa das circustâncias? Esquecer alguém, romper um contato ou coisa do tipo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu já.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É difícil, é complicado, é doloroso, mas nunca ninguém morreu disso. Depois passa, a gente segue a vida, conhece outras pessoas e continua. Aquele amor (ou o que tenha sido) que foi renunciado, sublimado, colocado para baixo do tapete, vira uma simples lembrança (às vezes não tão simples) que acompanha a nossa vida, mas não acompanha os acontecimentos frenéticos dela. Torna-se apenas uma nostálgica gravura, pendurada na parede das recordações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tentamos substituir aquela gravura antiga por algo mais recente, mais moderno, mais alegre, porém, só trocamos a gravura de lugar, para que ela não fique numa posição tão visível para nós. Tentamos, mas ela permanece ali. Na parede das recordações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um certo dia, encontramos o quadro perfeito para figurar o centro da nossa sala. Aquele gigante, para ser pendurado em cima da lareira (isso pode ter parecido brega, mas eu não sou decoradora de interiores, certo? Certo.). E aí, todas as outras gravuras são realocadas (algumas até descartadas), de forma que a pintura principal fique ali, disposta de forma harmoniosa, em conjunto com todo o resto. Quase não sobrou espaço, mas aquela nostálgica gravura permanece ali.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho esta gravura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não tenho o quadro principal, não sei ainda a disposição de todas as obras na minha parede de recordações, não faço idéia de como eu vou alocá-las todas. Mas ela vai sempre permanecer ali. É minha única certeza.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nota da Autora&lt;/strong&gt;: Não é um texto convencional aqui do blog. Mas eu precisava postá-lo. Não é longo, não é profundo, nem tem nenhuma pretensão. Mas eu precisava. E compartilhar isso com vocês todos é um presente. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para ler ouvindo: &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=xPm4GH3UUC8"&gt;Wish you were here do Pink Floyd&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Tem um motivo muito especial para ser esta música (e os espertinhos que vierem dizer que é uma musica "política", já fiquem sabendo que eu sei disso). &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aproveitando aqui tb para tratar de um assunto sério. O Dr. Alexandre Koga, fala lá no blog dele sobre um assunto importantíssimo e queríamos dar o nosso apoio: Inclusão de Deficientes no CIOSP (Congresso Internacional De Odontologia de São Paulo). &lt;a href="http://www.ortodontiaparatodos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Confiram aqui&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;e manifestem tb seu apoio. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4861550508293924933?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4861550508293924933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4861550508293924933' title='38 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4861550508293924933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4861550508293924933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/01/um-caso-destes-que-acontecem-todo-dia.html' title='Um caso destes, que acontecem todo dia.'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>38</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-6791359288161260897</id><published>2011-01-04T09:39:00.003-02:00</published><updated>2011-01-04T09:50:07.781-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Covarde</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nem vou perguntar como vocês passaram de final de ano, porque já deu (ui), né? Meu feriadão foi destes, regado a sol, praia, Banana Boat e uma bebida estranha mas deliciosa chamada "Meladinha". Recomendo. Sõ não me sentia muito a vontade para pedir ao moço do quiosque para me dar uma "meladinha" no capricho, então eu pedia para a irmã dele, a Lurdinha! Beijo, Lu!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este caso clínico é longo e exige método para ler, viu? Já aviso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CASO CLINICO&lt;/strong&gt;: Homem, alto, grande, másculo, gigante (deu para sacar que ele era Extra Large, né?), cabelos castanhos claros, olhos castanhos, pele alva mais que a neve (com sardas nos ombros) e dentes no lugar. Não eram perfeitos, mas quem o é? Lembro das mãos do rapaz. Pareciam raquetes de Squash. Ai, ai... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas, voltando, ele e eu nos conhecemos no aniversário do meu primo. Ele era irmão de uma amiga. Estudava engenharia, gostava de música e naquele dia, estava com uma camiseta dos Strokes. Sabe-se que eu sou um tanto quanto fanática por Strokes, então puxei conversa e a coisa foi instantânea. Falamos sobre música, falamos sobre filmes, falamos sobre bebidas, falamos sobre carros e, até que enfim, ele falou sobre um segundo encontro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Topei, lógico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dia seguinte, e no outro e no outro e no outro. Estávamos namorando. Éramos jovens, felizes, queríamos mudar o mundo, queríamos 5 filhos adotados, queríamos dois labradores, uma casa no campo do tamanho ideal, queríamos que a autoestima do outro fosse baixa e que ele ficasse careca e perdesse os dentes da frente para nenhuma mulher olhar para ele, essas coisas que a gente quer quando está apaixonado. Até que ele decide me apresentar para a mãe dele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apresentar para a mãe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estas palavras pareceram muito singelas no momento. Senti-me importante. Por mais que a gente fuja de compromissos sérios, tem sempre aquele que parece legal e perfeito e que você simplesmente aceita sem medo. Entra sem alarde e é tudo bem tranquilo. Minha relação com esse doido era assim. Uma das poucas vezes que eu acreditei ter encontrado a pessoa certa. Como sempre, eu estava errada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dia marcado, hora marcada, estávamos lá, na casa do Doido, para pegar sua mãe (dele) e leva-la para jantar. Tudo aconteceu nesta ordem:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1) Ela e eu, após apresentações informais (era como ele tinha dito que seria), tivemos um rápido e implícito "desentendimento" sobre quem sentaria no banco da frente. Não houve palavras, mas as duas tentaram abrir a porta da frente. Ela, solícita (e de bom senso), cedeu-me o regalo. Agora imaginem: eu sentadona no banco de trás enquanto meu namorado "Édipo" dirige ao lado de sua mãe "Jocasta".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2) Meu namorado Doido, com toda sua genialidade, sugeriu que fôssemos comer num restaurante específico. O problema é que como este meu Doido morava com a mãe, nós "frequentávamos" uma Bat Caverna muito próxima ao tal restaurante e naquela semana já tínhamos ido lá (tanto na Bat Caverna quanto no tal restaurante) umas... sete vezes (era domingo). Lógico que a frequência das minhas visitas ao tal estabelecimento não é relevante, mas acontece que eu na hora disse: "Ah, não! Vamos no &lt;em&gt;Sbrubbles Gourmet&lt;/em&gt;!" E fomos. Mas eu não sabia que aquele era o restaurante preferido da véia, digo...da mãe do moço.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3) Na hora de ir embora "&lt;em&gt;Eu vou sentar na frente II – A saga continua&lt;/em&gt;". Ela quase me empurrou quando o manobrista abriu a porta. Sorri. Apenas sorri.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não foi um jantar tenso, apesar de tudo. Tudo correu bem, inclusive. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dias depois ele terminou comigo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cada um para o seu lado, ele alegou estar cansado, provas, sou-muito-jovem-para-me-envolver-assim e blábláblá. Não costumo questionar a decisão alheia, aceitei e fui seguir minha vida. Óbvio que fiquei bem mal. A Lee lembra que eu chorava quando ouvia Strokes. Bem patético. Mas ele nunca soube e é isso que importa, não é mesmo, minha gente? Sofrer com dignidade é para poucos, fica a dica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Só que ele continuava me procurando e a gente meio que saía escondido (/Kelly Key). Eu não saquei de início, mas achava estranho ele não me levar mais no tal restaurante, a gente só sair altas horas da noite, não nos vermos nos sábados. Ele alegava que não queria namorar e eu, apaixonada, aceitava. Uma hora ele ia se dar conta que "a vida não era só baderna" e tal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Certa feita, a irmã dele (lembram-se que ele era irmão de uma amiga?), me falou, ingenuamente: &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;- Pena você e o Fulano não poderem ficar juntos, mas minha mãe é f#%&amp;amp;a! Ela te odeia! E o pior é que ele gosta pra caramba de você!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: Cagão. CAGÃO! Covarde, cagão!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Gente, eu nunca chorei tanto de ódio em toda a minha vida. Depois, peguei nojo dele. Juro, era asco mesmo! Saí pela última vez para dizer o quanto eu o achava ridículo, e nunca mais nos falamos. Nunca peguei tanto nojo de alguém de forma tão instantânea.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Podem me dizer que eu fui exagerada, que ele merecia uma chance, opiniões são opiniões. Eu também já fui covarde, mas quando gostei de alguém de verdade, eu fugia no meio da noite para ver um certo doido (Doido Pioneiro) tocar num bar todas as madrugadas de quarta. Sou destas. Ou era. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, ensinou-me algo. Ser dissimulada ao conhecer futuras sogras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo "&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=k3qgrSon4To"&gt;Whatever Happened&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;" do Strokes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Feliz 2011 para todo mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;PS: Quem puder nos divulgar no &lt;strong&gt;Twitter&lt;/strong&gt;, agradecemos. Mas só divulgue se gostar, combinado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-6791359288161260897?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/6791359288161260897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=6791359288161260897' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6791359288161260897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6791359288161260897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2011/01/o-caso-do-doido-covarde.html' title='O caso do Doido Covarde'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-8454571935571593324</id><published>2010-12-20T20:52:00.005-02:00</published><updated>2010-12-20T21:13:07.052-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso de outro doido stalker</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Caso clínico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem, 28 anos, psicólogo, olhos e cabelos castanhos. Nariz e dentes bem feitos. Chato e entrão, daqueles que tentam ganhar intimidade de um jeito forçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já contei aqui que eu tenho um perfil fake no Orkut. Tá, Orkut é muito, muito last season, mas ainda serve pra algumas coisas. Ou não serve, sei lá, nem acesso mais mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que ainda mantenho um perfil fetichento por lá e vez ou outra aparece um doido querendo fazer amizádji. Numa dessas vezes, conheci um rapaz que se dizia dominador e que gostaria de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"estabelecer um contato comigo, me conhecer melhor e me mostrar que eu só preciso de um dono bem autoritário para que eu seja uma submissa de verdade"&lt;/span&gt;. Ma oe... Sempre o mesmo papinho mole desse pessoalzinho fetichista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionei o moço pra ver até onde ia essa conversa de machão e acabei descobrindo que ele tinha feito a mesma faculdade que eu e na mesma época. Fucei todo o perfil dele e até que ele não me era estranho. Devo ter esbarrado com ele algumas vezes nos corredores da faculdade e devo ter achado o moço bonitinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no perfil dele tinha uma foto que eu não esquecerei jamais. Nem a Brid, porque, é claro, compartilhei a imagem com ela. Primeiro plano da foto: ele, de óculos, super galãzinho. Fundo da foto: uma parede toda mal pintada, cheia de mofo, um rodo (!) e um armário Itatiaia (!!) véio, mas véio mesmo. Com a porta meio caindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, foto é uma coisa MUITO importante. E tem gente que não tem o mínimo senso estético. E tem foto que me broxa total. Exemplos: foto no espelho do banheiro (principalmente de balada, pra mostrar que é descolado), foto dentro do carro (pra mostrar que tem um), foto na academia (pra mostrar que é bombado), foto em transporte público coletivo - ônibus, trem, metrô etc (só pode ser pra mostrar que é pobre, PÁBRE mesmo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, daí quando eu vi essa foto vexatória dele, num cenário que mais parecia um ferro-velho, todo o “encanto”, que já não era grande, sumiu. Mas continuei a conversa pelo MSN por conta da faculdade e por lembrar vagamente dele e tals. Juro que eu não tinha nenhum interesse nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conversas no MSN renderam tanto que ele será tema de outros posts por aqui. Ele estava numa vibe de tentar me conquistar e eu super querendo achar mais um caso clínico pra contar pra vocês. Só que eu, não percebendo que o cara tinha um comportamento estranho e gostava de fazer mil perguntas, acabei passando algumas informações sobre minha vida pessoal. Burrice minha, eu sei. Mas eu pensei que eu estava fazendo amizádji mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só percebi a besteira que fiz quando, uns dias depois, recebi um pedido de amizade, do Orkut, no meu email. NO MEU EMAIL PESSOAL. NO MEU ORKUT PESSOAL. E eu surtei porque o feladaputa teve a pachorra, a cara de pau, de ficar me procurando em todas as comunidades da nossa faculdade (que não são poucas). E ele só sabia meu primeiro nome. VACO, mil vezes VACO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Orkut pessoal é aquela merda, né? Pelas tuas comunidades e amigos, o cara consegue saber até que tipo de depilação você faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, eu estava namorando! E meu namorado não sabia que eu tinha um perfil fake fetichento no Orkut! Daí como quem tem cu tem medo, eu saí deletando minhas comunidades. Apaguei a que tinha o sobrenome da minha família, a que chamava &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;Todo *Lucas* (insira aqui o nome do meu namorado) é lindo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;,&lt;/span&gt; apagando tudo que é informação pessoal e que levasse o maluco ao perfil do meu namorado. E, claro, deixei o pedido de amizádji no limbo. Não cliquei nem no sim nem no não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horas depois, entrei no MSN pra falar com o doido. Tentei fingir naturalidade. Mas daí o maluco começou a perguntar qual era o meu sobrenome. Pra quê? Eu disse que era, sei lá, Goldschimidt (o sobrenome de solteira da minha tatatatatataravó). Mas ele, não contente em me deixar encafifada, fez a pergunta que desencadeou meu pânico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Qual é o nome do teu namorado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quê, Jeová? Por que saber o nome do meu namorado? Não respondi, claro, e na mesma hora liguei para o namorado. Inventei um desculpa horrível e pedi pra ele trancar o Orkut dele. Ele trancou. Ufa. Sem fazer perguntas. Ufa (2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bloqueei o maluco no MSN e torci pra ele sumir. Dez dias depois ele me manda um email perguntando se estava tudo bem e se eu ainda tinha interesse em ter um dono (oi?). Então inventei que eu estava passando por um momento muito ruim e reafirmei pela 49ª vez que eu não estava procurando nada, nem aquela Tele Sena da década passada que podia estar premiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma semana depois, recebi no meu outro email pessoal um pedido de amizádji. NO FACEBOOK! Mas como?!? Como ele me achou se não tem meu email pessoal e meu sobrenome não é Goldschimidt??? Indignada, mandei um email perguntando de que maneira ele me encontrou. Por que, né? Também queria conhecer essas estratégias de detetive que deixam as minhas no chinelo. Mas ele apenas respondeu dizendo que não tinha percebido que havia me adicionado e que eu era muito misteriosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porra, o cara me conhece por causa de um perfil fetichento, que quase ninguém sabe que existe, fica fazendo insinuações que eu quero um dono (oi?), pergunta o nome do meu namorado, tenta entrar na minha vida, fuçando meus perfis em redes sociais sem a minha permissão e sem o meu conhecimento. E eu sou misteriosa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mandei mais nenhum email, só que há dois dias ele me perguntou por que eu tinha apagado o meu Tumblr de imagens pornoeróticas, que estava linkado no meu perfil fetichento do Orkut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diagnóstico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stalker. Entrão. Folgado. Chato. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Síndrome de Intimus Amigus Coloridus que Quer Estragar o Namoro Alheio&lt;/span&gt; (SIACQENA). Sei lá, foi isso o que eu pensei. Pode até ser coisa da minha cabeça, mas, gente, fiquei com medo de verdade de esse maluco atrapalhar minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tratamento:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento, estou aplicando um tratamento meio arriscado. Estou me fazendo de louca também. Eu disse que apaguei o Tumblr porque o mau momento que estou vivendo me fez repensar a vida, e a igreja que ando frequentando está me ajudando muito a colocar a cabeça no lugar. Logo, estou me afastando das coisas que me levam para o caminho do mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, ele não deu mais nenhum sinal de vida, mas é cedo pra comemorar. Vamos torcer pra ele ter cansado de tentar ser meu amigão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Walking after you&lt;/span&gt;, do Foo Fighters (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=0rUVEhEt3Ng"&gt;aqui&lt;/a&gt;). É uma música fofa e, felizmente, ela me lembra outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Queridos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Brid e eu viajaremos neste fim de ano. \o/&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Então, posts novos só depois que esse período de festas passar e a gente voltar à triste realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bom Natal pra quem gosta dessas coisas de Natal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E um 2011 leendo, leendo pra todos vocês!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;;-)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-8454571935571593324?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/8454571935571593324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=8454571935571593324' title='31 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8454571935571593324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8454571935571593324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/12/o-caso-de-outro-doido-stalker.html' title='O caso de outro doido stalker'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>31</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-3443195379193317408</id><published>2010-12-13T15:16:00.003-02:00</published><updated>2010-12-13T15:37:25.187-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Jornalista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nem vou me desculpar mais pelo atraso na postagem porque isto já está virando um hábito, não é mesmo? Mas gostaria que todos entendessem o quanto tem sido difícil parar para escrever, sabiam? Nunca vi um Fim de Ano tão corrido. O de vocês também está assim?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, perdão, gente!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, conto com a compreensão e paciência e peço humildemente que continuem sempre nos visitando, divulgando, e comentando. Isso motiva, viu?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E por falar em compreensão, amor, Balas Juquinha e Conguinha com cheirinho, lembrei-me de um doido da época da faculdade (meu quórum é praticamente todo montado com "caras da faculdade" – já que passei metade da minha vida lá – e "amigos dos meus primos". Aliás, eu já sugeri para minha tia abrir uma agência matrimonial. Ela está perdendo uma grana violenta reservando seus serviços à minha pessoa. Mesmo porque, eu já cheguei a conclusão que sou um caso perdido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CASO CLÍNICO&lt;/strong&gt;: Homem, 26 anos (na época), estudante de Jornalismo, 1, 90m., olhos e cabelos (fartos) castanhos, não era lindo, mas tinha um dom: Prosódia. Digamos que além de ser extremamente divertido (no começo), ele deve ter tido aulas de retórica com o Platão ou o Sócrates.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nós nos conhecemos por intermédio de um amigo. Imaginem que numa mesa de bar com dezoito pessoas aproximadamente, ficamos só nós dois conversando individualmente até que os dezoito dizimaram-se em "Ele e eu", cerca de 5 horas depois de muito papo de revistinha. Sabem como é, o esquema Eduardo e Mônica: escola, cinema, sexo dos anjos, e televisão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tal e qual Eduardo e Mônica, trocamos telefones, depois telefonamos e decidimos nos encontrar. Tirando o fato dele falar mais do que eu, estava tudo tranquilo. Dirigia maravilhosamente bem, o que no meu ranking de pontos significa bastante. Foi me buscar em casa e não se atrasou, o que significava "interesse" (se bem que se o rapaz não for te pegar na sua casa, é melhor que ele seja lindo, sensual, forte, inteligente e bom de cama, viu? Fica a dica.).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Pegamos afeto" e começamos o que eu chamaria de namoro, não fosse eu tão apavorada com este termo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O fato é que ele era chato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não tô dizendo chatinho, daqueles que um dia ou outro aparecem com um CD do Richard Clayderman ou do Ray Connif para vocês dois ouvirem juntinhos (sim, pessoas, já tive um caso destes). É chato num nível P&lt;em&gt;rofessional Advanced&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Certa feita, ele e o namorado da Lee na época (tenho pena dos namorados da Lee todas as vezes que eu os brindo com amizades forçadas de meus doidos!) estavam vendo TV na minha casa. Acreditem ou não, eles ficaram vendo o "Canal do Boi" por uns 40 minutos e meu &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Jornalista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; estava "comentando" o evento. O namorado da Lee estava tão apoplético que acho que nem teve coragem de pedir para mudar de canal ou sair da sala. Mas, óbvio que ele contou esta história nas nossas rodinhas de amigos até o dia em que a Lee resolveu coloca-lo para correr, o que achei bem feito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Jornalista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, além de chato começou a se mostrar arrogante, pedante, grosseiro e egocêntrico. Até aí tudo bem, mas a coisa ficou chata quando eu percebi que a história toda se estendia até mim. Ser tudo isso com a humanidade e me fazer passar vergonha, belezêra! Mas começar a ser arrogante com a minha pessoa e fazer com que eu tivesse vontade de morrer de tédio e me enforcar com o fio dental após o jantar... bem aí já era demais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu achava excitante no começo quando ele falava de coisas legais (ele era bem viajado e tal), comidas exóticas do Sri Lanka, vinhos &lt;em&gt;Pinô Noar Veuve Cliquô Xardonei&lt;/em&gt; e tal. Mas depois aquilo me fazia querer tomar vinho Natal com a Lee no portão da casa dela em copos de plástico descartável. Juro, gente – cansa!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ficamos juntos por 6 meses, oito dias e nove horas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Motivo&lt;/strong&gt;: Sexo. Não era bom – era ótimo. E Deus me fez assim - fraca da carne. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: Síndrome de Narciso, &lt;em&gt;Chaticis Cronicuum&lt;/em&gt; (CC) e falta do que fazer, né? Porque "Canal do Boi" para quem nem sabe o que é um sítio, é de fato muita falta de vida para tomar conta! Se bobear, ele assistia "Leilão de Jóias" também. Eu não duvido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Um dia eu encontrei um rapazinho legal, que adorava saber coisas de mim, me achava linda e repetia isso o tempo todo, gostava de vinho Natal e de ser agradável. Troquei sem piedade, afinal, substituição é o novo preto nos dias de hoje. Não que seja um hábito (será?), mas é sempre bom saber que o mundo tá cheio de gente. Obrigada, deus!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo: &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZqMmtmwgplQ"&gt;Walk Away do Franz Ferdinand&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Porque eu nunca me canso do Franz Ferdinand. E porque eu adorei "&lt;em&gt;the sound of him walking away&lt;/em&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-3443195379193317408?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/3443195379193317408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=3443195379193317408' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/3443195379193317408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/3443195379193317408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/12/o-caso-do-doido-jornalista.html' title='O caso do Doido Jornalista'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-6896930216326081415</id><published>2010-11-07T22:23:00.004-02:00</published><updated>2010-11-07T22:59:09.663-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido cosquinha</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 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Acho que eu estava precisando falar bobagens, contar um pouco de mim e das coisas que me acontecem e, principalmente, compartilhar as histórias estranhas que sempre vêm ao meu encontro. Porque nesse hiatus, percebi CLARAMENTE que eu EFETIVAMENTE atraio malucos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eu poderia voltar a escrever de várias maneiras diferentes, mas resolvi contar uma história recente e engraçada (será?).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Caso clínico:&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Homem, 20 aninhos, branquelinho, cabelos castanhos e compridos, barba e tatuagens. Muitas tatuagens. Parecia o Andreas Kisser (&lt;a href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://ego.globo.com/Gente/foto/0,,16160657-EXH,00.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL927253-9798,00-JUNIOR%2BLIMA%2BTAYLA%2BAYALA%2BE%2BGROISMANN%2BGARANTEM%2BLUGAR%2BVIP%2BPARA%2BVER%2BMADONNA.html&amp;amp;usg=__C6AauuYltLBhZ6AKz8Ww7lOewm8=&amp;amp;h=452&amp;amp;w=602&amp;amp;sz=67&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;start=56&amp;amp;zoom=1&amp;amp;tbnid=UirKLsl1QRsRaM:&amp;amp;tbnh=130&amp;amp;tbnw=174&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dandreas%2Bkisser%26hl%3Dpt-br%26biw%3D1280%26bih%3D737%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:10%2C969&amp;amp;itbs=1&amp;amp;iact=rc&amp;amp;dur=431&amp;amp;ei=yC3XTJ_NFML58Abj-O3zDA&amp;amp;oei=bi3XTITuCIH6lwfcxaWACQ&amp;amp;esq=3&amp;amp;page=3&amp;amp;ndsp=27&amp;amp;ved=1t:429,r:5,s:56&amp;amp;tx=135&amp;amp;ty=57&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=737"&gt;aqui&lt;/a&gt;). E, sei lá, acho o Andreas Kisser gato pra caráleo. Apesar de ser amiguinho DO Sandy&amp;amp;Junior.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Adoro um homem cabeludo. Uma vez disse pra Brid que acho os cabeludos “testosterona pura”. Isso acabou virando piada, obviamente, já que é fácil, fácil achar um cabeludo mais puxado para o Steven Tyler (&lt;a href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://1.bp.blogspot.com/_ll7-BonQdcA/TAsf8to10EI/AAAAAAAAAKg/C0CfxP3NvoI/s1600/Steven%2BTyler.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://mywoohoo.blogspot.com/2010/06/woohoo-top-10-mais-feios.html&amp;amp;usg=__YmKF6iCnB_mSxABnJwpeEAf7uk4=&amp;amp;h=327&amp;amp;w=250&amp;amp;sz=15&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;start=162&amp;amp;zoom=1&amp;amp;tbnid=jGV1IyeVQ_ucKM:&amp;amp;tbnh=136&amp;amp;tbnw=104&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dsteven%2Btyler%26hl%3Dpt-br%26biw%3D1280%26bih%3D737%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:10%2C3078&amp;amp;itbs=1&amp;amp;iact=rc&amp;amp;dur=272&amp;amp;ei=Ry3XTLqBCYyr8AbHsOydDQ&amp;amp;oei=Gy3XTNGAK4L6lwfL3bSBCQ&amp;amp;esq=6&amp;amp;page=6&amp;amp;ndsp=31&amp;amp;ved=1t:429,r:16,s:162&amp;amp;tx=42&amp;amp;ty=48&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=737"&gt;aqui&lt;/a&gt;) do que para o Eddie Vedder (&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Wngi4qeKB9Y/TDOJj9bIq6I/AAAAAAAAASc/Lh00eFdtfNA/s1600/Eddie%2BVedder%2B1evbwrs.jpg"&gt;aqui&lt;/a&gt;),  não é verdade? De qualquer forma, ainda acho a cabeleira comprida masculina atraente e a vida é minha, a opinião é minha, me deixem, beijos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Dito isso, vamos à história do mocinho cheirando a leite.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eu o conheci pelo meu perfil fake do Orkut. Um perfil fetichento. Atraído pela foto dos meus pés, o doido me adicionou para que pudéssemos conversar. Dei uma olhada rápida (not, foi profunda mesmo) no perfil dele e tudo o que pude perceber pelas 327 comunidades é que ele gostava de metal.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Até aí nada empolgante. Mas ele era bonito. E cabeludo. E essas duas características foram suficientes para que eu marcasse um encontro com ele. Mentira. Ele também tinha elogiado amplamente meus pés, o que me fez dar a ele muitos créditos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Marcamos o tal encontro num bar de... METAL (oh), ambiente no qual o mocinho ficaria bem à vontade. Conversamos um pouco. Descobri que ele era Dom (“dominador”, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;no jargão BDSM), podólatra e gostava de fazer cosquinhas nos pés. Ah, eu adoro cosquinha nos pés, pensei. Na hora de ir embora, a gente se pegou no estacionamento. Ele tirou delicadamente meus sapatos, beijou meus pés e fez cosquinhas “de leve”. Achei bem bom, sabe? Foi engraçadinho e até excitante. Principalmente quando ele roçou a barba nas minhas solas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bem, continuamos as conversas por telefone e email, até marcarmos um encontro mais hot. Pelos papos que tivemos, notei que as cosquinhas não eram mero detalhe. Eram um fetiche do rapaz: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tickling &lt;/span&gt;ou “tesão por cócegas”. Eu, com minha porção maluca e curiosa, que adora experimentar coisas, disse para o doido que eu topava brincar de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tickling &lt;/span&gt;com ele. Foi o início do meu pior pesadelo (/clichê).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Vou pular a parte do encontro e ir direto para o motel. Lá no quarto, ele foi extremamente gentil, massageando meus pés, me deixando bastante... relaxada? Com os pés no seu colo, ele me disse para fechar os olhos e sentir as sensações provocadas pelas coisas (pente, chaves, pincel) que seriam passadas nas solas. Gente, o menino era bom naquilo, viu? Achei uma delícia.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Até que ele disse que gostava de fazer cócegas em outras partes do corpo também. E, poutz, eu sou MUITO cosquenta! Sinto cócegas nas coxas, no joelho, atrás do joelho, na barriga, nas costelas, nas axilas, no pescoço, nas costas... &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Não consigo pensar em nenhuma parte do corpo em que eu não sinta cócegas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas eu não quis cortar o clima de vez, né? Então aceitei continuar a brincadeira. E ele amarrou&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;meus pés, fazendo com que meu coração disparasse. Na primeira ameaça dele de fazer cócegas na minha barriga, eu explodi numa gargalhada. Pausa dramática. Eu tava apavorada! Ele, em vez de broxar com minha risada, pareceu mais excitado. E veio pra cima da minha barriga com aquelas mãos cheias de dedos. E eu não sabia se me defendia com os braços ou se o estapeava. Mas a questão era: eu não conseguia reagir, eu me contorcia toda, querendo chutar o moço, sem sucesso, e já tava quase sem fôlego de tanto rir!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diagnóstico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Olha, costumo respeitar os fetiches alheios e não julgá-los. Até porque cada um tem os seus, né? Então, embora eu odeie cócegas e ache que elas fazem parte do grupo “pior forma de tortura”, não vou diagnosticar. Se alguém quiser tentar, deixe seu palpite nos comentários.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tratamento aplicado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;No meio daquela cena surreal e desesperadora, veio à minha mente a Brid que, aos 5 anos de idade, matou um porquinho-da-índia de cócegas. Gente, ela era uma criança e só queria brincar com o bichinho! Mas, né? O porquinho-da-índia MÓRREU!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Então, tive um momento de lucidez e me lembrei da safeword (uma palavra que diz que você não quer mais continuar com aquilo; de preferência, a palavra não deve ter nada a ver com sexo) que havíamos combinado, caso fosse necessário. E gritei:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- OMELETE!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anotações posteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pra quem diz que toda experiência é válida, deixo esse relato e afirmo que a gente não precisa passar por tudo nesta vida.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O doido era muito educado E bonito E cabeludo. Mas gostava muito de cócegas. Então, fim da história.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para ler ouvindo &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Tainted Love&lt;/span&gt;, com Soft Cell (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=YTGiyQRG2EE"&gt;aqui&lt;/a&gt;). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-6896930216326081415?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/6896930216326081415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=6896930216326081415' title='49 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6896930216326081415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6896930216326081415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/11/o-caso-do-doido-cosquinha.html' title='O caso do doido cosquinha'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>49</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-2098706232430119408</id><published>2010-10-25T10:18:00.003-02:00</published><updated>2010-10-25T10:37:53.769-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Esquecido</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De volta. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lee e eu pensamos muito no que poderia ser um bom post de retorno e são tantas histórias, que sinceramente, não dá para dizer qual é a melhor para figurar aqui, nesta re-estréia (com hifen? sem hífen? tantas indagações!). Não sei se perdi a mão, se perdi o humor, se amadureci ou se fiquei ainda mais infantil. Ciumenta, ainda sou. Talvez, ainda mais (porém descobri os Florais de Bach e a Yoga "Ragatanga" – recomendo!). Aprendi que atirar no amigo de paintball a 2 metros de distancia pode machucar. E aprendi que não sermos totalmente sinceros com as pessoas que amamos pode machucar também... Até mais. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dito isto, enquanto Lee e eu falávamos de doidos da faculdade (eles figurarão aqui em peso, lembramos de vários), eu me recordei de Doido Esquecido. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CASO CLÍNICO&lt;/strong&gt;: Homem, caucasiano, 23 anos (na época), loiro, olhos de cor indefinida, um metro e noventa (porque sou destas baixinhas que não se fazem de rogadas), futuro arquiteto. Ele era bonito, tenho que admitir, e lembro-me que a Lee o apelidou de "Thor", a despeito da loirice e dos cabelos num corte um tanto quanto "He-Man" (ela tentou chama-lo de He-Man, mas não deixei. Fechamos com "Thor" depois de muita discussão).&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Festa na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) com bandinha, futuros arquitetos, vinho barato, muitas marias, muitas joanas e nesta particularmente, muitas meninas da Letras. Lee já havia se "enturmado" com um lindo rapaz com camiseta do Seu Madruga (que apelidei de "Racha Cuca") e eu estava sentada num daqueles bancos gelados do pátio da faculdade. Quando decidi me levantar (pois minha bunda já estava dormente), Doido Esquecido chega até mim e diz:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Esquecido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Você é de que faculdade&lt;/em&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Letras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Esquecido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Eu tenho chance com uma menina de Letras?&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Depende. Você sabe escrever seu nome direitinho? Sem errar?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Esquecido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;O primeiro nome sim. Mas o sobrenome eu ainda dou uma "coladinha". Sou filho de poloneses.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Espirituoso. Não é que eu estava facinha (eu estava), mas adoro esta coisa de ter respostas tão debochadas quanto minhas perguntas. Isso é raro e valioso, meninos. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, conversamos sobre "cachorros" (é, o repertório de espirituosidade do rapaz não era assim tão vasto), e ele falou: "&lt;em&gt;Vou te beijar, pode ser&lt;/em&gt;?" eu fiz que sim com a cabeça e ele se encarregou de fazer o resto. Eu, por minha vez, fui receptiva e cordata.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(&lt;strong&gt;Pausa Investigativa I&lt;/strong&gt;): Eu percebi que de vez em quando ele tinha uns "tiques" com a cabeça, sabem? Eu achei que era para tirar o cabelo do olho e tal (&lt;strong&gt;Fim da Pausa Investigativa I&lt;/strong&gt;).&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nos despedimos, mas trocamos telefones e mantivemos contato durante toda aquela semana e na outra, mas nossos horários não batiam (estranho porque estudávamos no MESMO horário e ele não trabalhava), então não nos vimos mais.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(&lt;strong&gt;Pausa Investigativa II ou "Eu deveria ter desconfiado"&lt;/strong&gt;): Nestas conversas telefônicas, ele as vezes dizia frases meio desconexas. Não sei se era culpa da Maria ou da Joana, só sei que uma vez ele falou: &lt;em&gt;"Sabia que eu não lembro do seu rosto? Eu sei que você é gatinha, porque eu não sou míope, mas não faço ideia de como seja seu rosto!"&lt;/em&gt; – muito sensível, muito galante, como vocês perceberam. (&lt;strong&gt;Fim da Pausa Investigativa II&lt;/strong&gt;)&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até que uma nova festa na FAU foi divulgada. Liguei para ele (sim, eu fiz a mendiga – não me julguem, ok?) e perguntei se ele ia. Ele, me deu uma desculpinha de que o irmão gêmeo estava com escarlatina e disse que não iria, no que eu disse que também não estaria lá. Sou destas, solidárias com a escarlatina alheia. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lee, que estava de caso (um belo caso, inclusive – vale post) com o "Racha Cuca", tinha que ir a qualquer custo, mas não queria aparecer lá sozinha para não "dar bandeira". O que uma amiga faz nestas horas? No meu caso, eu fiz o sacrifício de matar a aula de Latim V (na qual fui reprovada 3 vezes, vale lembrar), e ir até a tal festinha.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chegando lá, o moço com a camiseta do Seu Madruga, agora vestia uma do Cauby Peixoto on Acid (ou seria do filme "&lt;em&gt;O que terá acontecido a Baby Jane&lt;/em&gt;?") e foi logo atrás (opa!) de Lee, que sem a menor cerimônia me largou desamparada, jogada aos leões e aos garotos com &lt;em&gt;mullets&lt;/em&gt;. Avisto de longe o Doido Esquecido. Ele vem até mim. Tenho certeza que ele me reconheceu e está feliz em me ver por ali. Chega perto, sorri e dispara: &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-&lt;em&gt; Oi, você é de que faculdade? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;DIAGNÓSTICO: &lt;strong&gt;TDA&lt;/strong&gt; (Transtorno de Déficit de Atenção), &lt;strong&gt;CP&lt;/strong&gt; (Cara de Pau), &lt;strong&gt;LAE&lt;/strong&gt; (Laricus ad Eternum), &lt;strong&gt;AP&lt;/strong&gt; (Alzheimer Precoce) e &lt;strong&gt;CPC&lt;/strong&gt; (Complexo de Principe da Cinderela) – vocês também nunca desconfiaram do tal do príncipe que precisava experimentar o sapato no pé da moça? Como assim? Ele não lembrava da cara dela? Sempre achei que este príncipe usava anfetaminas ou coisa assim.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Fiz a minha mais singela cara de cu e fiquei olhando para ele. Achei que ele ia me perguntar se eu era muda, mas antes dele entrar neste aspecto, eu sorri. Só para ter certeza se ele me reconheceria, com meus 60 dentes (são de fato grandes, leitores). Ele olhou de novo, com aqueles olhos de ressaca (/Capitu) e esperou a resposta. Respondi:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Sou da Letras, mas você não tem chance nenhuma comigo, (nome do Doido)!&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele, idioticamente rebateu: &lt;em&gt;"Você sabe meu nome?"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nisso, decidi que ele era um caso perdido. Fui embora sem explicações. E aprendi que, nem sempre os rapazes estão interessados em continuar a "ficadinha" quando dão telefone deles e te ligam. E que é muito mais válido, um míope de óculos, bem nerd, do que um Thor laricado com tique nervoso.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fica o conselho. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;"&lt;em&gt;Hello&lt;/em&gt;" do Lionel Richie&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Ela (a moça do clipe que vc pode ver&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PDZcqBgCS74"&gt; &lt;strong&gt;AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;), não conseguia ver (era cega) e até que fez uma escultura boa do Lionel. O Doido em questão, ainda que tendo apalpado (ui!) o meu rosto insistivamente, não seria capaz de me descrever para um retrato-falado, sequer para um amigo, só para dizer: "&lt;em&gt;Ta vendo aquela loira, ali? Catei&lt;/em&gt;!". É, leitores. Dureza!&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Post Scriptum&lt;/strong&gt;: O doido, acreditem ou não, me ligou de volta algumas vezes, mas eu não atendi. Até hoje, não sei se ele lembrou de mim depois ou se queria continuar a jogar conversa fora por telefone... ou se ele era mesmo meio doido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-2098706232430119408?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/2098706232430119408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=2098706232430119408' title='37 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2098706232430119408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2098706232430119408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/10/o-caso-do-doido-esquecido.html' title='O caso do Doido Esquecido'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>37</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-2796566912351456468</id><published>2010-10-15T12:29:00.006-03:00</published><updated>2010-10-15T12:56:11.227-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Retorno</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É bastante difícil voltar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É terrivelmente difícil ter de admitir fracassos. E eu fracassei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De novo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Miseravelmente, fracassei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho um blog chamado "Sou pára-raio de doido". Não é por acaso, nem apenas para ser engraçado. É um fato. Este meu último fracasso (amoroso, as usual) não foi totalmente culpa minha (sempre é). Foi culpa da vida, do karma que eu provavelmente tenho, dos anos de terapia que eu ainda não fiz, dos óvulos saudáveis de alguém e da predisposição do universo em mostrar-me o quanto eu posso ser impotente (ui!) quando o assunto é "controlar uma relação e fazê-la dar certo".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu não posso controlar uma relação, nem fazê-la dar certo, aprendi. Ponto para a Bridget Jones que agora sabe o quanto o destino é filhadaputamente brincalhão conosco. Com todo mundo, inclusive. Não pense que você, que é casado há 25 anos e tem 4 filhos criados, que está livre das jogadas estratégicas do destino. Fica aí, uma dica valiosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E olha que eu nem acredito em destino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estou de volta. Perdi o jogo com o tal "destino" e sinceramente, desisti de jogar conforme as regras estipuladas e lavradas no manual. Desisti de tentar controlar as coisas, porque são as coisas que nos controlam. Os sentimentos, as pessoas que surgem em nossas vidas, as situações, são fatores que determinam os sucessos e os fracassos e acreditem, nem sempre o fracasso é fracasso e o sucesso é sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É tudo relativo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então, eu venci.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Terminar um texto com um clichê tão abominável quanto esse ("eu venci", patético, não?) pode ser uma vitória contra a obrigação de ter um final marcante e genial, como também pode ser uma derrota, neste caso do meu professor de Estilística, o Cesquin.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desculpaí, professor! Hoje é o seu dia!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estamos de volta. Não temos a mínima idéia se alguém ainda nos lê. Eu, particularmente, adoraria descobrir que sim! Afinal de contas, não éramos nós que fazíamos isso caminhar, eram vocês!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma de nós vai culpar a falta de tempo (apesar de ser verdade também), a falta de histórias (estas, ainda tem muitas) ou dizer que a vida estava ótima e por esta razão não escrevíamos. Foram vários fatores. Um deles, a minha tentativa de entender melhor onde é que eu errava. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lógico, que não cheguei a conclusão nenhuma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Minha única conclusão é a de que eu não consigo ficar sem escrever aqui e a Lee também sente o mesmo. Temos saudade. Temos vontade. Temos NECESSIDADE!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Espero que gostem de nós mais maduras (porém, não mais velhas).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sarcasmo também continua o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E o carinho por vocês todos, dobrado!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vejo vocês na proxima semana! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Follow us on Twitter! (&lt;a href="http://www.twitter.com/pararaiodedoido"&gt;AQUI&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-2796566912351456468?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/2796566912351456468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=2796566912351456468' title='52 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2796566912351456468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2796566912351456468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/10/o-caso-do-retorno.html' title='O caso do Retorno'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>52</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-5012903854990380571</id><published>2010-06-28T09:11:00.004-03:00</published><updated>2010-06-28T09:23:45.139-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Lee'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso das férias prolongadas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não, nós não voltamos. Ainda. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Viemos dar notícias, pois de alguma forma, temos uma espécie de necessidade da interação que sempre tivemos aqui. De alguma forma, ficamos dependentes deste espaço e, ainda que anônimas, criamos um vínculo forte, quiçá "poderoso" com os nossos leitores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu de tudo neste período que estivemos escrevendo religiosamente todas as semanas aqui no blog. Paqueras que se tornaram amigos, leitoras que se tornaram amigas, amigos que se tornaram paqueras, conhecidos que se tornaram íntimos, íntimos que se tornaram amores e amores que acabaram sem ao menos começar. Começos de amores que não vingaram, grandes amizades que tornaram-se indispensáveis e muitas outras experiências que fizeram destes anos escrevendo nossas aventuras, mais interessantes, mais vibrantes (ui!), mais frenéticos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que acontece é que estamos felizes.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não, não quer dizer que só escrevemos por aqui quando estamos com dor de cotovelo ou prestes a tomar cianuretto com Amarula – nada disso! O que acontece é que estamos felizes com realizações que nos tomam praticamente todo o nosso tempo e fazem com que realmente tenhamos que priorizar tais coisas, tais acontecimentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É um novo amor? Também. São os estudos? Sim, senhores, voltamos a estudar. É o trabalho? Trabalho, com certeza! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como nunca escrevemos um post sequer que tenha sido "meramente escrito", não quisemos fazer isso agora, e não é o que faremos. Cada post aqui, foi gerado e depois de um tempo em desenvolvimento foi concebido de uma forma estruturada, planejada – do jeito que vocês conhecem. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é fácil escrever um blog com o formato do nosso. Deve dar para perceber que não são textos "jogados" ou nascidos do nada. Vocês não merecem isso. Merecem respeito. Afinal, temos leitores com uma capacidade literária infinitamente superior a nossa. Dá gosto de lê-los e é um orgulho para nós tê-los como leitores. E mesmo aqueles que sequer tem um blog, para que possamos verificar algum talento mais apurado, nos prestigiam com e-mail delicados, carinhosos, conselheiros, por vezes, críticos – o que de fato nos alegra, e nos emociona. Estes leitores também merecem respeito e consideração. Não há nenhuma chance de fazermos algo aqui que consideremos mediano. Isso, nunca! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem quiser saber notícias nossas, saibam que:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Nunca deixamos de acessar nossos e-mails de contato. Reiterando aqui que são &lt;a href="mailto:drabridgetjones@gmail.com"&gt;drabridgetjones@gmail.com&lt;/a&gt; e &lt;a href="mailto:dralleholloway@gmail.com"&gt;dralleholloway@gmail.com&lt;/a&gt; . Quem quiser contar sua história, dar algum pitaco sobre algum texto nosso, convidar para o casamento (adoramos festas!), ou qualquer coisa do tipo, é só mandar um e-mail. Pode ser que demore um pouquinho, mas a gente responde todos!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; O &lt;a href="http://www.twitter.com/pararaiodedoido"&gt;Twitter&lt;/a&gt; está meio parado, mas ainda funciona. Toda vez que tenho um tempinho, dou uma olhadela por lá, divulgo os amigües que me pedem uma ajudinha básica e mato as saudades das pessoas que mantiveram-se fiéis e não nos abandonaram. Agradeço muito pelo carinho (/Hellen Ganzarolli).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Se vamos voltar? Nunca fomos embora. Nossos canais de comunicação ficarão sempre abertos. Lemos todos os comentários e só deixamos de respondê-los por simples falta de tempo hábil nos nossos trabalhos. Sabem como é! E, assim que conseguirmos parar para gerar, desenvolver e conceber nossos textos a contento (nosso e de vocês), voltaremos, sim, why not? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para ler ouvindo &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_5ddZU5Ipqg"&gt;&lt;strong&gt;"The End" dos Beatles&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Porque não é um final. Não é um hiato. Não é uma pausa. Enquanto este blog estiver no ar, estaremos aqui. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beijo Grande&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;BRID &amp;amp; LEE&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-5012903854990380571?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/5012903854990380571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=5012903854990380571' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5012903854990380571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5012903854990380571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/06/o-caso-das-ferias-prolongadas.html' title='O caso das férias prolongadas'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-6371948276844676562</id><published>2010-04-18T19:20:00.003-03:00</published><updated>2010-04-18T19:31:08.521-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>Hiatus</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabem aquela pausa chata que interrompe nossas séries de TV preferidas? É assim que estamos nos sentindo. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;On hiatus&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, não posso dizer que entramos em pausa depois de um episódio eletrizante, como geralmente acontece com os seriados. Na verdade, minha intenção nem é a de fazer comparações entre o blog e eles. Só queria tentar justificar nossa ausência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelos últimos textos que escrevemos, vocês ficaram sabendo que não estamos vivendo os momentos mais felizes de nossas vidas. Também não são os piores (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não?&lt;/span&gt;). Mas o fato é que, além de estarmos superatarefadas com o trabalho e os estudos, o que é bom neste momento, estamos sem vontade de rir da nossa falta de habilidade para relacionamentos amorosos. Está sendo doloroso escrever uma linha que seja. Eu sei que ainda tenho que contar algumas histórias pra vocês, assim como a Brid, mas estamos precisando dessa pausa agora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, e o que acontece enquanto novos episódios não são escritos? Reprise. Esses dias, olhando para os links aqui ao lado, me assustei com a quantidade de histórias que Brid e eu já postamos por aqui. Mais de 100 casos clínicos. Fiquem com eles por enquanto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se quiserem ouvir alguma coisa bem de acordo com a nossa vibe, Cat Power (leenda!) é a dica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Beijos!&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Lee e Brid&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P.S.: aos que mandaram histórias pra gente publicar, quero dizer que os textos estão guardadinhos e não serão esquecidos. Desculpem-nos pelo adiamento. Mas fiquem tranquilos que eles serão colocados aqui mais pra frente. ;-)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-6371948276844676562?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/6371948276844676562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=6371948276844676562' title='39 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6371948276844676562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6371948276844676562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/04/hiatus.html' title='Hiatus'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>39</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-2948581506014012363</id><published>2010-03-28T21:31:00.005-03:00</published><updated>2010-03-30T00:05:02.329-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido manipulador</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este é um texto de devaneios. Leiam esses pensamentos confusos cientes disso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Caso clínico: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Homem, trinta e poucos anos. Já passou por aqui algumas vezes, mas minha autocensura me impede de identificá-lo novamente. Sim, eu tenho vergonha de ele ainda estar presente na minha vida depois de ter dito tantas vezes que a história havia acabado.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Fiquei meses sem falar com ele. Até que um dia meu celular tocou e eu atendi sem ver quem era. Quando ouvi a voz, meu coração saiu do peito por alguns segundos. Conversamos longamente sobre assuntos que tinham ficado pendentes. Ele falou coisas que fizeram com que algumas lágrimas insistentes brotassem. Tive a impressão de que ele também chorava entre uma frase e outra. Rimos de uns mal-entendidos que só são possíveis graças à internet e depois de alguns minutos eu já não o odiava mais. E se fosse só não odiá-lo mais, eu estaria aliviada e este post nem existiria.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;No dia seguinte à conversa, eu já tinha aquela estranha sensação de nunca ter odiado o doido. Passei a me questionar por que eu tinha me afastado, já que ele era tão legal comigo e entendia tão bem meus momentos de insanidade.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Acho que já disse por aqui que eu nunca substituo pessoas. Vou acumulando meus doidos, deixando-os escondidos lá no fundo da caixinha de lembranças. Quando eles resolvem aparecer, eu vou tirando cada momento bom e deixando na caixinha do momento presente. Os acontecimentos ruins eu não guardo e talvez por isso meu sentimento de raiva seja tão passageiro e tão fácil de ser transformado em um sentimento bom. E isso, sinceramente, acho que não é nada bom.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Assim, cada “não” que eu recebi dele, cada decepção que eu vivi e cada minuto de espera por algo que nunca aconteceu foram pensamentos que diminuíram após aquela conversa ao telefone. E relevar tudo isso por causa de alguns minutos de conversa, pra mim, é muito maluco. Eu me assusto com essa facilidade que eu tenho de esquecer. Não só de esquecer, mas de reviver uma coisa em que eu não acreditava mais. E, inevitavelmente, após a conversa, eu tive um rompante de querer fazer dar certo um caso que já tinha sido dado como perdido e arquivado.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Conversando com um amigo, eu me dei conta do tipo de comportamento desse doido. Meu amigo disse algo que me fez pensar muito: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“você sabe que essas pessoas psico são extremamente carismáticas e manipuladoras, né?”&lt;/span&gt; Sim, eu sei que isso acontece, mas apesar de esse meu doido ter realmente alguns problemas, eu nunca associei a maneira encantadora de falar comigo com o fato de ele ser dodói da cabeça. Seria uma associação muito simples se eu não gostasse do doido, mas gostando dele tudo fica muito mais complicado. Sempre quis acreditar que ele me amava e que as fantasias que tínhamos juntos seriam vividas um dia. Nunca cheguei a pensar realmente que o discurso carismático dele era fruto de um problema sério.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Como meu amigo disse, o Doido Manipulador deste post, com seu discurso carismático, me seduz com uma fantasia, com uma ideia que ele ama, mas que ele nunca viveu. Pior: com uma ideia que eu também amava e que ele nunca me deixou viver.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Diagnóstico: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Manipulação Carismática &lt;/span&gt;(MC) resultante de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Doença Mental Não Totalmente Diagnosticada&lt;/span&gt; (DMNTD).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tratamento recomendado para Dra. Lee:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em vez de acreditar no discurso do Doido Manipulador &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“eu te amo e peço, por favor, pra você me deixar te fazer bem pelo menos uma vez”&lt;/span&gt;, eu deveria acreditar no sonho que tive, em que ele me dizia que não sabia gostar de ninguém. Pensando assim, tudo faria mais sentido neste momento.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não entrar na loucura dele de novo, é o que as pessoas que me querem bem recomendam.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Além do mais, não sou psico nem doente como ele. Errr... Sou?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;[to be continued]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Anotações posteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O amigo que me deu um chacoalhão essa semana não deve ler este blog. De qualquer forma, se estiver lendo, peço desculpas por usar nossa conversa neste post. Mas ela foi importante pra mim e eu precisava falar sobre isso hoje. ;-)&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;************&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para ler ouvindo “&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Outsiders&lt;/span&gt;” (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=28rUPPGrkpk"&gt;aqui&lt;/a&gt;), do Franz Ferdinand, que tocou aqui em São Paulo na semana passada. O vídeo não é da apresentação no Via Funchal porque nós não tivemos condições físicas de gravar nada. No entanto, o show com a Brid, a Dolores Haze, dois amigos anônimos e o queridíssimo Paulo, do blog &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Num cantinho escuro&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://numcantinhoescuro.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;) foi incrível!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153); font-style: italic;"&gt;UPDATE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Aos que me perguntaram de Mr. Holloway (até mesmo por e-mail!), acho que devo esclarecer que a história com ele foi suspensa sem previsão de retorno. Muitas coisas aconteceram nos últimos meses e, no momento, não estamos juntos. Não, não estou feliz por isso. Ainda mais porque tenho uma parcela de culpa por esse término. Até pensei em escrever esta semana sobre ele, mas achei que o término da Brid (post da semana passada) com outro término meu seria carga dramática demais neste blog que tem o inuito de ser uma maneira divertida de enxergar nossas historias. Juro que quando eu conseguir escrever de uma maneira menos emotiva, conto pra vocês o que aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-2948581506014012363?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/2948581506014012363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=2948581506014012363' title='69 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2948581506014012363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2948581506014012363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/03/o-caso-do-doido-manipulador.html' title='O caso do doido manipulador'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>69</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-8599524436251273866</id><published>2010-03-22T14:01:00.007-03:00</published><updated>2010-03-22T14:25:32.166-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Fim (Doido Whatever)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Eu nunca fiz isso. Não aqui. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Um texto meu. Sem humor. Mas com tudo de mim. Espero que vocês curtam. Espero que vocês comentem o que acharam. Espero que vocês sintam cada palavra escrita, como eu as senti ao escrever. E espero que vocês me digam suas impressões, pois a interação é a coisa mais legal que este blog tem. Os leitores e a interação que nós temos com eles. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Grande beijo. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;BRID &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para ler ouvindo &lt;a href="http://letras.terra.com.br/coldplay/184036/"&gt;&lt;strong&gt;The Hardest Part do Coldplay&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, que inspirou o post e todo o resto. Desde o começo, até o fim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas acham que a pior parte ao terminar uma relação é a hora de dizer que tudo acabou.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não é. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é quando você chega para buscar suas coisas, naquele lugar que era tão seu quanto dele. Meses depois. Meses que você ficou sem vê-lo, sabe-se lá porquê. A pior parte, é quando ele te diz para fazer isso: buscar suas coisas. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é quando você tem de subir ao sétimo andar com a mala vazia e antes, pegar a chave com o porteiro, que silenciosamente lamenta e te chama de "moça". Ele não lembra mais seu nome. A pior parte é quando este mesmo porteiro diz que o "Seu Fulano" deixou avisado que você viria.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é abrir a porta e sentir o cheiro dele. Um cheiro que agora você reconhece como "dele", mas que já foi o seu cheiro e você nem se dava conta. A pior parte é entrar no quarto e lembrar das noites mal dormidas e das manhãs bem acordadas. A pior parte é ver que a foto de vocês dois não está mais no mural, ao lado da bandeirinha do time dele. Porque é lógico que ele adora futebol e você odeia. E essa diferença fazia de você dois, um casal engraçado. A pior parte é lembrar.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é abrir as gavetas e perceber que nada foi tocado. Sua camiseta dos Beatles, já surrada, enorme e cheia de furos onde ele brincava de colocar os dedos estava lavada, passada e guardada. Suas pequenas lingeries estavam do mesmo jeito que você havia deixado. Amontoadinhas, no canto direito daquela gaveta que era sua. Agora, será uma gaveta vazia. Será? &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma gravura do Monet, o poster de "Laranja Mecânica". Meus cedês numa prateleira separada. Tudo meu. Tudo dele. Tudo nosso. Tudo ali. A pior parte seria levar tudo ou deixar lá? A pior parte foi achar meu Neruda que ele nunca leu. Abandonado num canto da estante, como numa música do Chico Buarque.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte á adormecer sentada no chão da sala, recostada no sofá, tomando a última Coca Cola da geladeira e acordar com ele ao seu lado, na mesma posição que você, fingindo assistir a televisão, desligada. A pior parte é olhar naqueles olhos tão familiares e perceber que seu único erro (e o dele) foi não ter tentado o suficiente. Ter desistido tão cedo, por quase nada.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é aquele beijo com gosto de Coca Cola e saudade. A pior parte é o desespero do toque. A pior parte é o desespero dos toques que se seguem e da negação e da vontade, se contradizendo, dando vazão a uma libido nunca experimentada até o momento. A pior parte é o caminhar desengonçado, já sem camiseta, já sem vergonha, já sem limites até o quarto. A pior parte é a Coca Cola derramada no tapete.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é o gosto daquela lágrima-solitária-clichê, que faz figuração no seu rosto, obviamente – nunca no dele. A pior parte é a certeza de que aquela foi a última vez. A pior parte é saber que outras pessoas entraram na vida de vocês dois, e as coisas caminham, mesmo que vocês estejam separados.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é perceber que o fim foi um erro, mas erro maior ainda seria um recomeço.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é recusar que ele te acompanhe até o térreo. Recusar veementemente.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pior parte é fechar a porta e ter vontade de chorar sentada no hall, mas saber que esta seria uma cena cinematográfica demais para um término tão desgastado. Afinal, se você &lt;em&gt;pertence ao Victor&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– está tudo certo agora.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A pior parte do final é o fim. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E fim. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Referência ao filme Casablanca&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-8599524436251273866?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/8599524436251273866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=8599524436251273866' title='87 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8599524436251273866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8599524436251273866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/03/o-caso-do-fim-doido-coldplay.html' title='O caso do Fim (Doido Whatever)'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>87</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-7146022303838124357</id><published>2010-03-15T10:04:00.003-03:00</published><updated>2010-03-15T10:19:51.564-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O Caso do Doido Replicante</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Decidi que deixaria meu preconceito de lado e passaria e ler &lt;strong&gt;Nora Roberts&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Daniele Steel&lt;/strong&gt;. Vocês sabem, para ficar menos realista e um pouco mais romântica. Parece-me que esta é a palavra de ordem hoje em dia, já que até o &lt;strong&gt;Hornby&lt;/strong&gt; demonstrou-se "romântico" em seu último livro. E eu, com esse meu sarcasmo sexualmente transmissível sentia-me um tanto perdida. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Não sou romântica, mas sou ciumenta. Dito isto, sigamos.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Numa tarde ensolarada destas, a Lee, minha grande amiga, solta uma destas frases de efeito cataclismático:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- BRID, adivinhe quem eu encontrei lá no "Sbrubbles Bar"? Doido Replicante!&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;Doido Replicante é meu ex-namorado. O importante é que saibam que ele e eu namoramos e terminamos – exatamente nesta ordem – de forma cordial, trocando apenas insultos de praxe como "Você é apenas uma pessoa ruim que não merece ser feliz". Estas coisas normais que dizemos quando terminamos um namoro sem saber exatamente a razão do término&lt;/em&gt;.) &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lee continuou, sem clemência. Esta é a minha Lee!&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Ele estava bonito, viu? Trocou de carro, está mudando para um apartamento maior, comprou um barco de pesca, colocou piercing nos testículos, está colecionando répteis e está de namorada nova! Ela é a sua cara.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Devo admitir que não sei exatamente se foram estas as palavras dela quanto aos répteis, o barco de pesca ou o piercing, mas tenho certeza que ela tinha dito "namorada nova" e "igualzinha a você", neste caso igualzinha a mim. Fiz uma cara questionadora, olhando por cima dos óculos, franzindo a testa. Ela sabe que esta cara significa "Prossiga!", e assim o fez:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Ah, BRID, você sabe! Do tipo mignon, branquinha, franja, sorrisão, olhinhos redondos. Ela realmente lembra você. Até o Mr. Holloway achou!&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acreditem, eu nunca tinha sentido aquela sensação em toda a minha vida! Estava tudo meio misturado. Raiva (por ele ter arranjado uma namorada e eu não – já que prefiro um namorado, beijos), Ciúme (por me dar conta de que ele não gostava mais de mim), Posse (ele era MEU ex-namorado, oras!), e Vazio (não, não sei explicar). &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Minha vontade era ligar para ele e dizer: "Ei, Doido! O que você pensa que está fazendo andando por aí com &lt;em&gt;Another Version of Me&lt;/em&gt;? (/Alanis Morissette)" mas obviamente, eu (ainda) estava lúcida e não o fiz. O detalhe mórbido da coisa, era que eu tinha que ver a tal da menina. Questão de honra e de curiosidade felina, aquela mesma que matou o gato.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deixei por isso mesmo, até que uma festa em comum na semana retrasada fez com que eu de fato me sentisse dúbia. Machado de Assis já dizia que todos nós temos um duplo, mas eu só acreditei quando ao cumprimentá-la, reparei nos dentes da moça. Depois no nariz, arrebitado. Os olhos grandes, redondos e o mesmo corte de cabelo (fiquei sabendo pela boca-pequena que era loirinha e, como eu, tinha mudado o cabelo recentemente, a pedido de Doido Replicante – amigos fofoqueiros sempre te dão mais informação do que o necessário!).&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: Saudade? Seria presunção demais achar que ele tem saudades de mim? Seria, lógico. Pensar que o "meu tipo" era o perfil preferido do rapaz, também não era a solução ideal para este questionamento, já que ele tem um histórico tão variado de namoradas quanto eu tenho de cortes de cabelo. Achei melhor pensar em coincidência. COINCIDÊNCIA. É. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Educadamente fui até a mesa dos dois (já fazia um certo tempo que eu não o via, por motivos muito particulares que tem a ver com "ainda gostar dele" e "não suportar olhar na cara dele", tudo assim, meio misturado, sabe?), cumprimentei a garota e ela me lançou um olhar tão doce e admirador, que eu quase (eu disse QUASE) senti culpa. Durante a conversa, ela foi cordata, boazinha e solícita. Bem falante, sabe? A verdade é que achei a garota muito agradável, de qualquer forma. Era fato que ele havia me "replicado" na garota. Mas antes parecida, do que ser completamente o oposto de mim, não é (Não é?)? &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tenho convivido com encontros esporádicos que, de certa forma, aprecio. Eles formam um casal bonito.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele e eu não formávamos. E ainda hoje eu me pergunto: Onde foi que eu errei? Porque, sinceramente, não consigo ver muita diferença entre nós duas! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(&lt;strong&gt;A frase acima foi carregada de puro sarcasmo, gracta!&lt;/strong&gt;) &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=m8IwrpqTfEY"&gt;You oughta Know" da Alanis Morissette&lt;/a&gt;. Não que eu esteja com mágoa de cabocla, como a Alanis está na música – longe de mim. Mas ah, toda história de ex-namorado fica bem com esta música, nem que seja só pra tirar sarrinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-7146022303838124357?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/7146022303838124357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=7146022303838124357' title='31 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/7146022303838124357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/7146022303838124357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/03/o-caso-do-doido-replicante.html' title='O Caso do Doido Replicante'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>31</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-6485588886279040143</id><published>2010-03-07T21:57:00.002-03:00</published><updated>2010-03-07T22:06:52.690-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido stalker</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Caso clínico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Homem, 32 anos, publicitário, moreno, baixinho e com uma bela barba eternamente por fazer. Eu o conheci na universidade quando ele começou a cursar Grego Clássico.  Embora ele fosse pequenino, aqui poderia entrar aquele clichê básico “ah, ele era de fato um deus grego” devido a sua beleza e ao seu garbo.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele tinha, então, o requisito básico para eu me apaixonar (=baixa estatura). E foi o que aconteceu. Encarnei no rapaz, virei um encosto. Hoje, revendo as coisas que eu fiz pra me aproximar dele, fico com vergonha porque eu praticamente o perseguia. Não, não era “praticamente”. Eu o perseguia de fato, pois eu tinha técnicas pra isso. Eu cruzava informações de amigos, de Orkut, de blog e da minha intuição (já disse que minha intuição é incrível?) e, assim, eu conhecia a rotina dele, o que acontecia de diferente em sua vida e os seus gostos. Mulheres que nunca fizeram isso: podem começar a me enxovalhar.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas por mais que eu me esforçasse pra estar presente na vida dele, ser uma pessoa legal e disponível, ele nunca me deu nenhum tipo de feedback para que eu acreditasse  que ele tinha interesse em mim. Então, depois de alguns meses como stalker, eu colei os caquinhos da minha dignidade e desisti.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tempos depois, por coincidência, nós nos inscrevemos numa disciplina do curso de Ciências Sociais e retomamos o contato nas aulas. Ele ainda era baixinho e bonito, mas eu já nem o achava tão interessante como antes. Talvez porque na mesma época eu tenha conhecido meu caso clínico mais antigo (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/07/o-caso-do-meu-doido-mais-antigo-one.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) e dali em diante eu passei a pensar somente nesse outro baixinho.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Porém, o doido da faculdade começou a me procurar insistentemente e a me convidar para tomar um vinho, ouvir um CD e dormir no apartamento dele. Eu nem o condeno por ter sido tão direto, já que na época em que eu o perseguia era exatamente isso o que eu queria.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bem, mas eu recusava todo e qualquer convite do doido com bastante elegância para que fossemos amiguenhos (leia-se: para deixá-lo em stand-by para qualquer situação emergencial). Porém, a insistência dele começou a ficar estranha e a presença dele na minha vida a não se limitar mais à universidade.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eu o encontrava, “coincidentemente”, quando eu saía do trabalho, no parque onde eu caminhava nos fins de semana, no cinema, no meu restaurante japa favorito, na balada mais underground (a palavra “underground” é last season?) de São Paulo. Nossas vidas viraram uma grande coincidência!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Além disso, eu recebia diariamente ligações, que eu não conseguia identificar, de pessoas mudas. Ao mesmo tempo, ele deixava emails e recados identificados no meu Orkut (alguém conhece um uso saudável para o Orkut?). E tudo isso começou a me aborrecer de verdade. Além de me encher o saco, ele começou a me assustar. Vocês não achariam que ele era um maníaco? Ou só eu tenho esses pensamentos dramáticos?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diagnóstico: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Talvez a intenção dele tenha sido me dar uma lição pelo meu comportamento de doida stalker quando nos conhecemos. Se foi isso o que aconteceu, ele foi elegante o suficiente pra não me contar. Mas eu adoraria dizer pra ele que a técnica dele pra afastar doidas funcionou comigo! Ha!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;De qualquer forma, ainda acho que ele era um stalker. Maníaco. Insano. Eu até poderia pegar leve, dizendo que ele só estava gostando realmente da minha companhia e insistindo um pouco para que eu saísse com ele. Mas encontrá-lo, do nada, num canto escuro da balada underground me deixou realmente com medo.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tratamento aplicado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Liguei para ele e marquei uma cerveja num lugar bastante movimentado. Muita gente, muita luz, muita segurança.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele ficou um tanto assustado quando comecei a falar da perseguição dele. (Oi? Será que não era evidente que eu ia perceber as coincidências ridículas?). Ele se desculpou, mas saiu do bar jurando pela mãe que os encontros eram casuais mesmo.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Depois dessa conversa, eu o encontrei ainda diversas vezes nas aulas. Ele me olhava com cara de desconfiado, e eu com cara de vítima. Mas nem nos aproximávamos muito. Achei melhor assim.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anotações posteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Uma amiga, que ainda tem contato com ele, contou que ele perguntou esses dias sobre mim e meu namorado. Queria saber se tínhamos casado e tal. Minha amiga, sabendo do histórico do rapaz,  respondeu: “Sim, ela casou e o marido é da máfia italiana. Da M-Á-F-I-A!”&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Amo meus amigos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para ler ouvindo The Strokes, com &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Take it or leave it&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=csD4ZgMPgvg"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Ok, o vídeo é do programa do Letterman (blé), mas eles estão leendos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-6485588886279040143?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/6485588886279040143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=6485588886279040143' title='42 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6485588886279040143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6485588886279040143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/03/o-caso-do-doido-stalker.html' title='O caso do doido stalker'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>42</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-7582659984744183571</id><published>2010-02-28T19:21:00.003-03:00</published><updated>2010-02-28T19:55:08.919-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Quietinho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Estes dias, Lee e eu estávamos conversando sobre nossas preferências na vida. Eu gosto de Neruda, ela adora a LINSpector (/Big Brother), eu gosto de chupetinha (ui!) de morango, ela gosta de pirulito (ui!) do Chaves, eu gosto do Tornatore e ela gosta do Pasolini – até que chegamos nas preferências menos ortodoxas (já um tanto de fogo, admito). Aí, lembrei de Doido Quietinho. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CASO CLINICO&lt;/strong&gt;: Homem, caucasiano, 1,85m, olhos verdes (Ah, que olhos!), cabelos castanhos muito claros, dentes da frente levemente tortos (porém, ele dispunha de todos, o que eu considero importante), publicitário (sempre eles – adoro!). Não era o "Beauty Standard of the Year", mas até aí, eu também não sou a Katherine Zheta Jones. Sou Jones, mas sou Bridget e isso faz toda a diferença neste caso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conhecemo-nos num evento da empresa em que ele trabalhava. Eu estava, como sempre, de bicão, acompanhando "Amigo Jornalista", que já tinha me deixado sozinha 10 minutos após chegarmos. Doido Quietinho chegou com sua conversinha mole, apresentando-se e tal. Caí na conversinha mole, obviamente porque eu queria cair na conversinha mole. Aliás, a gente só cai na conversinha mole quando quer, viu, meninos? Do contrário, é necessário preparo e repertório. Mas também, estou falando por mim. Não condeno quem cai na conversinha mole com certa freqüência. Ingenuidade, dizem, é uma qualidade. Voltemos...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Engatamos (ui!) um namoro cerca de duas semanas depois, quando percebemos que nos dávamos muito bem, obrigada! Tudo era incrivelmente perfeito. Gostávamos das mesmas músicas e ele era um brilhante crítico quando discordava de mim (boa argumentação e retórica são características que eu admiro, mas também falo apenas por mim), tínhamos amigos em comum (o que nem sempre é um facilitador) e o sexo era muito bom.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pelo menos para mim. O que acontece é que Doido Quietinho era um tanto "quietinho" demais. Sexualmente falando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes que venham me achincalhar, já aviso: Não, eu não sou destas que gostam de grunhidos descontrolados, urros que acordam o quarteirão todo ou gritos ensurdecedores durante a relação-prazerosa-sem-fins-reprodutivos. Mas vocês hão de concordar comigo que um gemido sussurrado no ouvido, que evolui para um ruído mais forte, e torna-se um som característico e arfante, aí sim, quase um urro... bem, vocês hão de concordar – é excitante, porra!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o Doido não emitia um som sequer. Nenhum. Não chamava meu nome. Não dizia palavras picantes devidamente contextualizadas. Não gemia alto. Nem baixo. Não gemia. Nada. Juro para vocês. E não, ele não era inglês. Dizem que eles são bem contidos. Mas só estou esclarecendo a dúvida, claro! Caso perguntem...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A única reação dele era morder os lábios e fechar os olhos apertadamente, de modo que parecia estar fazendo força, sabem? Comecei a transar olhando para a cara dele, só para ter certeza do momento exato do ápice da relação-prazerosa-sem-fins-reprodutivos, já que era difícil saber tendo por base as reações de praxe. Depois de quase 4 meses, comecei a achar que aquilo REALMENTE me incomodava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Libiduum Contidus&lt;/em&gt; ou Síndrome do Tesão Retido (STR). Comecei achando que fosse (FASM) – Falta de Atração Sexual por Mim. Mas todos os outros sintomas me fizeram ver que que não era este o caso. Agradeci a Santa Madonna Ciconne e parti para o que achei ser uma solução, afinal – vocês tem de concordar comigo - em alguns nichos, essa "quietude" do rapaz, não seria considerada um problema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: Primeiro eu perguntei se EU tinha algum problema (é sempre bom descartar esta possibilidade). Diante da negativa do moço, perguntei a razão pela qual ele era tão "quietinho". Ele não soube me responder. Disse que sempre foi "silencioso" (palavras dele). Expliquei com todo jeitinho, que ele poderia se soltar mais, ser mais "ruidoso" e que aquilo era uma espécie de termômetro, para que eu soubesse o quanto ele estava curtindo o momento e blá, blá, blá. Eu sei que esta conversa pareceu ridícula, mas atire a primeira pedra quem nunca puxou uma "DR" desnecessária!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;O caso é que funcionou. Na medida do possível. Um mês depois, ele já murmurava meu nome, o que eu considerei um grande avanço. Percebi que na verdade, era o jeitinho dele (/Xuxa).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;N. A&lt;/strong&gt;.: Cada um tem a sua maneira peculiar de demonstrar prazer e quando a gente gosta, estas particularidades se tornam marcas registradas que as vezes divertem, as vezes excitam, as vezes excitam AND divertem. E eu adoro sexo divertido, vocês não?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;N. A&lt;/strong&gt;.: Obviamente que eu também tenho as minhas particularidades e que elas também devem ser ridículas (não, não vou citá-las aqui, beijos!). Lembrei-me também de um namorado que chamava pela mãe (Ai, mãe! Ai, mãe!) no meio da coisa. Ele jurou que não pensava na senhora mãe dele naquele exato momento e que era o "calor da sensação". Nunca pensei muito nisso, mas sinceramente, a explicação nunca me convenceu de verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PmRJo8RQ5sA"&gt;Love is NOISE, do Verve&lt;/a&gt;. Eu amo Verve (Ficadica *pisc*), e esta musica tem tudo a ver com o post, não tem? Peço q deem uma olhadela no clipe &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PmRJo8RQ5sA"&gt;&lt;strong&gt;(AQUI)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e depois me contem se curtiram. A musica é perfeita!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-7582659984744183571?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/7582659984744183571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=7582659984744183571' title='33 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/7582659984744183571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/7582659984744183571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/02/estes-dias-lee-e-eu-estavamos.html' title='O caso do Doido Quietinho'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>33</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-1145225246399642511</id><published>2010-02-22T09:03:00.004-03:00</published><updated>2010-02-22T09:25:39.804-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido carcereiro</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Caso clínico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Homem, 31 anos, moreno, alto, adEvogado. Fetichista e dominador. Eu o conheci por meio do meu perfil fake no Orkut, na comunidade “Dita Von Teese” (diva-rainha do burlesque! – &lt;a href="http://www.dita.net/"&gt;aqui &lt;/a&gt;). Ok, Orkut é muito last season, mas esta história também tem mais de dois anos. Então vamos lá.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Começamos a conversar sobre preferências e logo descobri que o doido curtia pés. Achei uma vantagem para ele, já que adoro carinhos nos meus. Por cerca de 2 meses nós conversamos por email, Orkut, MSN e similares. Ele demorou um tanto pra me mandar foto, mas até que era bonitinho e pegável. Só que na época eu estava solteira sem dever nada pra ninguém e mantinha contato com outro doido fetichista de São Paulo também. Como diz a Brid, “não me julguem, beijos!” Esse outro doido era bem mais rápido e decidido do que o primeiro, o que levei bastante em conta pra começar logo a sair com ele.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Assim, o doido adEvogado-dominador-podólatra acabou ficando de lado. Vez ou outra ele ainda me mandava um email pra manter contato. Até que seis meses depois o fluxo de emails começou a ser mais frequente. Notei que ele finalmente queria uma coisa mais objetiva e, estando desimpedida, investi na paquerinha.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Nós nos encontramos num pub muito aconchegante que fica na Vila Madalena, aqui em São Paulo. Fui de sandália para garantir que ele não demoraria tanto a se aproximar de fato. A conversa começou bem agradável e ele me pareceu ser bem tranquilo. Achei que, finalmente, eu teria uma sessão de podolatria bacaninha.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Porém, ele cometeu dois erros bem grandes. Vamos ao primeiro deles: ele começou a me contar que estava saindo também com outra menina. Submissa, escrava, whatever (jargão fetichista).&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Nota: tudo bem que de vez em quando a gente acaba falando de outros relacionamentos em um primeiro encontro, aconteceu comigo já, mas, né? Vamos evitar. Pelo bem do bom primeiro encontro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele ficou me contando as qualidades da sua “empregada” (palavras dele), da incrível capacidade que ela tinha de servi-lo, fazendo comida, lavando, passando e abrindo a cerveja pra ele. E, claro, de ser obediente na hora das relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Nota: depois desse discurso eu tive uma crise de bocejos fulminante. Eu acho muito, mas muito chato mesmo essa coisa de usar a desculpa de ser fetichista pra tornar a mulher uma diarista não-remunerada. Acho dygno quem curte, mas essa história de submissão pra mim só rola no sexo ou devidamente contextualizada. Se extrapola, beijo-vai-ver-se-tô-na-esquina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bem, ele continuou me contando que estava com a escravinha há dois meses, mas que só agora estava adestrando a moça e que estavam tendo finalmente uma semana de 24/7 (quando a relação de dominação e submissão se dá 24 horas por dia em 7 dias da semana).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para tentar tornar aquilo um diálogo e afastar o sono, perguntei:&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(51,51,255); FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Adestramento em tempo integral? Como está sendo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E ele cometeu, então, o segundo erro bem grande:&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(0,0,153); FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Está sendo muito bom. Ela está presa no meu apartamento desde quarta-feira&lt;/span&gt; (oi, era sábado)&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(0,0,153); FONT-STYLE: italic"&gt;. E eu vou te levar para fazer companhia a ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Diagnóstico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Num primeiro momento, fiquei entre diagnosticá-lo como portador da &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Síndrome de Rick &lt;/span&gt;(SR), mas depois também pensei numa&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt; Síndrome de René&lt;/span&gt; (MR).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Explico: Rick é o personagem de Antonio Banderas em Ata-me! (&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/ata-me/"&gt;aqui&lt;/a&gt;), do Almodóvar. Pra quem não viu, resumindo porcamente é assim: Rick sai de uma clínica psiquiátrica, vai atrás de uma atriz, por quem é apaixonado, e amarra a moça numa cama até que ela se apaixone por ele.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Já René é um personagem de um livro chamado “A história de O” (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Hist%C3%B3ria_de_O"&gt;aqui&lt;/a&gt;), que é sadomasoquista. René é amante de O e a leva a um castelo próximo a Paris para fazer de O sua escrava por meio de práticas e adestramentos.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tratamento aplicado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eu fiquei uns bons segundos pensando nas palavras “presa”, “apartamento” e “companhia”. E gastei outros longos segundos olhando para o doido, esperando que ele gritasse: &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;“Rá! Pegadinha do Mallandro!”&lt;/span&gt;. Mas ele não gritou.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O que fazer,né?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;“&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Saio correndo?&lt;/span&gt;”, “&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;digo que vou ao banheiro e vou embora?&lt;/span&gt;”, “&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;faço algum tipo&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;de ameaça?&lt;/span&gt;”, “&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;peço para o garçom chamar a polícia?&lt;/span&gt;”, foram algumas das ideias que me passaram pela cabeça. Porque sou dessas, apocalíptica e drama queen.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;No entanto, achei prudente terminar a história de uma maneira que ele não ficasse irado com minha recusa. Então me fiz de louca, loka, ALÔCA! Comecei o meu monólogo “vítima mode ON” sobre minha ojeriza a lugares fechados, sobre como aquele pub outrora aconchegante estava me sufocando e sobre o meu show quando fiquei presa no elevador da minha repartição pública. Eu superexagerei a história da claustrofobia e do número de cartelas de tarja preta que eu já tomei na vida. Emendei dizendo que eu teria um ataque de pânico se ficasse presa com a menina no apartamento dele. Ah! E que eu temia pelo bem-estar físico da moçoila.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Se ele eu fosse, não teria acreditado, é claro. Na verdade, não sei se ele acreditou, mas pelo menos mudou de ideia e me deixou ir embora. Ainda voltou a me mandar uns dois emails, mas deve ter percebido, no final das contas, que sua ideia não agradou.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Anotações posteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Ele tinha um apartamento na Grande São Paulo e não um castelo próximo a Paris, o que afeta substancialmente o efeito do tal adestramento e até mesmo do “convite” para o adestramento.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Eu até acho a história de ficar presa num apartamento vivendo de relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos bem interessante. Mas com alguém interessante também. E que tenha propostas mais interessantes do que serviços domésticos também.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para ler e depois assistir ao vídeo da leenda Dita Von Teese em Sanremo (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UTqk_TFMgo4"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;*****************&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Esclarecimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Na semana passada, houve um episódio muito constrangedor envolvendo o Sou&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Para-Raio de Doido. Muitos já devem saber, mas acho que é bom esclarecer&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;aqui. Um texto da Brid (O caso do Doido Carnavalesco, leia abaixo) foi &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;plagiado por outro&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;blog, o que inicialmente poderia até confundir os leitores. Afinal, quem &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;plagiou quem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Acho que vale a pena dizer que nós NUNCA faríamos algo do gênero. Nossas&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;histórias são nossas, escritas somente por nós mesmas e toda vez que a &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;história não é nossa, nós damos créditos. Ainda que sejamos personagens/&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;fake, não usamos o anonimato para pegar ideias alheias para escrever os&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;posts. Eu teria muita vergonha se isso acontecesse aqui. A Brid mais ainda. &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Acima de tudo, ética. E a ética pode ser usada pra tudo na vida, não é?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A situação já foi esclarecida com a responsável pelo blog, então demos um&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;voto de confiança a ela e não vamos dar continuidade a esse episódio. O &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;post/plágio foi apagado e era isso o que a gente queria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;De qualquer forma, obrigada a quem denunciou o plágio e a todos que se&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;manifestaram no Twitter, aqui nos comentários e nos comentários do &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;outro blog. Caso vocês percebam isso novamente, avisem-nos, por favor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Brid e Lee&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-1145225246399642511?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/1145225246399642511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=1145225246399642511' title='41 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1145225246399642511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1145225246399642511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/02/o-caso-do-doido-carcereiro.html' title='O caso do doido carcereiro'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>41</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4024679213585822110</id><published>2010-02-12T09:55:00.007-02:00</published><updated>2010-02-18T08:13:05.265-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Carnavalesco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lee e eu fizemos reunião de pauta e nos lembramos deste que não chegou a ser um "Doido Oficial" das "Pára-Raios", mas que teve seu lugar ao sol em nossas vidas. Ao menos pelo fato de até hoje, arrancar risadas em rodas de imprensa. Vamos ao caso: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CASO CLINICO&lt;/strong&gt;: Homem, 24 anos (nós também tínhamos esta idade), cabelos pretos, olhos castanhos escuros, 1,80m, bom nível acadêmico (apesar de não nos lembrarmos a formação do moço) e boa aparência, o que, a priori, fez com que déssemos atenção ao rapaz.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tínhamos ido passar o Carnaval bem longe das badalações, numa cidadezinha do interior paranaense chamada &lt;strong&gt;Telêmaco Borba&lt;/strong&gt;. Imaginávamos que estaríamos salvas de "doidos-carnavalescos-sedentos-por-sexo", mas o que encontramos lá era uma versão bem parecida disso, com sotaque paranaense (que adoramos!).&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa tarde, resolvemos chupar (ui!) um sorvetinho (o Carnaval de Telêmaco Borba não pode ser considerado um chamariz turístico, mas o sorvete, sim!) e o já citado rapaz estava na mesa ao lado da nossa, tomando uma Vaca Preta (êpa!). Olhou para nós duas e mais uma amiga que estava conosco. Tal amiga, até hoje é considerada uma "&lt;em&gt;modernette&lt;/em&gt;", destas de cabeça aberta e coração bandido. Sentou-se (não sem antes pedir permisão) em nossa mesa (na verdade, sentou-se na cadeira, mas...ah, vocês entenderam!) despejou algumas perguntinhas bem básicas sobre de onde éramos, o que queríamos ser quando crescêssemos, nosso beatle favorito, e tal. A não ser pelo fato de sermos três e ele UM, achei que ele renderia uma história. Sigamos.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após longa e agradável conversa, destemidamente, ele dispara a seguinte frase:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Eu dou conta de vocês três,sabiam?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim, fora do contexto, fora da Nova Ordem Mundial, fora Collor, fora Sarney. Ele simplesmente largou a frase no meio da roda.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Reação Geral: (?!?)&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;LEE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; engasgou com o sorvete de pistache. Na verdade ela praticamente teve um acesso de tosse e quase convulsionou com o sorvete de pistache.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;EU&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; me recuperei no mesmo instante da culpa que estava sentindo por ter dito que meu nome era "Julia", que eu era poeta e que morava em Jacarezinho.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;MODERNETTE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; ficou parada, olhando para a cara dele, acariciando (ui!) o canudo (ui, ui!) da Vaca Preta (êpa!) que tomava (ela também tomava uma Vaca Preta, é bom que fique claro.).&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste instante, eu disse que tinha urgência em escrever alguns versos, que aquela cidade me inspirava muito e tal. Lee, percebeu a tática e já foi levantando, mas nossa amiga estava hipnotizada. Talvez pensando na capacidade do rapaz de "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;dar conta&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;" de nós três. Juro que na hora, eu achei que tivesse ouvido "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;pagar a conta de vocês três&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;", mas pela reação da Lee, eu percebi que tinha ouvido bem. O "telêmacoborbiano" realmente sugerira um &lt;em&gt;Menáge a Catre&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: FTM (Falta de Tato com Mulheres). Literalmente. Quem fala muito, pouco faz.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO EFETUADO&lt;/strong&gt;: É com revolta que temos de admitir que apesar de Lee e eu termos ido embora naquele instante, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;MODERNETTE &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ficou para comprovar as promessas de Terra Prometida que o rapaz havia feito. Ou seja, nosso tratamento não surtiu efeito e ele com certeza vai passar a vida jogando esta mesma conversa em rodinhas de moças, achando que estatiscamente, a margem de acerto é de 1 para 3. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NA&lt;/strong&gt;: Segundo &lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;MODERNETTE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, o rapaz &lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt; daria conta das três.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NA2&lt;/strong&gt;: Eu, BRIDGET JONES não me chamo "Julia", não escrevo poesia e não moro em Jacarezinho. "Sópassabê!"&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NA3&lt;/strong&gt;: Quem puder em seus Twitters, divulgar que nós voltamos, ficamos gratas! Bloquearam (de novo) o meu aqui na empresa e a Lee não pode ficar entrando (ui!) toda hora. Mas só divulguem se gostarem, tá?&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;NA4&lt;/strong&gt;: Não somos moralistas e não temos nada contra essa coisa de orgia e tal (eu mesma já tive a fantasia sexual de estar com TODOS os integrantes do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monty_Python"&gt;&lt;strong&gt;Monty Python&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;- quando jovens - claro!). Mas particularmente EU, sou egoísta. Não sei da Lee, qualquer coisa, perguntem para ela. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NA5&lt;/strong&gt;: Comentem bastante, viu? Estamos super carentes de comments! Afinal, ficar todo esse tempo sem postar dá uma saudade danada! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;NA5:&lt;/strong&gt; Importantíssimo - Minha amiga &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Cintia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; está de aniversário (/Leila Lopes) e eu não poderei vê-la, pois ela esta na Argentina quebrando alguns corações maradônicos. Então, gostaria de dizer a ela (e lembrá-la) o quanto ela é especial! Queria lembrá-la de todas as vezes em que voltamos para casa morrendo de rir, todas as vezes que ficamos sentadas na mesa do bar morrendo de chorar e todas as vezes que ela riu do meu cabelo e eu ri dos casos dela (que são muitos, divertidos e servem de inspiração para que eu fuja de alguns doidos parecidos). Parabéns, gata. Esta homenagem não é muito (é quase nada), mas é o que eu poso te dar de mais valioso neste momento (fora o presentcheenho que está a caminho). É valioso porque não tem preço e nem prazo de validade.  É para sempre, viu? Um beijo. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para ler ouvindo: "&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/?v=Na1qZVvvpyc"&gt;&lt;strong&gt;I'll take you there&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;" que faz parte da trilha sonora do filme "&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Threesome_(filme)"&gt;&lt;strong&gt;Threesome&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;" que eu adoro e a Lee não gosta muito. Infelizmente, não achamos nada que fale de "Foursome", se é que existe este termo. Quem souber, pode sugerir nos comments, certo? &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4024679213585822110?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4024679213585822110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4024679213585822110' title='61 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4024679213585822110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4024679213585822110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/02/lee-e-eu-fizemos-reuniao-de-pauta-e-nos.html' title='O caso do Doido Carnavalesco'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>61</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-1383715681318856109</id><published>2010-02-08T08:56:00.006-02:00</published><updated>2010-02-08T10:12:24.287-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>Só mais uma semaninha!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quem nunca teve uma entrada (ui!) de ano complicada? Eu nunca, vou ser sincera. Mas 2010 começou complexo. Uma porção de planos, uma porção de dúvidas, mais um tantão de decisões adultas para tomar e falta de tempo. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal falta de tempo fez com que Lee e eu ficássemos sem nos ver, o que gerou um certo "delay" nas atualizações do blog, pois cada post é sempre avaliado por nós duas, num ritual maravilhoso regado a Sagatiba (Sagamojito para mim e Sagatropical para ela), em uma das mesinhas do bar Café Creme depois do trabalho, geralmente às quintas-feiras. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto não tem acontecido ja faz um tempo. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas apesar de não conseguirmos colocar no papel (nenhuma de nós duas rascunha direto no computador) as histórias que gostaríamos de contar a vocês neste ano, por algum motivo relativamente misterioso, tem se proliferado de forma espantosa! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É o ano dos Doidos! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sim, com maiúscula. DOIDOS. Capitulado. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Engraçados, petulantes, sexies, inteligentes, encantadores, sedutores, litúrgicos, tendenciosos, mas sempre doidos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lee tem novidades. Acredito que boas, depende muito do ponto de vista do reclamante ou do reclamado. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu tenho plataformas de Planejamento Sentimental &amp;amp; Sexual (parece nome de livro feminino, né?). Não sei se as colocarei em prática, mas somente pelo simples fato de conseguir armazená-las ordenadamente na minha cabeça, já é um grande avanço. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, ainda não temos um caso escrito, revisado, teorizado e exposto. Temos divagações. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vamos divagar muito este ano. É bom que saibam. E contamos com as divagações de vocês também. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O melhor de tudo é que voltar ao blog nos faz começar o ano de fato. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E semana que vem, estamos aí, voltando de verdade. Sim, porque agora, Lee e eu já reservamos o tempo necessário para nossas "reuniões de pauta". E tudo volta ao normal - antes do Carnaval, como imaginamos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, e feliz 2010! Atrasado, mas sincero. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-1383715681318856109?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/1383715681318856109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=1383715681318856109' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1383715681318856109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/1383715681318856109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/02/so-mais-uma-semaninha.html' title='Só mais uma semaninha!'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-612552971471294080</id><published>2010-02-01T10:12:00.002-02:00</published><updated>2010-02-01T23:06:30.504-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso das Doidas Atrasadas</title><content type='html'>Este começo de ano não tem sido fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedimos mil desculpas pelo atraso da nossa "volta" ao normal. Na verdade, não voltamos ao normal. Ainda não. Estamos organizando tudo (&lt;strong&gt;inclusive a nossa vida&lt;/strong&gt;) e prometemos que a partir de semana que vem, toda semana haverá mais um caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque são muitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não percam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-612552971471294080?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/612552971471294080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=612552971471294080' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/612552971471294080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/612552971471294080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2010/02/o-caso-das-doidas-atrasadas.html' title='O caso das Doidas Atrasadas'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-8077443859484889369</id><published>2009-12-20T23:50:00.008-02:00</published><updated>2009-12-21T00:38:26.606-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O fim da retrospectiva 2009</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Eu detesto términos por não saber lidar bem com eles.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Nunca substituí pessoas na minha vida. Sempre acumulei: um doido nunca preencheu o lugar de outro. Ao contrário do que dizem por aí, achar um novo amor pra esquecer outro jamais tinha funcionado comigo. Os novos doidos iam sendo encaixados nos espaços não ocupados pelos anteriores e os doidos anteriores permaneciam lá de alguma forma.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Talvez por não gostar de términos, os fins de ano sejam tão torturantes para mim. Eu gosto de começos. Ou, pelo menos, de durantes. Claro, essa frase não se aplica a tudo em minha vida.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas neste ano que passou muita coisa aconteceu com Dra. Lee e ela teve de aprender na marra a dizer “adeus” sem que isso significasse um “até breve”, pois o “até breve” não cabia mais em sua vida. Ela aprendeu que nem sempre dá pra deixar as pessoas adormecendo dentro dela até que uma reviravolta aconteça. Coisas incríveis só acontecem com os personagens de filmes da Sessão da Tarde. Assim, Dra. Lee deixou de colocar vírgulas na história com seu &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Doido Mais Antigo&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/07/o-caso-do-meu-doido-mais-antigo-one.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) e escreveu o capítulo final.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;OK, tudo isso que escrevi não foi nada animador. Devo estar sob influência ainda do último filme que vi. &lt;a href="http://www.500diascomela.com.br/"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;(500) Dias com Ela&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Vocês já assistiram? Pois assistam, é um filme muito verdadeiro sobre o amor. E acho que isso que estou escrevendo fará um pouco mais de sentido depois que vocês conhecerem a história de Summer e Tom.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Só que não foi apenas de términos e aprendizagens forçadas que foi feito o ano de Dra. Lee. Assim como a Summer do filme, Dra. Lee acordou um dia, lá no finalzinho de 2008, e percebeu que o doido que estava ao lado dela era alguém muito especial e esse doido se tornou seu namorado. Agora, no finalzinho de 2009, essa história completou um ano. Durante 2009, o romance de filme que ela e Mr. Holloway viviam em fevereiro (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/02/o-caso-do-doido-namorado.html"&gt;vejam o post aqui&lt;/a&gt;) começou a ficar mais parecido com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eu descobri, por exemplo, que o Doido Namorado se atrasa para todo e qualquer compromisso, o que, acreditem, me deixa absurdamente irritada. Brid sabe bem como é. O Doido Namorado nasceu 30 minutos atrasado e tenta descontar esse tempo sempre que vamos a algum lugar. E eu detesto perder o começo dos filmes no cinema.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Por outro lado, o Doido Namorado descobriu que eu canto muito mal. Nas competições de Rock Band que acontecem no apartamento de um casal amigo, nós sempre perdemos por minha culpa. Eu não sei tocar nenhum tipo de instrumento. Musical. Então me resta cantar. E cantando eu consigo ser pior do que a Cameron Diaz na famosa cena do filme &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;O casamento do meu melhor amigo&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yTVYPLVi0go"&gt;veja aqui&lt;/a&gt;). Ao contrário dela, não tenho a menor vergonha de cantar em público, mas eu deveria. Brid também sabe bem disso. Ah! E o Doido Namorado detesta perder no Rock Band.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Escrevendo esse monte de bobagens, eu só queria dizer que aprendi a descer um pouco das nuvens em 2009 e passei a viver um amor de verdade. Isso implica conhecer os defeitos do outro e tolerar (juro que estou tentando superar os atrasos, assim como ele tem dito que meu vocal é terrível, mas que me adora mesmo assim). São exemplos fúteis, claro, mas que servem para ilustrar um pouco do que anda acontecendo. E é isso o que fica da minha retrospectiva sentimental.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eu adoraria ter feito um post de fechamento engraçado como a Brid faria. Mas eu sou a própria Drama Queen e, quase sempre, me sinto mais à vontade escrevendo assim. Desculpem-me.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Obrigada a todos pelos comentários deixados, pelas participações especiais, pelos e-mails, pelas histórias que alguns compartilharam com os leitores do &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Para-raio&lt;/span&gt;. Não teria sido um ano tão legal aqui se não fossem todos vocês.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para vocês lerem ouvindo &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Green Eyes &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;/span&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=whYkK7UV8J8"&gt;aqui&lt;/a&gt;), do Coldplay, que Brid e eu adoramos. E é a música que o Doido Namorado diz ser nossa (minha+dele). Awn.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Green eyes&lt;br /&gt;You're the one that I wanted to find&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;And anyone who tried to deny you must be out of their mind&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bom Natal pra quem é de natal.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Feliz 2010 para todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Em janeiro a gente volta.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Agora preciso ir. São 23h30 e o Doido Namorado está buzinando freneticamente lá no portão. Ah, claro, a gente tinha marcado às 23h. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="EN-US" style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:';font-size:11;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-8077443859484889369?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/8077443859484889369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=8077443859484889369' title='46 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8077443859484889369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/8077443859484889369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/12/o-fim-da-retrospectiva-2009.html' title='O fim da retrospectiva 2009'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>46</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-6088957123993090288</id><published>2009-12-14T09:06:00.006-02:00</published><updated>2009-12-14T19:44:16.013-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso da Retrospectiva 2009</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sonhei que estava indo a um show do John Lennon no Via Funchal. No decorrer (há uma piada interna aqui, dona Lee) do sonho eu ligava para a Lee e dizia a ela que se apressasse, pois "o cara" já estava no palco cantando "Paperback Writer" (?). Era em preto e branco. Ao mesmo tempo, eu tocava uma (ui!) panderola neste mesmo show. Minha panderola era amarela (eu nunca teria uma panderola amarela). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2009 termina para mim tão confuso quanto este sonho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Minha retrospectiva chegou um pouquinho antes do que deveria, mas acho que para este ano, não aguardo mais surpresas ou acasos, seja lá o que for que decida o meu destino ou o seu. Também não estou bem certa do que seja. Mas acreditem, foi um ano de términos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Logo no começo do ano, (ou mais para o meio - não vou me dar ao trabalho de registrar datas) terminei um namoro promissor (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/04/o-caso-do-doido-coldplay.html"&gt;&lt;strong&gt;Oi? Doido Coldplay - Leia Aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;). Prometia tanto que as especulações e expectativas tornaram a coisa intolerável. Todos torciam por nós, exceto nós mesmos, o que sinceramente, não foi muito saudável para a relação. Fica a dica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Decidi clarear as idéias e os dentes. Envolvi-me com um dentista estrangeiro (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/08/o-caso-do-doido-ofendido.html"&gt;&lt;strong&gt;Oi? Doido Ofendido - Leia Aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;) com costumes tão atrativos quanto estranhos. O ciúme dele era maior que o meu. O egoísmo dele era maior que o meu. A vontade dele, de fazer a coisas darem certo era maior que a minha. Acreditem, leitores, eu sou competitiva! Mas ganhei apenas na parte do egoísmo. O que também não ajudou muito. Meus dentes? Todos no lugar. Não sofri nenhum tipo de retaliação, graças a deus. Mas, por via das dúvidas, voltei ao meu antigo doutor peruano que me atende desde criança. "&lt;em&gt;Is it safe?"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Reencontrei o "grande amor da minha vida" (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/09/o-cado-do-doido-pioneiro.html"&gt;&lt;strong&gt;Oi? Doido Pioneiro - Leia Aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;) e imaginei que seria mágico (/Regina Duarte). Seria encantador vê-lo novamente com alguns anos a mais (tanto eu quanto ele, o que seria vantajoso para mim, lógico), mais bonita, mais madura, mais segura. No entanto, eu mudei, mas ele continua o mesmo (exceto pelo cabelo mais ralo, pela marca de cigarros). E aquele mesmo, já na serve para mim. &lt;em&gt;"I belong to Victor!"&lt;/em&gt; (ou não). Já nem sei se pertenço a mim. O fato é que não estou bêbada, então as partes distintas do meu corpo ainda pertencem a alguém – e creio que este alguém ainda seja eu. Vamos torcer!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas nem sempre términos significam perdas. Todos estes términos significaram recomeços. Tá certo que cada recomeço parecia mais confuso do que o próprio término, mas sempre me levaram a algum lugar, nem que tenha sido um novo ponto de partida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Férias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Férias de mim. Volto a postar logo na primeira semana de Janeiro, porque sou destas que gosta de trabalhar e está escalada para o plantão de férias. Admirem. Não sei se a Lee vai postar nestas duas semanas. Fiquem ligados (/Narrador de Extras qualquer)!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Amanhecer junto." É a minha frase do ano. E antes que venham me dizer que eu tô romântica e o "caralho aquático" (perdão, acho que ando um tanto boca suja), não é disso que se trata. "Amanhacer junto" é bem mais profundo (ui!). Pensem nisso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Pwap79uy1G8"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;"Paperback Writer" dos Beatles&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Quem canta é o Paul, por esta razão, achei estranho o John Lennon (?) cantá-la (?!) num show (?!?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UPDATE DA LEE: Dra. Lee vem aqui na semana que vem pra fechar o ano também. Rimou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-6088957123993090288?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/6088957123993090288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=6088957123993090288' title='33 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6088957123993090288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/6088957123993090288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/12/o-caso-da-retrospectiva-2009.html' title='O caso da Retrospectiva 2009'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>33</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-2566580997907689274</id><published>2009-12-07T08:51:00.007-02:00</published><updated>2009-12-09T00:21:21.511-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>SORPRESSINHA!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;UPDATE: tem alguém que também quis participar dessa sorpressinha pra Brid, mas teve alguns contratempos: Tio Tchuco. Como "better late than never" é nosso lema sempre, ele chegou a tempo de dar (uopa!) uma palavrinha com a Brid. O texto está láááááá embaixo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já é do conhecimento de muitos de vocês, na última sexta-feira foi aniversário de Brid. Quando ela me mostrou o post da semana passada eu quase gritei um “Nãoooooooooooo”, implorando pra ela não publicar, afinal, ela meio que comprometeria o que eu tinha planejado pra essa semana. Mas o post estava tão perfeito que não tive coragem de pedir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sempre que faço aniversário ela me escreve algumas coisinhas por aqui. Faço o mesmo quando chega o dela. Este ano eu queria fazer de outro jeito. Não que eu não tivesse nada mais pra dizer a ela. Sempre tenho. Mas eu queria que a surpresa fosse diferente. Então convidei algumas pessoas muito fofas (awn) pra escreverem sobre a Brid ou escreverem para a Brid. E eles aceitaram imediatamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dito isso, fiquem com os textos dos nossos ilustres convidados: Mysterious Man e Sisa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lee&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Por Sisa&lt;/span&gt; &lt;a href="http://casadasisa.blogspot.com/"&gt;(acessem o blog dela, Casa da Sisa, aqui) &lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Nem lembro como cheguei no Para-Raio de Doido, mas assim que cheguei me identifiquei com as agruras das doutoras. Entrava no blog, lia, me divertia. Depois de um tempo sentia como se fosse realmente íntima das moçoilas. Até que não resisti, escrevi um e-mail relatando um antigo caso clínico meu. A Dra Bridget Jones respondeu, simpaticíssima e solidária. Alguns mails mais e eu estava relatando meu caso clínico da época, entre risadas e lágrimas. Era (e ainda é) o doido mais pancada que já passou na minha vida, e a Dra Bridget Jones, nesta altura já promovida à amiga Brid, ouvia tudo pacientemente. Pra me fazer entender, dava uns flashbacks de uns doidos já tratados, e ela, solidária, ria comigo, aconselhava, secava lágrimas… Enfim, foram laços sendo fortalecidos e fui aprendendo a gostar cada dia mais da Brid.Com o passar do tempo (já são 2 anos, acredita, Brid?) já nos conhecemos melhor, já tivemos conversas (sobre doidos e outros assuntos) com direito a conversa séria e sem tom de piada, já nos abraçamos virtualmente quando precisamos e a esta altura sabemos que os ombros estarão sempre disponíveis. Parafraseando a nossa amiga Iara, só tenho um recado pra deixar pra você, Brid: #nuncatevisempreteamei. Porque sou destas, que não tem medo de dizer.Parabéns, querida. Muitas felicidades, muito amor e sucesso na sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Mysterious Man&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;THE E! TRUE HOLLYWOOD STORIES APRESENTA: DRA. BRIDGET JONES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narrador: Ela é temdemsya. Ela é loosho AND esplendor. Ela tem o oferecimento das Borracharias Alencar. Ela é aaaaaaaaaaaaaa... BRID!!! (&lt;em&gt;aplausos da plateia&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje nós falaremos dessa figura singela, moleca e faceira de nosso mundo virtual. Talvez não seja a mais famosa ou a mais cobiçada, mas certamente é a mais divertida. Mas o que poucos sabem é que essa mulher tem um passado um tanto quanto sombrio, o qual compartilha liricamente com seus fieis leitores no blog "Sou Para-Raio de Doido". E poucos sabem também que, por trás de tantos casos engraçados e de autoachincalhação (&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://achincalhabrasil.ong.br/" target="_blank"&gt;achincalhabrasil.ong.br&lt;/a&gt;), Brid, como é carinhosamente chamada por quem quer que seja, é uma pessoa. (&lt;em&gt;auditório: óóóóóóóóóó...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brid começou sua vida analisando seus casos em lugares bem pequenos e para bem pouca gente. Numa dessas análises, conheceu Xanaína, a famosa cantora monoteta, e a partir daí sua vida mudou. Ao lado dessa amiga de fé e irmã camarada, Brid foi ao Louvre ver os cachorros de colar, desceu a serra e participou de sarais com Villa-Lobos e Bilac, e se jogou loucamente numa rave que rolava num monte com três cruzes decorativas. E numa dessas baladinhas regadas a absinto e Lexotan, Brid deixou Xanaína nas boleias da vida e foi ganhar a vida analisando seus casos amorosos ao lado de sua nova BFF, Dra. Lee Holloway. (&lt;em&gt;auditório: awnnnn...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, Brid analisa também a vida alheia no blog "Sou Para-Raio de Doido", compartilhando o consultório com Lee. Ambas têm o dom único de ver na desilusão amorosa de outrem (e nas delas também, beijos!) pérolas e doidos dignos de Oscar. Mas, para provar que não é só mais um rostinho bonito na internet, Brid também tem projetos paralelos, como a ONG Achincalha Brasil. Fundada em 1987 por ela e por seu colega de Gtalk nas manhãs desesperadas, Mysterious Man, a organização tem a importante missão de esculhambar o cotidiano - não importa como e nem de quem. Brid também participa do Clã Roitman ao lado das amigas twitteiras &lt;a href="http://www.twitter.com/sweethome"&gt;@sweethome&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.twitter.com/lineth"&gt;@lineth&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.twitter.com/cacauli"&gt;@cacauli&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.twitter.com/vifortes"&gt;@vifortes &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://www.twitter.com/betedavis"&gt;@betedavis&lt;/a&gt;: todas estas DAMAS se reúnem num covil misterioso que nem elas mesmas sabem onde fica e saem desesperadas por aí na Pussy Wagon, ao som de Raça Negra e com o patrocínio da água de coco Kero Coco. O motorista? Reginaaaaaaaaldo!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu mais recente trabalho é a criação da banda Glam, composta por instrumentos exóticos (sítara com C, atabaque, oboé e balalaica são alguns exemplos) e músicos idem. Já fechou contrato com Cumpadre Washington como backing vocal e a produção musical será do maestro e arranjador Robertson dos Teclados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;aplausos do auditório ensandecido - seria efeito do Lexotan?)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, Brid é essa SIM-PA-TIA (/Jô Soares) de pessoa e que estava DE ANIFFRSÁRIO na semana passada (e que não é no dia dezenóóóóóuve de dezeeeeembro porque este é o dia do ANIFFRSÁRIO da Leila Lopes Mãe, beijos!). Muitas primaveras risonhas e límpidas se passaram (ô!) e eu, do fundo do meu coração, te desejo que muitas ainda venham. Tchiamu, fia!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;S2 S2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Brid: TCHIAMO sempre! Pra você: Eight Days a Week, dos Beatles &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.youtube.com/watch?v=dz9JCuahXUs"&gt;(aqui), &lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;que é minha declaração pra você hoje. Depois dessa música, quem comentou um post antigo dizendo que eu deveria casar com você vai reiterar os votos! :D&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mysterious Man e Sisa: amei os textos! Obrigada por terem feito essa surpresa pra Brid! Vocês são muito queridos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lee&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;****************&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SUPER UPDATE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;****************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-weight: bold;"&gt;Por Tio Tchuco&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://passadosepreteritos.blogspot.com/"&gt;leiam o blog dele, Passados &amp;amp; Pretéritos, aqui&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olha eu aqui para mandar os parabéns (atrasados, porque senão não seria eu, rs)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, falar da Brid não é difícil. Das pessoas que gostamos é fácil falar, né? Posso dizer que foi amor ao primeiro post, amor ao primeiro comment... E quando dei por mim eu já estava em Sampa, na estação da Liberdade procurando por Lee, Brid e sua digníssima e finíssima irmã (fina até no banheiro do shopping Gay Caneca! rs!). E aí foram flores, amores e blá blá blá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brid me ensinou muito desde então. Ensinou a como superar relacionamentos, como existem loucos nesse mundo, ensinou os nomes das estações do metrô em Inglês (e a flertar nele também! Lembra do garoto que ficou completamente sem graça? AH! Mas ninguém mandou ele ser lindo, né? rs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensinou que em Sampa se come cachorro-quente com purê de batata (sim, acreditem!)! Isso me deixou passadéééérrimo! Mas superei, rs! AH! E ela também participou de experiências maravilhosas em minha vida! Fez um tour em Sampa com os Passados e Pretéritos, me levou no primeiro restaurante japonês de minha vida, me levou na Frei Caneca, me levou numa confeitaria cara SÓ PRA VER (claro!)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, Brid participou da minha primeira ida a São Paulo. Aliás, ela foi a causa maior dessa viagem. Quem diria que as pessoas de dois blogs aleatórios iam acabar criando uma amizade e ainda mais se conhecendo ao vivo. Superamos o medo de sermos psicopatas serial killers e estamos aqui, vivos! Ninguém matou ninguém in the end! rs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para essa pessoa tão especial que nos acolheu tão lindamente, eu quero desejar tudo de melhor nessa vida. Muita saúde para que vc ainda possa perder o juízo muitas vezes na vida! E muito sucesso, para você ter dinheiro para cuidar da saúde e continuar a perder o juízo! RS!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;BEIJO E FELIZ ANIVERSÁRIO (atrasado, rs)!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;S2S2S2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tchuco: como eu te disse, você era uma das pessoas fundamentais nesta "homenage a trois", que virou de quatro agora (ui!)&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lee&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA DA BRID&lt;/strong&gt;: Eu postei, porque a Lee não estava conseguindo acessar o blog lá da "repartição". De qualquer forma, foi uma "sorpressa" mesmo assim. Maiores detalhes nos comments.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-2566580997907689274?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/2566580997907689274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=2566580997907689274' title='33 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2566580997907689274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2566580997907689274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/12/sorpressinha.html' title='SORPRESSINHA!'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>33</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-2210912388074246908</id><published>2009-11-30T08:15:00.006-02:00</published><updated>2009-12-01T07:51:48.459-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso da Doida Bridget Jones</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta semana é meu aniversário. Minha idade, não importa, de fato é o de menos. O que importa é como me sinto, o que é desastrosamente mais difícil de descrever do que simplesmente dizer quantos anos estarei completando e ponto final. Eu poderia simplesmente ignorar o fato, mas o papai Jones sempre disse que é melhor colocarmos nossos medos diante de nós. E "diante de mim" é em frente ao meu rosto, no monitor do meu PC.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre fui uma pessoa complicada e hoje em dia, começo a entender a razão de ser um pára-raio de doido. Começou aos seis anos, com Lúcio. Lúcio era um menininho lindo, parecido com o "pequeno príncipe". Loirinho, olhinhos claros, sabia escrever e fazer continhas de adição e subtração aos 6 aninhos. Um prodígio! O exato perfil dos caras pelos quais me interesso até hoje – bonitinho na medida certa e inteligente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca disse que gostava dele, simplesmente porque eu já agia como ajo hoje em dia, mas só hoje em dia eu me dei conta disso: eu simplesmente não demonstro meu afeto. Eu espero que demonstrem. Minha sábia irmã diz que é "&lt;em&gt;necessidade de segurança e medo de rejeição&lt;/em&gt;". Eu acho que é orgulho. A Lee acha que é charme e Jung acha que é "Inconsciente Coletivo". Com tanta gente querida me analisando, fica difícil não ser meio confusa. Mas eu estou tentando justificar minhas maluquices e não é este o objetivo deste post.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Parei de gostar de Lúcio em dois minutos, quando o vi conversando com Camila, uma menina loira, com os cabelinhos cacheados. Ela era bonita, mas nem sabia distinguir as "famílias" de letras. E não era um atraso natural, pois ela era adiantadinha o suficiente para passar batom da Moranguinho e pintar as unhas de rosa bebê. Eu a desprezava. E naquele exato momento, eu o desprezei também, por gostar dela (ela também tinha o dentinho da frente meio marrom, mas seria maldade demais citar o fato, então, façam de conta que não leram isso, beijos).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu era sábia aos seis anos. Sinplesmente mudei o foco. E aprendi a tocar flauta doce. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Lúcio me ensinou que eu sabia olhar para mim (e que talvez eu fosse uma criança megalomaníaca).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aos 14, me apaixonei pelo Tico (este a Lee lembra bem). Ele tocava numa banda (os músicos – sempre eles) cover do Nirvana e era parecidíssimo com o Kurt Cobain. Inclusive na pseudo-vontade de morrer e na tendência para a depressão. Ainda assim, ele era o cara mais inteligente da escola. Ele era meu melhor amigo e ficamos juntos uma única vez, porque eu dizia que não era "menina de ficar".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tico me trocou por uma japonesa lindíssima (que era "menina de ficar") e me ensinou que eu era sim, "menina de ficar"!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aos 18 conheci meu primeiro namorado firme. Foi meu noivo. Aos 21 eu percebi que queria ser livre. Com ele aprendi que é bom ser livre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aos 21 aprendi a ser mulher. E a partir daí passei a descobrir coisas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Descobri que quando a gente sofre por amor, este sofrimento é diferente para cada pessoa que passa na nossa vida. O mesmo acontece quando a gente gosta. Este é o clichê mais certo de todos. Mas nunca admitimos. Sempre achamos que um amor é maior do que o outro. É mentira. Só é único. A palavra certa seria "peculiar". Descobri também, que eu posso ser covarde e corajosa em uma mesma situação, tomando a mesma decisão. Perceber isso, dói. E a gente chora de dor, não chora? Eu choro. E fui descobrindo coisas e mais coisas. Nos livros, nos discos, nos versos exagerados do Neruda, (&lt;a href="http://www.pensador.info/frase/MzMxMDI/"&gt;Leiam meu preferido Aqui&lt;/a&gt;) e nos casos doidos de cada doido. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;(Talvez eu seja a única pessoa formada em Letras que não gosta de poetas. Eu gosto simplesmente de &lt;strong&gt;Neruda&lt;/strong&gt;. E Neruda é mais que isso.)&lt;/span&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E hoje, quando eu olho para trás, eu percebo o quanto é difícil crescer. Aliás, crescer nem tanto, porque eu nunca fui lá muito grande. Mas amadurecer é um processo difícil e leva tempo. Tempo este que eu imaginei que já tivesse perdido demais. De qualquer forma, é delicioso perceber que eu me orgulho das minhas atitudes infantis tanto quanto das maduras. E mesmo estando com medo de entrar nesta nova fase da minha vida, eu não tenho medo de ser infantil. Simplesmente porque eu sou uma mulher que erra, mas que acerta também.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É a primeira vez em alguns anos que eu vou passar o meu aniversário sozinha, no sentido romântico da palavra. Mas é também a primeira vez, em anos que eu me sinto completa. Este ano, não me dei ao trabalho de organizar nenhum tipo de comemoração especial. Não precisa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho tudo o que eu preciso neste momento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=y3QSkux3vcQ&amp;amp;feature=fvst"&gt;&lt;strong&gt;Silent Lucidity do Queensryche&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Quem me conhece sabe o quanto esta música é importante para mim. A letra é linda, a melodia é perfeita. E sim, eu choro quando ouço (principalmente quando eu lembro do episódio da "Lobismuié" da série Supernatural, que eu amo!), mas se me perguntarem, eu nego! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Update&lt;/strong&gt;: O meu aniversário na verdade, é apenas na sexta feira, viu? Voltem todos por aqui para felicitar-me! Mas podem sijogar nos comentários sobre a minha "Midlife Crisis". Eu e Mike Patton agradecemos de todo coração! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-2210912388074246908?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/2210912388074246908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=2210912388074246908' title='58 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2210912388074246908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/2210912388074246908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/11/o-caso-da-doida-bridget-jones.html' title='O caso da Doida Bridget Jones'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>58</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-5548936516413904733</id><published>2009-11-16T11:46:00.011-02:00</published><updated>2009-11-19T09:23:18.642-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Encantado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Éramos namorados já fazia uns 3 meses e eu achava ele mais bonito do que eu. Esta frase já resumiria todo o meu calvário nesta relação fadada ao fracasso, mas eu sou destas que tenta. E é tentando que a gente quebra a cara, já dizia o Vovô Jones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CASO CLÍNICO:&lt;/strong&gt; Homem, 27 anos (na época), jornalista, ilustrador (eu adorava a parte do "ilustrador") e pseudo-poeta, estatura mediana, olhos pretos e os cílios mais lindos que eu já vi na minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Momento Confissão Inconfessável&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Antes de mais nada, devo confessar aqui uma particularidade minha: sou ciumenta. Mas eu não tenho ciúme de coisas normais e sem razão, também não sou louca, né? O meu ciúme é como um super-poder que surge após algum tipo de estímulo, como o Hulk, por exemplo, que precisa ficar com raiva para se tornar verde, forte e ter diastema nos dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nem chamaria de ciúme. Eu chamaria de "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;intolerância ao incômodo de imaginar alguém é mais atraente do que eu para o ser vivente que tem relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos sazonais com a minha pessoa&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt;. Intolerância ao Incômodo, que fique bem claro. A partir do momento que me incomoda, eu desapego da figura e perde a graça. Simples assim! Não é o caso de me chamar de paranóica, claro que não. Mas, eu já tive 20 anos de puro desequilibrio mental. Tempo bom que não volta mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Voltando ao caso:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Acontece que o moço em questão era, além de bonito, dado (opa!) a alguns prazeres mundanos. Um deles era assistir a apresentações de dança do ventre no restaurante de um amigo nosso. Ambiente familiar, comida boa, que mal há nisso, não é mesmo, minha gente? Nenhum mal, desde que você não seja &lt;strong&gt;EU&lt;/strong&gt; e seu namorado não seja um tarado pervertido que fique babando feito um adolescente-punheteiro-que-nunca-viu-mulher-na-vida (perdão pelo vocabulário, mas nesses casos a coisa tem de ser dita de forma crua)! A moça dançava pelos quatro pontos do salão com seu cinto feito de moedinhas e ele parecia um bobo, hipnotizado, rindo a toa! Até que num determinado momento, ela veio pertinho dele, deu uma paradinha estratégica, sacudiu os quadris e virou as moedinhas na altura do umbigo. As moedinhas ficaram ali, paradinhas. Se até eu me impressionei, imaginem o Doido Encantado? Naquele exato instante, eu tive uma epifania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou fazer Dança do Ventre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu teria que ver os olhos dele brilhando daquele jeito. Era algo pessoal. Eu, que na época já estava as voltas com uma arte não muito feminina chamada Paintball, decidi largar as camuflagens e encarar uns véus e uns cintos de moedinhas. Não deveria ser mais difícil do acertar meu inimigo com uma arma de tinta, deveria? Pois é. Mas era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matriculei-me. Eu precisava virar as moedinhas no umbigo! Aquilo passou a ser um objetivo de vida. Um obessão! Não pelo doido, mas por mim mesma! Eu ia nas aulas, mas também fazia todos os exercícios em casa. Depois eu passei a fazer todos os exercícios também durante o trabalho. Não podia ver um espelho, um vidro, um reflexo que fosse que já estava eu, paralisando os ombros e mexendo os quadris discretamente. Dava aquela olhadela furtiva para certificar-me de que não havia ninguém olhando e fazia o "oito" com a cintura. Acreditem, eu fechava os olhos para "sentir" o movimento. Eu exercitava os quadris na cama, para cima e para baixo, na posição mais erótica e patética que se possa imaginar (sim, esta posição, quando executada sozinha e ao ritmo de Tarkan é patética). Treinava os "olhares" no espelho. Treinava o "serpentear" da cintura e dos braços o tempo inteiro. E por fim, comecei a andar por aí com o tal cinto de moedinhas por baixo da roupa, para poder treinar na fila do banco ou do supermercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passaram-se meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses meses, descobri que cada vez que eu via o Doido Encantado babando no "Ali Babar" (sugestivo, né?), assistindo as meninas dançarem, minha libido diminuía. Acreditem, ele me deixava totalmente de lado. Isso me constrangia de verdade! As relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos foram ficando metódicas, frias, regradas e cada vez mais raras. Ele não fazia idéia de que eu estava lá dando duro (êpa!) para virar as tais moedinhas. O namoro ia. Lembro-me que a Lee achava "linda" esta minha "devoção" pela dança. Principalmente porque "&lt;em&gt;a Brid não é muito de pensar em realizar o desejo do outro&lt;/em&gt;". Palavras dela. Eu sou sim! Desde que também seja o meu desejo, oras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso é que eu acabei ficando boa naquilo. Aprendi a "Dança dos 7 véus" e por fim, aprendi a virar as moedinhas no umbigo. Com paradinha estratégica, sem paradinha estratégica, com candelabro na cabeça e com espada equilibrada no baixo ventre (não tentem visualizar, beijos!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande dia havia chegado. Eu iria dançar para ele. Fomos para o apartamento dele, ensaiamos algumas preliminares na sala e eu pedi para esperar (normal. Eu sempre peço para escovar os dentes antes da relação-prazerosa-sem-fins-reprodutivos). Parapetei-me, tomei um calmante, um remédio para Labirintite, uma Neosadina e fui. Dancei, minha gente! Dancei, dancei (/Cauby Peixoto), como num musical da Brodway! Num ritual de dança deste tipo, o homem não toca a mulher, só olha. Ele conhecia bem o ritual e estava paralisado, hipnotizado, encantado, e... bem, ele estava bem mais do que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Pausa para explicações&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &amp;amp; &lt;strong&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/strong&gt;: (eu sei que o post está longo, mas todas as minhas ações são contextualizadas e não quero ninguém me xingando de doida desequilibrada, sem saber do terço todo. Depois, podem mandar ver!): No decorrer do meu namoro, descobri que Doido Encantado era mau. Muito mau. Mau mesmo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Fim da pausa para explicação.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATAMENTO APLICADO&lt;/strong&gt;: Sei que era chegada a hora do Gran Finale. A música já estava no fim. Foi quando eu cheguei bem pertinho dele e fiz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A virada das moedinhas no meu umbigo.&lt;br /&gt;O movimento da barriga, perfeito.&lt;br /&gt;A paradinha e a última jogadinha de quadril para o lado direito.&lt;br /&gt;Antes que ele parasse de respirar, eu olhei para ele e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Viu? Eu também consigo!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vesti minha calça jeans surrada, calcei o All Star e fui direto para o Paintball. Afinal, é delicioso atirar bolinhas de tinta nos outros. Relaxa e descarrega toda a raiva e sede de vingança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei lá o cinto de moedinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca mais dancei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para ler ouvindo &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.dailymotion.com/video/x5ktv_tarkan-bounce_music"&gt;&lt;strong&gt;Tarkan&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;, (o homem mais lindo dazarábias) cantando "&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.dailymotion.com/video/x5ktv_tarkan-bounce_music"&gt;&lt;strong&gt;Bounce&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;" e &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=z3q_YBWhZPw"&gt;&lt;strong&gt;Shakira&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; com "&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=z3q_YBWhZPw"&gt;&lt;strong&gt;Ojos Asi&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;". Porque dança do ventre é "crássico", mas eu sou pop. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Upadate: &lt;/strong&gt;A pedidos, então - vou contar porque ele era mau. Ele estava tendo relações-prazerosas-e-libidinosas-sem-fins reprodutivos com a minha melhor amiga (não, não era a Lee). Foi a primeira vez que eu me decepcionei com alguem que eu gostava muito. No caso, ela. &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Observação, créditos e agradecimentos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Show do Faith No More. Eu me senti novamente com 15 anos. Assim que apareci em frente à minha mãe e perguntei se a saia pregueada e o coturno estavam bonitos, ela disse: "Você tá ridícula!", eu tive certeza de que eu estava perfeita! Encontrei por lá &lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/09/o-cado-do-doido-pioneiro.html"&gt;Doido Pioneiro&lt;/a&gt;, saracoteando sua credencial de "Banda" e sendo gentil. Nota Mental: não pensar sobre isso. Ah, e é claro, desta vez eu pude cantar &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=MBCSBzxlFX8"&gt;"Midlife Crisis" (aqui)&lt;/a&gt; com propriedade. Porque eu ainda não tenho trinta e poucos, mas gritei, pulei e bati cabelo como se já tivesse. Antes eu cantava porque era uma adolescente rebelde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 .&lt;/strong&gt; Esta história era para ser uma das primeiras do blog, lá no comecinho, quando ninguém nem nos lia direito. Mas eu fui deixando, deixando, deixando. Um pouco porque eu tinha vergonha de admitir que sou ciumenta, outro pouco porque eu não queria dizer porque o Doido Encantado era mau (e nem vou dizer), e outro pouco porque esta coisa de dança do ventre nem é minha cara. Mas todo mundo já fez alguma coisa que não tivesse nada a ver com a gente, por algum motivo maluco e sem explicação razoável, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; A Jaqueline fez outro post citando um dos meus doidos dentistas. Vale a pena dar uma chegadinha lá no &lt;a href="http://dentistasonline.wordpress.com/page/5/"&gt;Dentistas Online&lt;/a&gt;. Está cheio de diquinhas de saúde bucal. Acho útil. E tem também as piadinhas do Doutor Maikel que divertem e instruem. Prestigiem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Queria agradecer a dona&lt;a href="http://twitter.com/_branquinha_"&gt; Luciana&lt;/a&gt;, que é fá do Franz Ferdinand, dos Strokes é gatinha e tem dinheiro na caixinha. Ela que me passou os links que estão aí em cima! Adicionem a menina, gente!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Agradeço também ao meu amigo Mysteriousman que além de muito phynno, dá a dica para as musicas dos posts, que eu sempre acato quando não são exageradamente sarristas. Desta vez, ele sugeriu &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TATrYS_FW_A"&gt;El Arby do Khaled&lt;/a&gt;. Porque hoje o post foi todo Pop, né? Nada Cult. Na-di-nha! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-5548936516413904733?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/5548936516413904733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=5548936516413904733' title='59 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5548936516413904733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5548936516413904733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/11/o-caso-do-doido-encantado.html' title='O caso do Doido Encantado'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>59</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-5569959310768931713</id><published>2009-11-08T23:06:00.011-02:00</published><updated>2009-11-08T23:50:12.455-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Lee'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso dos doidos amigos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Como muita gente sabe, no sábado os paulistas puderam rever o Faith No More no Maquinária Festival. Brid e eu estávamos lá, num clima de pura magia e sedução na área VIP. Quase pudemos tocar naquele ser bizarro e gostoso chamado Mike Patton quando ele desceu do palco pra gritar &lt;/span&gt;bad words&lt;span style="font-style: italic;"&gt; com a galera. Ok, eu sei que “quase” não vale nada, mas, enfim, fiquei a um metro daquele que foi meu ídolo na adolescência. E fã se contenta com pouca coisa mesmo.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Até com um beijinho, muá, jogado de longe. :D&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bem, mas eu disse tudo isso porque durante o show do FNM eu acabei me lembrando de uma história, e me deu vontade de contá-la aqui. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Caso clínico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Homem, 21 anos, estudante, cabelos e olhos castanhos, fã de Faith No More.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mulher, 19 anos, estudante, cabelos loiros e olhos castanhos, fã de Faith No More.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eles se conheceram nos corredores da faculdade, no dia em que ele usava uma camiseta do Faith No More. Conversar sobre a banda foi só um pretexto pra ela se aproximar dele. Ela sempre o via na faculdade e o achava estranho. Um estranho interessante. Tímida, ela precisou recorrer ao Mike Patton e a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Epic &lt;/span&gt;quando o viu sozinho no corredor. Não, ele não parecia o Mike Patton (pena...). Mas ele se lembrava do vídeo de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Epic &lt;/span&gt;que passava todo dia no Clip Trip, da TV Gazeta.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ao contrário do que ela imaginou, o doido não era tão estranho, mas demorou algumas semanas até convidá-la para sair. Enquanto isso, continuaram as conversas de corredor, agora não mais só sobre o Faith No More, mas sobre as várias coisas que tinham em comum. Não sabiam muito bem precisar o que sentiam, mas eles se gostavam em algum nível entre gostar-pra-conversar e gostar-pra-beijar.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Um dia ele convidou a doida para conversar enquanto tomavam algumas cervejas, e ela, feliz, aceitou. Eles se beijaram no bar, conversaram, se beijaram, e ela dormiu na casa dele. Depois desse dia, começaram um jogo que até hoje não se sabe quem ganhou.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele não queria namorar. Ela queria namorar, só que nunca disse isso pra ele porque tinha medo de assustá-lo, já que ele não queria namorar. As conversas continuaram, mais frequentes até do que antes, mas os dois jogavam na defensiva. Difícil saber qual dos dois era melhor zagueiro.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Vez ou outra ficavam juntos, mas os dias seguintes sempre eram preenchidos pelo distanciamento de quem não queria que o outro achasse que as coisas estavam ficando sérias. Então voltavam a se falar como bons amigos. E eles funcionavam bem como bons amigos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Às vezes ela tinha vontade de dizer que sentia saudades dele nos fins de semana, mas essa vontade sempre passava quando o doido dizia a ela que havia conhecido uma menina incrível no sábado.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Às vezes ela dizia a ele que tinha um carinho grande por ele, mas ele retribuía com um “eu também” e um beijo no rosto.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Um dia, cansada de esperar algo do doido, ela começou a sair com outro rapaz. Quando o doido soube, disse que ficava feliz por ela. Mas ela não ficou feliz por ele ficar feliz por ela.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Quando ele contou a ela que estava saindo com outra menina da faculdade, a doida disse que achava “legal” e que torcia para que o relacionamento deles desse certo. À noite, em casa,  ela chorou baixinho no ombro do seu travesseiro.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Enquanto as conversas de corredor continuavam, os relacionamentos de ambos com outras pessoas começaram a ficar sérios. Feliz, o doido apresentou a namorada à doida. Não querendo ficar por baixo, a doida também apresentou o namorado ao doido e se mostrou, também, muito feliz. Existia praticamente uma disputa entre eles pra ver qual felicidade era maior.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Até que chegou a formatura e o fim das conversas no corredor. Eles tentaram ainda continuar os diálogos pelo telefone e pela internet, mas saber que ele estava bem ao lado da namorada deixava a nossa doida egoísta muito triste. Então, ela preferiu se afastar sem dizer que um dia tinha gostado dele e que esse gostar, numa escala que ia do gostar-como-amigo ao gostar-como-namorado, sempre tinha ficado no grau máximo.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Anos depois, ela descobriu que, na época, o doido também gostava muito dela e tinha vontade de tê-la não só como amiga. Mas quando ela soube disso o mundo já havia girado demais.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diagnóstico inicial: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os dois sofriam de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Covardia Aguda e Terminal&lt;/span&gt; (CAT), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Excesso de Autopreservação&lt;/span&gt; (EA) e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fobia de Rejeição &lt;/span&gt;(FR), associados ao desenvolvimento de uma S&lt;span style="font-style: italic;"&gt;índrome do Não-Quero-Ficar-Por-Baixo&lt;/span&gt; (SNQFPB).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tratamento indicado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se na época eu pudesse ter indicado um tratamento a eles, eu teria recomendado a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sinceridade Kamikaze&lt;/span&gt; (SK).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não gosto de coisas não-ditas, embora hoje eu ainda tenha uma porção delas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anotações posteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ela não encontrou o doido no show do Faith No More, mas tem certeza de que ele estava lá com uma camiseta da banda.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para ler ouvindo Faith No More, claro, em São Paulo. Os vídeos não são nossos porque a chuva e a multidão não nos deixaram gravar nada. Mas dá pra ter uma ideia do que vimos de pertinho.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Música para os doidos deste post: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Epic &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jt6OFvaMdjU"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Alguns dos momentos incríveis do show:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Reunited &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=KbxSXQkFmDY"&gt;aqui&lt;/a&gt;);&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Easy &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=c-2emk83sBM"&gt;aqui&lt;/a&gt;);&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Stripsearch &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=N_580hqwmuU"&gt;aqui&lt;/a&gt;); e&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Digging the Grave&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lUfIxZoa9B0"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-5569959310768931713?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/5569959310768931713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=5569959310768931713' title='58 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5569959310768931713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/5569959310768931713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/11/o-caso-dos-doidos-amigos.html' title='O caso dos doidos amigos'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>58</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-4945325556256494832</id><published>2009-10-26T22:51:00.001-02:00</published><updated>2009-10-26T23:16:42.036-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><title type='text'>O caso do doido pudico</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCristina%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCristina%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCristina%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt; 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 &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:IT; 	mso-fareast-language:IT;} a:link, span.MsoHyperlink 	{mso-style-unhide:no; 	color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	color:purple; 	mso-themecolor:followedhyperlink; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 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Tati é a segunda namorada séria do nosso paciente. Estão juntos há quatro anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eles se conheceram por meio de um amigo em comum e desde a primeira vez em que se viram, Tati achou o rapaz muito... fofo. Fofo = carinhoso, atencioso, preocupado com ela, interessado pela vida dela e sério. Sério = para casar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pois bem, logo no início Tati achou que ele seria o cara certo pra construir uma família, ter filhos e envelhecer ao lado. Tudo parecia muito lindo e perfeito na vida de Tati até que certa incompatibilidade começou a incomodar a nossa leitora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Digamos que a tal seriedade do doido passou a afetar as relações prazerosas-sem-fins-reprodutivos do casal.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Tati diz que ele sempre foi muito meigo durante o ato. Ele se preocupa com o prazer dela, em agradá-la, mas sempre faz isso de maneira bastante... fofa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Falando bem a verdade, o cara não tem pegada. Nenhumazinha. Quer dizer, ele até tinha nos primeiros anos de namoro, mas com o tempo parece que ele foi se acomodando ou enxergando a namorada de maneira diferente. Típico de homem que acha que já está com a vida ganha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Só que além do cara ter se transformado em um banana, ele passou a desenvolver um comportamento extremamente pudico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Se antes ele e Tati viviam “se pegando forte” (ui!) nas baladas, hoje o doido a repreende quando ela quer beijá-lo apaixonadamente em público. Beijar apaixonadamente = beijo de língua. Pior! Os beijos apaixonados estão ficando cada vez mais raros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Se antes eles viviam tendo ideias para deixar as relações-prazerosas mais interessantes, comprando “coisinhas” na séquis-shop, hoje o doido tem piti quando a Tati mostra uma algema de couro comprada numa lojinha ótima da Consolação (super-recomendo, beijos!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Se antes eles faziam sexo por telefone, hoje o doido fica enfurecido com o seguinte diálogo pelo MSN (do demonho, só pra lembrar).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Tati tinha ido a Belo Horizonte a trabalho, deixando o doido aqui em São Paulo. Não se viam havia dez dias.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Tati: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(...) estou com muitas saudades de você! &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Doido:&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;"&gt; ah é? Saudades de quê? S2&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Tati: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;de estar com você... Faz dez dias que a gente não tem relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos. Estou com saudades dos seus carinhos... Queria estar aí com você agora, te beijando (...)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bom, eu reescrevi e cortei parte do diálogo, pois a Tati foi bem mais explícita com relação ao que ela sentia saudade: sexo. Muito sexo. Sexo a valer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Querido(a) leitor(a), se você tivesse dito isso para seu(sua) namorado(a), esperaria que tipo de resposta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pense...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pois bem, eis a resposta que Tati obteve:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Doido:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Poxa, Tati. Dez dias que a gente não se vê e você só pensa nisso? Você só sente falta de sexo? E de mim?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Juro que essa parte do diálogo eu não reescrevi. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tati garante que se sentiu a menina mais homem deste mundo. Ela pensou que ele ia terminar o diálogo dizendo que ela era uma canalha, que só estava com ele por causa do sexo e que ela não prestava. Eu também pensei. Mas não, ele apenas saiu do MSN (do demonho, só pra lembrar [2]) covardemente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ah, ele foi buscá-la de cara feia no aeroporto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Diagnóstico inicial:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mal de Sandy &lt;/span&gt;(MS).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O doido da Tati me pareceu saído diretamente de um romance da Jane Austen, quando, na verdade, nossa leitora torcia por estar namorando um personagem de Milo Manara (Opa! Menores de idade, não joguem no Google). Ou, no mínimo, um personagem saído daqueles romances de banca de jornal, da coleção Julia-Sabrina-Bianca. Nada contra Jane Austen, mas ser um gentleman sempre deixa a coisa (ui!) monótona demais, na minha humilde opinião.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Acho provável que o doido também sofra de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Carência Crônica&lt;/span&gt; (CC). Imaginei até que ele fosse parente do meu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Doido EMOtivo&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/02/o-caso-do-doido-emotivo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas acho que o principal problema dele é a ideia de união fraternal que ele tem com a Tati. Quase uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt; Síndrome do Amor Fraternal &lt;/span&gt;(SAF), que deveria se desenvolver depois que eles completassem as Bodas de Ouro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tratamento recomendado:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu sugiro que o Doido Pudico faça um intensivão com o amigo mais pegador que ele tiver. Intensivão teórico, que fique bem claro, para depois treinar somente com a Tati. E aí vale tudo: filmes, dicas de produtos de séquis-shop, livros (oi, já falei do Manara?). Ele pode até ter umas aulas com o Doido Assoprador (&lt;a href="http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/10/o-caso-do-doido-que-tinha-muito-folego.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), desde que o paciente da Joana já esteja curado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E, claro, sugiro também que a Tati converse com jeito com seu namorado meigo porque, né? Se eles se gostam, ainda tem jeito de tentar ajustar essas coisas. Ela pode dar diquinhas aos poucos pra ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para ler ouvindo: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Tangle with your mind&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UT2dxd4UOrc"&gt;aqui&lt;/a&gt;), do Scott Weiland, que é uma música meiga como o doido da Tati. S2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E depois que a meiguice passar, eu sugiro &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Erotica &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=R5LZRUZoVDc"&gt;aqui&lt;/a&gt;) , da Madonna. ;-)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;*******************************&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Continuem mandando suas histórias pra gente: &lt;a href="mailto:drabridgetjones@gmail.com"&gt;drabridgetjones@gmail.com&lt;/a&gt; e &lt;a href="mailto:draleeholloway@gmail.com"&gt;draleeholloway@gmail.com&lt;/a&gt;. Estamos lendo, respondendo e publicando conforme conseguimos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-4945325556256494832?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/4945325556256494832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=4945325556256494832' title='85 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4945325556256494832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/4945325556256494832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/10/o-caso-do-doido-pudico.html' title='O caso do doido pudico'/><author><name>Lee Holloway</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02813460083964341662</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_XxT0jX9dM1A/R7RK6fSbICI/AAAAAAAAAAQ/F7aTWHtP_b4/S220/44007a.jpg'/></author><thr:total>85</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-9018890474714018468</id><published>2009-10-26T09:35:00.003-02:00</published><updated>2009-10-26T09:51:46.732-02:00</updated><title type='text'>Vocês aguardam até mais tarde? Gractas!</title><content type='html'>Ontem foi o dia Internacional das doutorettes aqui brincarem de pseudo-cults. O que foi de fato divertido e animador. Fomos ver filminhos da "Amostra" Internacional de Cinema e acabou que não terminamos de praparar o post que iria ao ar hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, vai ao ar amanhã! (Vai "&lt;em&gt;ao ar&lt;/em&gt;" parece algo assim tão, tão "&lt;em&gt;flutuante&lt;/em&gt;", né?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dizer, hoje a noite - pode ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então tá! Vemos todos vocês por aqui amanhã, "sijogando" nos comentários, hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRID&lt;/strong&gt; &amp;amp; &lt;strong&gt;LEE&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-9018890474714018468?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/9018890474714018468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=9018890474714018468' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/9018890474714018468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/9018890474714018468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/10/voces-aguardam-ate-de-noite-gractas.html' title='Vocês aguardam até mais tarde? Gractas!'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-3536094238838533253</id><published>2009-10-18T17:45:00.008-02:00</published><updated>2009-10-20T12:11:22.832-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso do Doido Empalhado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Preciso contar isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vez ou outra na semana, eu, como boa proletária que sou, tenho que vir de "trem" trabalhar. Não é um "trem" sarcástico para merecer aspas, mas poderia ser. Nem vou explicar esta frase. É um conceito muito profundo e só saberá mesmo o real valor destas aspas quem um dia pegar este trem. Feito este comentário, devo dizer que não citarei a linha e nem a empresa de trens com medo de algum tipo de retaliação. É um trem da máfia. Imaginem então que eu moro na Sicilia e que não dá para chegar lá de carro. Só de trem. Este trem. O "expresso do medo". Talvez neste caso, não precisasse das aspas. Expresso do Medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinha eu, de volta para casa quando me deparei com um rapazinho, muito alto e bem feito de corpo. Não repararia no moço se ele não medisse uns três metros e meio e viesse andando na minha frente. Parou na plataforma, entrou no trem e sentou-se. Sobrou-me o lugar em frente ao moço. Em pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não sabe, eu tenho uma mania estúpida de achar pessoas comuns parecidas com gente famosa. Também tenho uma teoria de que todo mundo tem um sósia, e acreditem: este moço era o sósia perdido de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://gothamist.com/attachments/goth_hugh/2007_01_fooddiner.jpg"&gt;Alex Kapranos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Não sou destas que estipulam "padrão de beleza", mas quem me conhece sabe: Kapranos é meu ponto de referência &lt;a href="http://gothamist.com/attachments/goth_hugh/2007_01_fooddiner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;(Aqui).&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;Não sou destas que paqueram em coletivos e também não recomendo esta prática, mas admito que admirei o moço. E ele estava bem na minha frente, oras! Kapranos. Na minha frente. No trem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cheguei a mencionar que ele portava (adoro este verbo: "portar") uma mochila. Destas de transportar notebooks. Gigantesca e com vários compartimentos. Eis que, do compartimento maior, ele retira um famigerado e imperioso pacote de salgadinhos FOFURA, sabor queijo. Não, ele não apenas tirou o pacote para fora (sem trocadilhos infames? Gracta!), mas também abriu, fazendo espalhar-se pelo ar, uma explosão de fragrâncias e aromas quem nem Eça de Queiroz, com sua habilidade descritiva conseguiria transformar em palavras. Eu aqui, descrevo em apenas uma: Futum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou a comer. A cena era horrenda. Era triste. Era quase dramática. Juro, que se fosse um filme, eu teria chorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não satisfeito, ele abriu outro compartimento da mochila demoníaca e tirou de lá um destes sucos vagabundos que tem nos sabores "Azia" e "Queimação". Meio litro de suco. 500 mililitros de líquido tóxico, ingeridos em 15 segundos. E ele continuava a colocar mais e mais salgadinho naquela enorme bocarra, auxiliado por sua mão gigantesca (ou seria uma pá?). E ele foi comendo, enchendo-se de isopor aromatizado, fazendo o trabalho de taxidermista do próprio corpo. O rapaz tentava a todo custo, colocar o máximo de serragem na boca. O som lembrava um grunhido, mas na verdade, ficava entre um ruminante comendo uma cerca de madeira e um triturador de lixo. E ele lá, colocando cada vez mais e mais fofuras sabor chulé com toque de azeite em sua nada delicada boca, fazendo uso de sua retro-mão-escavadeira para alocá-las lá dentro. Devo admitir que o sistema era eficiente. Porém, algo acontecia comigo naquele momento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu tive o impulso imaginário de pular em cima dele, arrancar aquele pacote de Fofura da mochila e gritar: &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;"&lt;em&gt;Você é bonito, porra! Pare de comer esta merda! Você não precisa ser inteligente, mas sendo repugnante, desperdiça todo um recurso que a natureza colocou a disposição!"&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; histericamente, enquanto despejava o isopor sobre sua cabeça. Acho que eu entoaria cânticos de alguma seita de fanáticos também, para ver se ajudava. Outra alternativa de Tratamento seria prendê-lo numa cadeira (?), nu (??) e fazê-lo comer Fofura, Torcida, Ebicen e Cheetos Bolinha até ele perder o paladar. Terapia de choque mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdida em meus pensamentos, percebi que chegávamos à minha estação. Eu teria de descer e mentalmente eu me despedi do Kapranos, agora quase empalhado. Não sem antes perceber que ele abria novamente a bolsa do Gato Félix e tirava de lá de dentro um pacotinho pardo, igual ao do Dr. Chapatin. Desci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo vidro da porta do trem, houve tempo de reparar que o pacote misterioso estava repleto de Dadinhos de amendoim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu nunca mais o vi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler ouvindo “&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;You’re the reason I’m leaving&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;” do Franz Ferdinand, que eu achei &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ROa_Qh5CoU4"&gt;(Aqui)&lt;/a&gt; com um clipezinho do Dr House. Achei phynno!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Notas da Autora:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Acabei de ler &lt;strong&gt;“&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.goodreads.com/book/show/6224826.Juliet_Naked_A_Novel"&gt;Juliet Naked&lt;/a&gt;”, o romance novo do &lt;a href="http://nickhornby.campaignserver.co.uk/"&gt;Nick Hornby&lt;/a&gt;. Querem saber minha opinião? Alimenta e faz crescer, viu? Enredo relâmpago: Imagine que você tem uma namorada e que seu ídolo na música se apaixona por ela. Para quem curtiu “High Fidelity” eu asseguro: é mais ácido, mais engraçado e bem mais profundo, sem ser denso – o que não deixa de ser um elogio. É uma delícia. E tem também o nome da “mocinha” que eu, por motivos pessoais e secretos achei muito propício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Quem souber de alguém que faça camisetas com os dizeres “&lt;a href="http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/tenoticiasview.asp?id=6565DBM7M9&amp;amp;categoria=6540CF&amp;amp;idioma=PO&amp;amp;secao=ACONTECENDO"&gt;&lt;em&gt;Obrigada por facilitar o desembarque!&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;”&lt;/em&gt; igual a da “menina adesivo” nas portas do metrô me avisem. Eu PRE-CI-SO de uma camisetcheenha daquelas. Gracta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Queria agradecer e convidar todos para darem uma passadinha lá no “&lt;a href="http://dentistasonline.wordpress.com/2009/10/15/doido-do-cepacol-by-para-raio-de-doido/"&gt;Dentistas Online&lt;/a&gt;”, blog do &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Dr. Maikel&lt;/span&gt; e da &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Jaqueline&lt;/span&gt;. Ele leu o “&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Doido Cepacol&lt;/span&gt;” e resolveu fazer um post sobre a historinha. Eu achei o post uma gentileza sem tamanho. Thanks Doc! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;4.&lt;/strong&gt; A gente falou de Nick Hornby e agora o &lt;a href="http://champ-vinyl.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Rob Gordon&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;do &lt;a href="http://champ-vinyl.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Championship Vynil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;pergunta: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Como seria o &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://champ-vinyl.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;FIM DO MUNDO &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;para você&lt;/em&gt;?&lt;/strong&gt; Corra lá, comente e seja co-autor da história final! Ah, diga que viu aqui no "Para-raio de doido" e ganhe um salgadinho Fofura sabor queijo (brincadeirinha)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminou de ler? Então corra pro Twitter e divulgue o nosso post (se curtiu, é claro!).&lt;br /&gt;Beijo da BRID &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373933074856062519-3536094238838533253?l=soupararaiodedoido.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/feeds/3536094238838533253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373933074856062519&amp;postID=3536094238838533253' title='69 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/3536094238838533253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373933074856062519/posts/default/3536094238838533253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soupararaiodedoido.blogspot.com/2009/10/o-caso-do-doido-empalhado.html' title='O caso do Doido Empalhado'/><author><name>Bridget Jones</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05708488438913900631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_qZ98lLDoTCU/R1ABaNMgQ0I/AAAAAAAAAA8/r0BOKXo2mzY/S220/Bridget+1.gif'/></author><thr:total>69</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373933074856062519.post-564286856144050685</id><published>2009-10-14T15:06:00.003-03:00</published><updated>2009-10-14T15:41:38.392-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Lee'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os preferidos da Brid'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lee Holloway'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bridget Jones'/><title type='text'>O caso das Doidas Atrasadas</title><content type='html'>Um pouquinho atrasada na postagem, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feriado prolongado é uma loucura e do mesmo jeito que provavelmente vocês estavam por aí dando (ui!) seus passeios, eu também dei (opa!) minha escapadinha do mundo real. A Lee ficou namorando e acabamos nem nos falando (ela e eu) neste feriadão. Aí o que acontece? Blog abandonado, culpa no nosso coração e...&lt;br 
